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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A linha que separa a rotina que conforta, da que sufoca

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Aquilo que, para determinadas pessoas é visto como uma forma de manter a chama acesa, para outras, é visto como água que, quanto mais se deita, mais o fogo corre o risco de se apagar de vez.

O problema é quando essas visões diferentes pertencem a duas pessoas que estão a tentar levar a bom porto uma relação, já ela, assente em bases muito frágeis.

Como conjugar estes dois entendimentos, totalmente opostos, num propósito comum?

Como agir, sem se estar limitado ou condicionado nos movimentos, pela outra parte?

Como equilibrar, de forma a que a outra parte não tenha o sentimento de que o seu espaço individual não está a ser respeitado?

Como distinguir a linha que separa a rotina que conforta e aconchega, da que sufoca e desgasta? 

10 formas de uma pessoa se sentir reconfortada e tranquila (de acordo com os livros)!

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- Um bom guisado, sopa ou outra refeição quente e calórica

- Um banho de água quente

- Uma bebida quente como café ou chá, um bom vinho ou um copo de whisky

- Uma roupa confortável

- Uma cama feita de lavado 

- Um animal de estimação (sobretudo, cães e/ou gatos)

- Uma massagem

- Ouvir música, dançar, ler um livro

- Um abraço

- Sexo

Retalhos do meu dia

Por aqui nada de novo.

Apenas dois textos, um sobre uma certa hipocrisia natalícia, e outro sobre encontros de ocasião (à falta de melhor título)!

O sol escondeu-se, o frio regressou, e a chuva ultima os preparativos para a sua entrada em cena!

É um dia em tons cinza, embora eu ainda tente visualizar as inúmeras cores que marcaram o dia de ontem.

Tal como o almoço no prato, aquele que não fiz (como que à espera de um truque de magia)! Vamos ver o que se arranja à pressa...

 

 

...Aqui vou eu para cima, de regresso ao trabalho.

No chão, uma dança de folhas em alegre rodopio!

Levanto a gola do meu casaco, para me aconchegar, e sigo viagem. As ruas estão desertas.

Sinto o cheiro que vem, trazido pelo vento, a castanhas assadas! Do assador que, desde Setembro, se instalou no centro da vila.

E cá estou eu, de novo enclausurada neste escritório, para mais 5 horas de serviço!