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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

"Sweet Girl", na Netflix

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Um filme sobre perda, sobre desespero, sobre vingança.

No meio de negócios e interesses entre farmacêuticas, quem fica a perder são aqueles que dependem dos medicamentos que, ou são demasiado caros, ou são retirados do mercado, quando acessíveis, ou vêem o seu lançamento adiado. Para tarde demais...

Quando, quem deles precisava, já morreu por falta deles.

Mas, quem quer saber disso? São danos colaterais. Ninguém é culpado. Acontece.

 

No entanto, as famílias não pensam dessa maneira.

Existem culpados, e é preciso justiça para que sejam responsabilizados, e condenados.

E, se essa falha, há que fazê-la por conta própria, até ao limite.

 

Cooper e a filha vêem-se envolvidos num esquema em que há quem esteja disposto a matar, para que o mesmo não seja descoberto.

E eles são as próximas vítimas.

A única forma de não passar o resto da vida a fugir, e temer pela vida, é entrar na toca do lobo, e aniquilá-lo. Contra tudo, e contra todos. Nem que seja a última coisa que façam.

 

Só no fim se percebe que nada do que vimos até ali, é o que pensámos que estávamos a ver.

E, aí, torcemos ainda mais para que a família Cooper consiga, finalmente, justiça e paz.

Um filme a não perder!

 

 

 

 

 

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