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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Chocada e Desapontada

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Sobre as últimas notícias só tenho a dizer que me sinto:

 

Chocada com a eleição de Donald Trump - sempre pensei que vencesse a Hillary. A eleição de Barack Obama trouxe, na altura, uma onda de esperança e de mudança para melhor. Esta, traz uma onda de receio pelo futuro, e um regresso a tempos que julgávamos nunca mais voltar.

 

Desapontada com a entrega de Pedro Dias - pensei que ele demorasse mais tempo a fazê-lo,ou que nem se entregasse sequer. Não que prefira que ele ande à solta, mas foi uma boa prova de que a polícia, em determinadas situações, nada consegue fazer e os criminosos brincam com ela. 

 

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O que é isso da amnésia selectiva?

 

Com o devido respeito pelo que é, e por quem dela sofre, a primeira coisa que me veio à cabeça quando ouvi o termo aplicado ao único sobrevivente da tragédia do Meco foi que quem sofre de amnésia selectiva "selecciona" aquilo de que se pode lembrar e aquilo que é conveniente esquecer!

E se assim fosse, até a mim, por vezes, dava imenso jeito ter uma amnésia selectiva temporária!

Na verdade, não andei muito longe da definição. A diferença é que essa"selecção" é feita pelo cérebro, para nossa defesa, independentemente da nossa vontade.

 

Faz aquilo que eu digo, não aquilo que eu faço

Por vezes, aplica-se bem esta frase, quando algumas pessoas se lembram de nos aconselhar a agir de determinada forma mas, quando se vêem em situações semelhantes, acabam por contrariar os seus próprios conselhos!

Como eu costumo dizer, para quem está de fora, e na teoria, é muito fácil falar.

O pior é quando estamos no meio dos acontecimentos e temos que agir – aí o caso muda!

Conselhos, pedidos ou não, dados por quem achou por bem fazê-lo como forma de ajudar, e desde que não sejam com a intenção de essas ditas pessoas se quererem meter onde não são chamadas, não me incomodam.

Aceito-os, como quem aceita um presente que é gentilmente oferecido, mesmo que no meu dia-a-dia não os tenha que, obrigatoriamente, pôr em prática.

Mas fico surpreendida quando esses conselhos só servem para aqueles a quem são dados, e não aos próprios autores!

Não quero, com isto, dizer que condeno a forma como as pessoas agiram. Mas penso que, por vezes, antes de os darem a alguém, valia mais guardarem os conselhos para si próprios, para quando deles precisassem.

Talvez fosse bom reflectir um pouco, antes de os deixar escapar, e perceber se, de facto, são conselhos coerentes com a sua própria maneira de estar na vida, ou se é preferível não dar palpites, para mais tarde não haver o risco de as palavras serem atraiçoadas pelas próprias acções!

Destino

Não é da sorte que o homem vive, mas das realidades que consegue criar…”

 

 

Há quem afirme que nascemos com o nosso destino traçado.

Há quem diga que, quanto mais tentamos fugir dele, mais nos aproximamos.

Há quem acredite que não é o destino que comanda as nossas acções, mas sim nós, que ditamos e fazemos o nosso destino!

E há quem pense que até podemos ter um destino traçado, mas que pode ser influenciado e até mudar a qualquer momento, conforme as atitudes e acções que tomarmos ao longo da vida, ou seja, um destino flexível, em que há interacção entre o desconhecido e o ser humano.

O destino pode ser utilizado como desculpa ou justificação para muitas coisas, mas não nos devemos resignar e aceitar este ou aquele acontecimento apenas porque “é o nosso destino”!

Não nos devemos acomodar a uma determinada situação, e permanecer inertes, utilizando tão vago argumento.

Podemos ter a sorte de algumas coisas ou pessoas surgirem na nossa vida, de forma inesperada. Mas cabe, a todos nós, agir e lutar para que possamos conquistar todas as outras.

Eu acredito que até podemos ter a nossa história manuscrita em folhas de rascunho, mas também podemos alterar os acontecimentos, os factos, as personagens, reescrever, e fazer a nossa própria história!

Se soubesse que não iria falhar...

...casava-me!? (novamente)

 

Acho que qualquer pessoa, se soubesse à partida que não iria falhar, faria tudo aquilo que muitas vezes não faz ou hesita em arriscar, por não saber se irá dar certo ou não.

E, se é certo que, "estando deitados, não corremos o risco de cair, mas também não andamos para lado nenhum", que é o mesmo que dizer que, apesar de não haver certezas, mais vale arriscar e viver, do que ficarmos parados e quietinhos na nossa zona de conforto, também é certo que, por vezes, precisamos mais de segurança do que aventuras!

Se nos dá prazer viver cada momento sem saber o que dali poderá resultar, ou o que o futuro nos reserva, e ir descobrindo aos poucos, também seria bom se, uma vez por outra, nos levantassem uma pontinha do véu, se nos mostrassem uma pequena luz que nos iluminasse.

Se é verdade que é com os erros que aprendemos, e que precisamos de experimentar tudo na vida, porque só assim poderemos tirar partido desta nossa breve passagem, também é verdade que algumas vezes seria melhor saber como evitar certos acontecimentos, e seguir outro caminho.

Falhar é humano, e quase sempre vale mais tentar e falhar, do que nem sequer tentar. Digo quase sempre, porque acredito que há momentos em que é preferível fazer uma paragem. Cabe-nos a todos nós decidir! 

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