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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Momento insólito na farmácia

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Sou chamada, e dirijo-me ao balcão.

Entrego o meu telemóvel à funcionária para que veja os dados da receita.

 

 

Funcionária: Quer genéricos, ou de marca?

Eu: Pode ser genéricos.

Funcionária: Olhe, deste não dá, porque não há. E deste também não. Tem que levar os de marca.

Eu: Ok, não há problema.

 

 

A funcionária passa o leitor pelas embalagens. Faz algo que eu não percebi, e pede desculpa.

Funcionária: Peço desculpa, isto não era para si. É que estava a passar as caixas e não estava a registar nada.

Eu: Não se preocupe.

Funcionária: Tem 50 pontos no cartão, quer descontar 2 euros, ou continuar a acumular?

Eu: Pode descontar já.

Funcionária (passado uns segundos): Olhe, enganei-me aqui, e agora não dá para descontar. Tem que ficar para a próxima.

Eu: Está bem, não há problema.

 

 

A receita ia em nome da minha filha. A funcionária retira a factura e pergunta-me:

Funcionária: A factura vai no seu nome?

Eu: É melhor ficar em nome da minha filha.

Funcionária: Então vou fazer nova factura.

Eu: Mas veja lá, se não der jeito, deixe ficar assim.

Funcionária: Não. Eu fecho já a factura e corrijo.

 

 

Pede-me, então, o nome da minha filha.

Dou-lhe o primeiro e o último.

Funcionária: É melhor dar-me 3 nomes, para não se confundir com outras pessoas.

Assim fiz.

Pergunta-me o número de contribuinte.

Digo-lhe uma vez.

Estava mal.

Repito uma segunda vez.

Não percebeu.

Repito uma terceira vez. Confirmo que está correcto.

Funcionária: O número que me deu está a dar erro. 

Dou-lhe o cartão para a mão.

Funcionária: Ah, pus um espaço entre dois números, por isso é que não estava a dar.

 

 

Pelo meio, queixa-se do cansaço, do barulho, e desculpa-se pela distracção.

Finalmente, entrega-me o saco com os medicamentos, a factura e o troco.

Vou a meio, quando percebo que falta dinheiro. Volto para trás.

 

 

Eu: Olhe, peço desculpa mas penso que se enganou no troco.

Funcionária: Quanto é que lhe dei?

Eu: Deu-me noventa cêntimos, tinha que me dar um euro, faltam 10 cêntimos.

A funcionária pega nas moedas que me deu, faz contas de cabeça, guarda as moedas e dá-me uma de 1 euro. Pede mais uma vez desculpa pela confusão.

 

 

Já eu, rezo para não voltar lá tão cedo! Perdi mais tempo ali, que a minha filha a ser vista pela médica!

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