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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Já posso ter um ataque de nervos?!

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Estamos a pouco mais de duas semanas do final do primeiro período.

A minha filha tem ainda, por fazer, cerca de 5 ou 6 testes.

Todos os dias traz TPC's para fazer.

Tem um trabalho de Educação Visual para terminar em casa, porque as aulas não são suficientes.

 

 

Como se tudo isto não chegasse, tem ainda para fazer, em pares/ grupo:

  • um trabalho de português
  • um trabalho de espanhol 
  • um trabalho de inglês 
  • um trabalho de geografia
  • um trabalho de físico-química 
  • um trabalho de matemática 

 

 

Inês, já escolheram o artista espanhol para a entrevista? 

Não.

Inês, já pensaste qual a Lei de Newton que vais escolher? Já viste os links que te enviei?

Ainda não.

Inês, já combinaram entre vocês quando é que se juntam para fazer o trabalho de geografia?

Não.

 

 

É tudo para fazer até ao final do período, enquanto estuda e tenta não deixar nada por fazer, mas sem tempo nem cabeça para tudo ao mesmo tempo. E, pelos vistos, também sem muito interesse e responsabilidade.

 

 

Agora digam-me: ainda é cedo, ou já posso ter um ataque de nervos, já que a minha filha é a calma e relax em pessoa?!

 

E são estas as notas do 1º período

 

Matemática             - Excelente/ Bom

 

Língua Portuguesa - Excelente/  Muito Bom

 

Estudo do Meio       - Muito Bom/ Bom

 

 

Se, com as primeiras notas, vibrámos de satisfação, o mesmo não aconteceu com as segundas. E se a Inês não ficou muito satisfeita, ainda menos eu. Depois da descida a matemática, estávamos na expectativa para ver se as restantes se mantinham. Mas não. Desceu a tudo.

É como se ela tivesse começado o ano lectivo com a "pica" toda, mas de pouca duração, tendo voltado às mesmas notas de sempre.

Claro que todos me dizem que as notas foram boas, que eu devia estar contente porque podiam ser piores, e que não devo ser tão exigente com ela. Mas tínhamos um objectivo que, com estas últimas notas, ficou bem mais difícil de alcançar. E embora as notas sejam boas, poderiam ter sido um bocadinho melhores. 

É tudo uma questão de perspectiva: se uma criança costuma ter Suficiente, um Bom já é uma vitória; para uma criança que normalmente tem Bom, ter um Muito Bom é uma alegria. Ora, a Inês costuma ter Bom e Muito Bom, mas no início do período subiu a fasquia para o Excelente. Logo, ao voltar ao Bom e Muito Bom, defraudou as expectativas que ambas tínhamos criado.

O pior é que, embora ela tenha ficado desiludida, eu fiquei mais que ela. Sofro mais, mas tenho que guardar para que ela não perceba e fique triste.

Claro que, entretanto, já me conformei e estou mais animada até porque, bem feitas as contas, a média é Muito Bom. E há que não desistir e tentar fazer igual ou melhor no próximo período!

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