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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O blog no ano 2020

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Em 2020, o blog publicou 325 posts.

Menos que no ano anterior, e com tendência a descrescer no próximo ano.

 

Que geraram 275 reações e 1230 comentários.

Menos que no ano anterior mas, ainda assim, é incrível a interacção existente nesta plataforma, e estou grata por isso!

 

Foram mais de 109.885 visitas, que geraram 146.271 visualizações. 

Missão cumprida. 

 

Os posts mais visitados do ano.

  1. Foi Sem Querer Que Te Quis
  2. Pintar os troncos das árvores com cal
  3. Última leitura do ano: Ganhei Uma Vida Quando Te Perdi, de Raul Minh'alma
  4. Existe idade certa para começar a fazer a depilação
  5. Sobre o final de Quantico - 2ª temporada
  6. Também fomos "atacados" pela Via Livre
  7. Existe idade certa para começar a usar tampões?
  8. Já Te Disse Que Preciso de Ti?
  9. Miragem - o filme
  10. Dar um tempo? Ou terminar?

Curiosamente, acho que nenhum deles é de 2020 

 

Os posts destacados do ano.

Covid-19: Outubro, e o retrocesso no combate à pandemia 

Estreou a 8ª temporada do The Voice Portugal

Big Brother: A Revolução

O preço das máscaras está a voltar ao normal

O verão já não é o que era

A importância de filtrar cada dia da nossa vida

De Junho para Julho, nada mudou

Ir à praia em tempo de pandemia

Caixas solidárias para quem mais precisa 

É urgente privilegiar a informação de qualidade e a sanidade mental 

Quem é a melhor entrevistadora?

Porque é tão difícil dar o primeiro passo? 

Coincidência ou não, 12 meses, 12 destaques.

 

O que poderia pedir mais?

Que 2021 me traga inspiração para continuar este caminho 

Obrigada a todos os que visitam este cantinho, comentam, reagem e interagem.

A todos os que são já presença habitual e constante por aqui. 

Obrigada, Sapo!

 

Encontramo-nos para o ano (que, por sinal, é já amanhã)!

Do ano 2020 que está prestes a terminar

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Dizia eu (que gosto de números redondinhos e pares) há cerca de um ano, que estava confiante no novo ano que vinha a caminho.

Achava, sinceramente, que 2020 iria ser um bom ano, cheio de coisas positivas.

 

Pois que, apesar de estar redondamente enganada, 2020 acabou por ser um ano que ficará, sem dúvida, para a história. Um ano do qual ninguém se esquecerá, por bons e maus motivos. 

 

Foi um ano de receios, de incertezas, de desconfiança, por conta de uma pandemia que nunca pensámos algum dia viver, e que só conhecíamos dos filmes, e da História de outros tempos.

Foi um ano que nos pôs à prova.

Que nos levou a acreditar que a natureza sairia beneficiada, até percebermos que não. Que nos deu esperança que o ser humano mudasse para melhor, mas que se veio a verificar ser sol de pouca dura.

Como aquele raio de sol, que fura uma tempestade para nos enganar e acharmos que está tudo bem, para logo em seguida se esconder e o temporal vir ainda com mais força.

 

Foi um ano que testou os nossos limites, a nossa capacidade de adaptação e sobrevivência, a nossa resiliência.

Foi um ano de perdas para muitos, mas de reinvenção para outros.

 

No meu caso, posso dizer que foi um ano bom, apesar de tudo.

Não fui directamente afectada pela pandemia, quer em termos de saúde, quer em termos financeiros. Aliás, foi um ano em que consegui, finalmente, poupar alguns euros.

Não me dei prioridade muitas vezes, como tinha desejado mas, ainda assim, foi um ano em que me pus em primeiro lugar mais vezes, do que nos anteriores. 

Continuo a ter a minha família bem, e perto de mim.

Quase terminei o ano solteira, mas o vento mudou de direcção, e acabou por não nos separar.

Foi um ano que me fez estar mais certa daquilo que quero para a minha vida e, sobretudo, daquilo que não quero. Que me deu coragem, clareza.

 

Foi, decididamente, um ano de Netflix, tantas foram as séries e filmes que vi nesta plataforma!

Foi um ano de passeios pela natureza.

Foi um ano de compras online. De experimentar lojas digitais que não conhecia. E que bom é poder evitar as enchentes dos shoppings!

Foi o primeiro ano sem praia, mas o primeiro também com férias para descansar.

 

2020 foi um ano que passou ainda mais rapidamente que os anteriores, e quase nem demos por ele.

Mas, ainda assim, marcou.

E marcou-nos a todos.

Um ano que está prestes a despedir-se.

E que, apesar de tudo, irá deixar saudades.

 

 

 

A série "Bridgerton" vai chegar à Netflix este ano

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Li há dias que a Netflix irá estrear, ainda este ano (não se sabe ainda a data) a série "Bridgerton", inspirada na colecção de livros da autora Julia Quinn, sobre os Bridgertons.

Para quem acompanhou a história da família, e de cada uma das personagens, é uma excelente notícia!

Estes são alguns dos actores que irão dar vida a essas personagens, e consigo associar algumas à que agora lhe corresponderá.

 

A história gira à volta dos romances de cada um, os casamentos arranjados entre lords e ladies e as aventuras amorosas, sejam em palácios nobres ou em bailes de aristocratas, sendo que a primeira temporada terá oito episódios, e corresponderá ao primeiro livro da colecção.

A produção é de Shonda Rhymes.

 

Estou ansiosa para que estreie, e acho que vai ser daquelas séries para maratonar, e esperar por mais!

 

 

De Junho para Julho, nada mudou

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Terminou Junho. Chegou Julho.

Mas, por aqui, os dias continuam iguais.

Casa/ trabalho, e trabalho/casa.

Inverno de manhã, com direito a nevoeiro e chuviscos. Primavera a meio do dia, com o sol a brilhar por entre as nuvens. Outono ao final do dia, com o vento a fazer-nos chegar depressa a casa, e aconchegarmo-nos com uma manta e uma bebida quente.

Até o verão tem receio de marcar presença.

E fazia-nos tanta falta, para aquecer a alma e o coração, que já começa a congelar, depois de quase meio ano de tempestade. 

Para nos dar esperança. Ânimo. E força.

Antes que chegue, de novo, o outono, e nos pareça que foi um ano mutilado, incompleto, um ano que não se aproveitou, um ano que queremos apagar da memória, ainda que fique, para sempre, na História.