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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Música no Coração no The Voice?!

 

Não foi, mas poderia ter sido!

Pelo menos foi o que acharam todos os que ontem assistiram ao programa, e se depararam com esta família a fazer lembrar os Von Trapp!

Uma mãe, um pai, e seis filhos, todos com música no coração, e na alma. Mesmo que a Filomena não chegue longe neste programa, ninguém lhe poderá tirar o gosto que sente ao cantar, juntamente com os irmãos.

 

 

O Daniel Galvão foi um dos concorrentes que mais gostei de ouvir nesta 2ª Prova Cega, e espero que continue a dar cartas ao longo das várias etapas, porque tem um enorme potencial e talento. 

 

 

A Andrea foi mais uma boa surpresa!

A miúda tem talento, tem garra, tem personalidade, e sabe o que quer. Como dizem, a fasquia está cada vez mais alta e há que escolher vozes que se destacam e diferenciam. A Andrea é uma delas!

 

 

A Diana é, talvez, a mulher mais multifacetada do The Voice! 

Confesso que gosto do poder vocal dela, da presença, e reconheço-lhe imenso talento, mas não gostei de a ouvir cantar aquela música. Ainda assim, é uma boa candidata.

 

 

O Bertílio foi uma surpresa, não só para os jurados, mas também para quem assistia em casa, uma vez que a cortina não deixava ver a quem pertencia aquela magnífica voz. Este ano a qualidade é maior, e prevê-se uma luta renhida!

 

 

Não percebi as escolhas da Vera Lima e do Marcos. Gostei mais de ouvir a Vera na edição passada, com Deolinda. Do Marcos, tendo estado já no Got Talent na Dinamarca (onde chegou às semifinais), esperava bem melhor. Pode ter ali qualquer coisa, mas não me convenceu nesta actuação.

 

Pontos negativos 

 

A incoerência dos jurados:

A Janiina foi a primeira a pisar o palco. E adorei ouvi-la!

Claro que gostos não se discutem, mas não percebi os comentários dos jurados. É que nem eles próprios são coerentes. Se uma concorrente vai para ali gritar, dizem que não era preciso mostrar tanto. Se a concorrente evita essas explosões desnecessárias, dizem que faltou alguma coisa. E depois há quem faça mil e um malabarismos com a voz e siga em frente, à semelhança de outros, que nem percebemos porque lhes foi dada uma hipótese.  

 

A incapacidade de ouvir uma crítica por parte dos concorrentes (com ou sem fundamento):

A Vera Moura foi um exemplo disso mesmo. Independentemente do passado que teve, do bullying que sofreu e da luta que travou para ultrapassar tudo isso na sua vida, aqui avalia-se a voz e presença em palco. Ela não convenceu com a sua prestação. Deveria saber ouvir as críticas, ainda que não concorde com elas, e não responder tão impulsivamente.

 

 

Ponto positivo:

A alegria e positivismo da Cristina

 

Resultado de imagem para Ricardo cego no The Voice portugal

 

Dos poucos concorrentes com histórias de vida menos felizes que lá foi, e que nunca perdeu aquela alegria e sorriso nos lábios, que não se fez de vítima nem foi para ali derramar lágrimas! E recordou-me um outro senhor que participou na edição passada - o Ricardo. E os seus companheiros caninos são lindos!

 

 

Imagens The Voice Portugal.

 

 

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