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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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À Conversa com Carlos Santos

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Carlos Santos tem, enquanto músico, múltiplas facetas. Para além de cantor, é compositor, multi-instrumentista e produtor musical. 

Integrou bandas como os Expensive Soul, Three Angle e Morpheu, e é detentor do Record Mundial da maior maratona de bateria. 

Influenciado por diversos estilos musicais, que vão do Rock ao Blues, do Jazz ao Funk, e até MPB,  fruto da heterogeneidade de experiências que foi tendo ao longo da vida, apresenta-se agora a solo. 

O tema “Se Tu Me Amas”, disponibilizado nas plataformas digitais a 29 de junho, é o primeiro single de Carlos Santos, que assina também a composição e produção.

Para ficarem a conhecê-lo melhor, aqui fica a entrevista:

 

 

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Quem é o Carlos Santos?

Sou uma pessoa apaixonada pela música desde que me conheço, quando era mais novo não conseguia passar muito tempo sem ouvir música, sempre fiz um esforço por estar ligado à música, e felizmente a vida foi-me permitindo explorar diversas vertentes mesmo dentro dela, como instrumentista, letrista, compositor, produtor, não só de conteúdos musicais como também de multimédia, que é aliás o que tenho vindo a fazer ao longo dos últimos tempos, produção musical e audiovisual.

 

 

Como é que a música surgiu na sua vida?

Se calhar a memória mais remota que tenho da música na minha vida é mesmo quando tinha cerca de 3 anos e ia com a minha avó à igreja, ficava fascinado com o piano, e acabava sempre perto do pianista a ver o que ele fazia.

Desde pequeno que tentava replicar o que ouvia na igreja ou na rádio no piano que tinha em casa.

Entretanto na minha adolescência comecei a integrar projetos musicais, o que hoje chamam de bandas de garagem até começar a fazer parte de projetos mais sérios e começar a trabalhar com a música de uma forma mais profissional.

 

 

O Carlos já integrou diversos projetos musicais. Que aprendizagem lhe trouxe cada um deles?

Integrei projetos musicais com ondas musicais bastante diversas e também com formações instrumentais variadas. Em todos eles aprendi muito tanto musicalmente como também em termos pessoais e profissionais.

Acho que é fundamental, para um músico, esta diversidade, poder passar por diversas experiencias para poder integrar a diversidade e definir o que é a sua própria personalidade musical.

Como instrumentista, essas experiências fizeram-me aprender a comunicar musicalmente com outros músicos, já passei por experiencias de bandas muito bem organizadas em que o papel musical de cada um era muito restrito e delimitado, assim como projetos em que a musicalidade dependia muito da interligação dos membros e da sua capacidade de improvisação sobre uma base.

Acho que todas elas nos fazem adicionar valor ao nosso ser musical. Por um lado fazer parte de um todo que conta com uma participação mais mecânica da nossa parte obriga-nos a desenvolver a memória e capacidade técnica de execução, enquanto algo mais livre dá asas à nossa criatividade do momento, todas estas valências são extremamente importantes.

Há componentes não musicais nos projetos que também vamos aprendendo e que fazem parte da organização de palco e fora dele, tudo isso são mais-valias que vamos adicionando à medida que vamos tendo essas experiencias.

 

 

Como artista, o Carlos divide-se entre as facetas de cantor, compositor, produtor e instrumentista. Em qual destas vertentes se sente mais à vontade?

Nunca penso nisso dessa forma, faço o que tiver de fazer na altura em que é necessário, as dificuldades que vou tendo num ou noutro aspecto vou tentando aprender a resolver.

Um músico hoje em dia tem de desenvolver essas aptidões para poder demorar cada vez menos a ver o seu trabalho feito, em adição a essas valências também tem de saber vender o seu produto, publicitá-lo, se produzir os próprios conteúdos de imagem também tem de saber um pouco de fotografia e vídeo, porque hoje em dia tudo isso é importantíssimo.

Se calhar tenho um à vontade natural com os instrumentos que foi constituído com mais tempo uma vez que a parte técnica de som só surgiu mais tarde na minha vida, de qualquer dos modos sempre fui bastante interessado por tecnologia e por equipamento de som, não só para tocar mas também para gravar.

 

 

No que respeita a instrumentos musicais, a bateria tem um lugar especial?

A bateria tem um lugar imensamente especial na minha vida, além de ser um dos principais ginásios, tanto a nível físico como mental, é o instrumento que escolhi para defender uma causa que me é muito próxima que é a alienação parental, igualmente para tentar alertar a sociedade para uma guerra que continua a causar muitas dificuldades a muitas pessoas inocentes nomeadamente a muitas crianças que passam por imensas dificuldades neste momento na Síria.

De todos os instrumentos, foi aquele que sempre mais me uniu a outras pessoas, e a música tem essa valência muito especial que é a de unir as pessoas e de as fazer sentir parte de algo de que nos transmite muita paz e bem-estar.

 

 

Quais são as suas grandes referências a nível musical?

Os meus gostos musicais são muito variados e é algo injusto estar a nomear alguns artistas sem percorrer uma longa lista de músicos e bandas que aprecio em diversos aspetos, seja a nível de timbre ou som, composicional, ou em termos de ritmo, alguns também não tanto pela parte musical mas pelo que representaram em termos do papel que tiveram como pessoas para o mundo, e pela mensagem que foram deixando nas suas músicas.

Gosto bastante entre outros estilos de Rock, Blues, Soul, Jazz, Raggae música brasileira especialmente MPB e Bossa, alguns dos artistas que mais fui ouvindo e influenciaram ao longo da vida foram Stevie Wonder, Tom Jobim, Sting, Bob Marley, Queen, Seu Jorge, Prince, Cazuza, Jimmy Hendrix, Led Zeppelin, U2, Pat Metheny, Dave Weckl Band, James Brown, Ed Motta, Aretha Franklin, Radiohead, Michael Jackson, Elvis Presley, Beatles, Nina Simone, Etta James, David Bowie, Alva Noto, Bruno Mars, entre um montão de outros artistas cujo trabalho aprecio.

 

 

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“Se Tu Me Amas” é o primeiro single a solo de Carlos Santos. Considera-se uma pessoa romântica?

Considero-me uma pessoa bastante emotiva e apaixonada sim. Sempre foi parte da minha personalidade ser assim nas coisas que faço, seja nos relacionamentos ou seja nos projetos que vou fazendo na vida. Acho que o Amor é a maior força criadora.

 

 

Sobre o que nos fala este tema?

Este tema fala de um amor vivido numa distância muito próxima entre duas pessoas apaixonadas que por força das circunstâncias não o podem viver de uma forma livre e completa.

 

 

O single foi lançado a 29 de junho. Que feedback tem recebido por parte do público que já o ouviu?

Toda a gente que me tem falado relativamente ao tema diz que gosta bastante do estilo do tema, da voz, algumas pessoas que estão mais habituadas a ver-me na bateria dizem-me que é uma boa surpresa saber que afinal também canto, acho que tem tido uma boa aceitação.

 

 

Quais são os objetivos do Carlos, a nível musical, para este ano de 2018?

O meu principal objectivo musical para este ano é conseguir gravar e produzir todos os temas que tenho já concretizados, em termos de composição, para antes do final do ano conseguir lançar os restantes temas, apesar de conseguir tocar, gravar e produzir todos eles prefiro contar com a participação de algumas pessoas que considero especiais, o que me vai levar um pouco mais de tempo a concretizar.

 

 

Onde é que o público poderá ver, ouvir e acompanhar o Carlos Santos?

Vou tendo concertos semanalmente, em vários locais. O lançamento do single ocorreu em Aveiro com os restantes membros que integram o projeto, mas vou tendo atuações em zonas dispersas do País num formato a solo ou em dueto.

Estou a dar mais atenção ao término do trabalho em termos de gravações no decurso deste tempo, para poder mostrar os restantes temas a par do lançamento dos mesmos, excepcionalmente foram tocados no lançamento do “Se tu me amas” os restantes temas que integrarão o EP, mas até que o mesmo esteja pronto, prefiro mantê-los como novidade.

 

 

Muito obrigada, Carlos!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

 

 

À Conversa com Teresa Caetano

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Teresa Caetano nasceu em 1981, na cidade de Lamego e, desde pequena, sempre teve paixão pela escrita.

Licenciou-se no ramo educacional e tem exercido a função de professora, há 15 anos, em diferentes escolas do país.  

Assume-se como uma contadora de histórias pois, de uma forma simples, escreve sobre grandes emoções.

Fiquem a conhecê-la melhor nesta entrevista!

 

 

 

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Quem é a Teresa Caetano?

Sou uma mulher sonhadora que desde pequena sempre teve paixão pela escrita. Quando terminei os estudos no Liceu, licenciei-me- no curso de Professores do 1.º Ciclo do Ensino Básico e tenho exercido a função de professora, há 15 anos, em diferentes escolas do país. Iniciei a minha carreira profissional em Lisboa, onde vivi durante 10 anos. Passsei ainda por Póvoa de Varzim, Braga e atualmente encontro-me a lecionar na Escola Básica n.º 1 de Lamego, pois sempre tive o desejo de regressar à minha terra.

Assumo-me como uma contadora de histórias pois, de uma forma simples, escreve sobre grandes emoções.

 

 

A paixão pela escrita surgiu cedo na sua vida. O que começou por escrever na sua infância e adolescência?

Comecei a escrever desde a adolescência e nesta fase escrevia o meu diário, ou seja, a minha história de vida. Ainda hoje guardo vários cadernos onde descrevia o meu dia-a-dia e onde desabafava sobre as emoções que determinados acontecimentos me provocavam.

Depois de começar a trabalhar com crianças escrevi várias histórias destinadas ao público infantojuvenil, embora não estejam publicadas.

 

 

A Teresa é professora. O que a levou a enveredar por essa área?

Porquê escolher ser professora? Não tive alternativa? Sim, tive, pois felizmente a média dava para entrar em variados cursos. Fui obrigada? Não, sempre pude escolher o caminho que queria seguir. Fui influenciada? Isso talvez um pouco, pois a maioria das minhas vizinhas eram professoras e desde pequena comecei a “dar aulas” aos meus bonecos. Fechava a porta do meu quarto e tentava imitar a minha professora do 1º ciclo, achava interessante o ato de ensinar, idolatrava-a, porque a via como uma guia e uma fonte de conhecimento.

Confesso que ainda vacilei entre jornalismo e a licenciatura em professora de 1º ciclo, mas o bichinho de infância ficou e sonhava, um dia, ter na minha frente crianças/seres humanos, em vez de bonecos. Sonhava ensinar, não só transmitir conhecimentos, mas também emoções, pois acredito verdadeiramente que os professores influenciam muito a nossa vida.

 

 

Na sua opinião, existe um incentivo à escrita, em termos criativos, nas escolas portuguesas, ou está, de certa forma, condicionado pelos programas escolares impostos?

O incentivo à escrita está muito limitado devido à enorme extensão dos currículos que não deixam muita margem para a criatividade.

 

 

 

 

“Não Desistas do Amor” é o seu primeiro romance editado?

Sim, é o meu primeiro romance publicado. O desejo de publicar um livro sempre me acompanhou, mas fui adiando pelas circunstâncias da vida. Dediquei-me à minha profissão e depois de ser mãe senti que o meu horário estava totalmente completo. Agora, que a minha filha está com 8 anos, consegui organizar-me melhor e escrever diariamente.

 

 

Em que se inspirou para o escrever?

Inspirei-me nas histórias de vida de várias pessoas que fui conhecendo, pois sou bastante observadora. Conheci histórias de vida fascinantes, de superação de dificuldades que acabaram por dar mais força às minhas personagens. A ficção inspira-se na realidade e acredito que as pessoas se podem identificar com os temas abordados neste livro que são muito atuais e intemporais, como o amor, a amizade, a traição, a desilusão, a violência doméstica, a infertilidade, a adoção, a síndrome de pânico, a homossexualidade e a perseguição de um sonho no mundo da música.

É um livro que fala essencialmente de amor, mas num sentido muito abrangente: o amor por um companheiro ou companheira, o amor pelos pais, pelos filhos, pelos amigos, pela profissão, pelos sonhos, ou seja, o amor pela vida.

 

 

“Tudo tem um momento certo para acontecer”, algo que se aplicou às personagens deste livro. Este é, também, um dos seus lemas de vida?

Sim, passei a perceber isso com a vida e com o passar do tempo. Por vezes, ansiamos muito que algo aconteça naquele exato momento, mas que depois até se vem a realizar mais tarde, porque fez mais sentido assim.

 

 

Foto de Teresa Caetano.

 

Esta história gira muito em torno do amor, do perdão e da aceitação. Na vida real, considera que algumas das situações poderiam ter um final semelhante, ou as pessoas, hoje em dia, são pouco dadas a estes sentimentos?

Eu acho que as pessoas, hoje em dia, continuam a sonhar em encontrar o verdadeiro amor. Acho que é isso que as move. No entanto, têm menos paciência em saber esperar, em desenvolver relações sólidas, pois têm tanta pressa de viver, de ser felizes que acabam por não conseguir perceber que os pequenos momentos são a própria felicidade.

 

 

Por vezes, as maiores emoções vêm das histórias mais simples?

Sem dúvida. Considero que a simplicidade é uma das maiores grandezas. As histórias mais simples são aquelas que prendem mais a nossa atenção, pois conseguimos identificar-nos com elas e sentir verdadeiramente as emoções.

 

 

Que feedback tem recebido por parte dos leitores relativamente a este romance?

Tem superado muito as minhas expectativas. Tenho tido críticas muito positivas, dizem que realmente este livro é uma montanha-russa de emoções, que riram e choraram, que se indignaram, que refletiram, que não conseguiram parar de ler, pois queriam sempre saber o que vinha a seguir e têm-me pedido bastante para dar continuação à história.

 

 

“Não Desistas do Amor” fala de algumas temáticas atuais, como a violência doméstica, a homossexualidade, a infertilidade. Que temas gostaria de abordar numa próxima obra?

Já estou a escrever uma próxima obra e, como o segredo é a alma do negócio, só posso dizer que vou tratar temas igualmente intensos, cativantes, polémicos, atuais, mas onde estará sempre presente o amor como o motor de todos os acontecimentos.

 

 

Partindo do título do livro, de que forma completaria a frase: Não desistas do amor porque…o afeto é o melhor que nos acompanha nesta vida.

 

 

Muito obrigada, Teresa!

 

 

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Nota: Esta conversa teve o apoio da Chiado Editora, que estabeleceu a ponte entre a autora e este cantinho.

À Conversa com Diogo Divagações

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Diogo Divagações entregou-se às palavras aos 14 anos, e desde cedo se apercebeu que havia ali - naquele emaranhado de formas e num aliterar de imagens em linhas – uma segurança e um conforto sem igual. Foi acolhido pela comunidade de hip-hop que existia não só na sua escola secundária, mas na sua cidade de origem (Santa Maria da Feira) e desde logo se empenhou em não descurar de se superar como artista enquanto se conhecia como pessoa.

 

Em 2018 reune-se de pormenor, num ato de confissão pessoal, ao viver-se em “FILIGRANA”, um curto grito à eternidade onde se funde cada vez mais no que é a mensagem de crença divagante.
“Capricho” é o single de apresentação.

 

Conheçam melhor Diogo Divagações, nesta entrevista:

 

 

 

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Quem é o Diogo Divagações?

É o terceiro apresentado nesta jornada de criação que se iniciou com 14 anos. "Já fui Dig, Diogo Dias, sempre puro nas criações, nomes dados, mesma vida, as eternas divagações".

 

 

 

Em que momento é que a música entrou na tua vida?

A música sempre esteve presente na minha família.

Da parte do meu pai sempre houve uma ligação a bandas filarmónicas, na organização das festas da freguesia tratavam de contratar os artistas que vinham ao arraial, um tio meu é músico...

Mas eu fazer música, ou entregar-me a ela para compor, surge quando decidi aprender percussão.

Daí para a frente tudo foi muito natural, o ouvir, o pesquisar, o identificar-me. Crescer com música e aprender através dela.

 

 

 

O que te levou a enveredar pelo Hip Hop?

Foi uma natural travessia. As pessoas com quem me dava eram assumidamente hip-hop.

Foi uma altura que o hip-hop estava a respirar muito bem com muita coisa a surgir e a emergir.

Havia uma liberdade de comunicação muito boa neste estilo e sempre quis dizer muita coisa e sempre quis poder agarrar a atenção das pessoas e entretê-las. Acho que tudo se complementou muito bem na altura.

 

 

 

Fizeste parte da crew TriboZoo. Como foi essa experiência?

Foi uma experiência bonita. O grupo da segunda vaga, que é quando entro - porque houve uma primeira fase só com os mais velhos: o Kappah Oh aka Kevin Oakes, o Bel… - era tão completo e versátil que sempre tudo era aprendizagem e crescimento.

Toda a gente se transportou para dentro daquele projecto. Toda a gente queria que aquilo desse em algo produtivo. Foi uma escola bonita, quer humana quer artistica.

 

 

 

O teatro também faz parte da tua vida. Como é que o teatro e a música se conjugam?

Nada é indissociável. O teatro surge na minha vida mais directamente com o workshop de La Fura del Baús, a música em mim já existia nesta altura.

Como tudo o que acrescenta completa e transforma, acabei a transportar linguagens do teatro para as minhas performances musicais.

Acho que é sempre objectivo quebrar a distância de artista para com o público, o teatro deu-me isso. 

 

 

 

As tuas músicas refletem, de alguma forma, as tuas divagações?

Claramente.

No fundo a minha escrita começou assim: a divagar.

Gradualmente vem-se instalando o ser mais concreto. Eu quero dizer coisas e sinto que estou no caminho de fazê-lo e como sempre e em tudo o querer é de fazê-lo melhor. Mas sim, eu viajo muito.

Adoro desbravar florestas mentais. E converso muito com a música esperando que quem me ouça possa pegar nisso como referência para conversas… já aconteceu e é belíssimo.

 

 

 

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“Filigrana” é o teu mais recente trabalho. O que o diferencia dos anteriores? Existe, neste, uma maior atenção aos pormenores?

Acho sobretudo que este EP é uma forma de anunciar o que virei fazer com o álbum, que já está gravado e praticamente pronto.

É um ponto de viragem na minha exposição. As minhas músicas têm-se tornado mais musicais, eu arrisco a cantar e acima de tudo estou num formato muito mais pessoal no que toca a fazer refrões e a trabalhar melodias.

Antes convidava muita gente para vozes principais, agora simplesmente tenho harmonias… Este projecto serve exactamente esse propósito: ser curto mas claro na intenção.

 

 

 

Do que nos falam as músicas que compõem este EP?

Falam de muita coisa. Às vezes falam de tantas coisas quantos os ouvidos que as recebam.

Eu escrevo sempre por causa de algo mas desejo sempre que me digam que um verso em particular refere-se a alguma coisa que nem sequer havia pensado.

Enfim, as músicas deste trabalho abordam sobretudo a minha ânsia de futuro artístico, a eterna dúvida do que é a realidade, o que é a existência, o que é ser humano e ser sendo tudo isto há o que basta para a felicidade e a compreensão bela da vida(?).

 

 

 

“Capricho” é o single de apresentação. Qual é o teu maior capricho?

Boa pergunta. Fiquei a pensar um tanto nesta. Acho que é mesmo a forma como penso em executar e levar a cabo projectos. Sou muito crente na minha loucura e convicto da mesma. Arrasto muita gente para dentro da minha caminhada porque sei e sinto que isto fará sentido e vale a pena (sendo que a pena há-de ser leve).

 

 

 

De que forma te definirias através destas palavras:

 

Palavras – (sou) uno com elas para unir com elas.

Observação – absorção do que sou parte neste todo.

Renovação – ouvir um tema meu saber que consegui melhorar-me

Espelho – é sempre gentil quando sorris num tom de olá

Busca – pela elevação mental. a superação do meu ego. o atingir do meu propósito celeste.

Existência - um quadro vivo em tons de magia.

 

 

 

Por onde vai andar o Diogo Divagações nos próximos meses?

A trabalhar. Muito, e em muitas frentes. Continuarei sempre dedicado de alma à música mas, à parte disso, tenho um trabalho hoteleiro, que me faz também ter uma constante capacidade de renovação... assim essencialmente espero acima de tudo conseguir conciliar, conjugar e conviver de perto com a realização pessoal.

 

 

 

Que objetivos queres concretizar ainda este ano?

Lançar o disco e poder esquematizar uma tour para o próximo ano.

 

 

Muito obrigada, Diogo!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens.

 

À Conversa com Carolina Cardetas

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Carolina Cardetas ficou conhecida do grande público quando, aos 9 anos, participou no programa “Uma Canção Para Ti”, sendo finalista, tendo ainda participado no programa “A Tua Cara Não Me é Estranha Kids”.
A música é a sua paixão e, para além de estudar Jazz no Conservatório de Música de Coimbra integra, desde 2012, os concertos da Orquestra Smooth.

 

A preparar o seu primeiro álbum, que será editado ainda este ano, Carolina Cardetas apresentou, no dia 15 deste mês, o single “Amor de Verão” em formato digital.
O álbum, será um trabalho cujas raízes remontam ao estilo swing dos anos 20 e que é trazido para a atualidade através do uso de uma linguagem pop contemporânea.

 

A Carolina é a convidada de hoje, a quem desde já agradeço pela disponibilidade!

 

 

 

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Quem é a Carolina Cardetas?

Por onde começar? Há tanta coisa que posso dizer. Sou uma miúda que gosta muito de musica, desde muito pequena, gosto de estar com os meus amigos, sou um bocado teimosa, acho que sou divertida, gosto de dormir, prefiro o frio do que o calor, só gosto de manga se for verde…

 

 

Como é que a música surgiu na tua vida?

A música surgiu na minha vida muito graças ao meu pai, porque ele é musico e desde muito pequena que fui cantando, primeiro em casa e depois também para público, muito por influência dele.

 

 

Quais são as tuas principais referências a nível musical?

Esta é uma pergunta difícil.

Talvez a Camila, Ed Sheeran, Shawn… mas há imensos. 

 

 

Com apenas 9 anos, participaste nos programas “Uma Canção Para Ti” e “A Tua Cara Não Me É Estranha Kids”. Como foram essas experiências?

Adorei participar em ambos os programas porque tive conhecimento de como é o mundo do espectáculo e o mundo por detrás das câmaras e aprendi desde pequena a lidar com o facto de as pessoas me reconhecerem, ou com o facto de fazerem comentários negativos, mas faz tudo parte e gostei bastante de participar.

 

 

Nessa altura, costumavas cantar com o teu pai em bailes e festas de casamento. Ainda o acompanhas?

Acho que hoje em dia é mais ele que me acompanha a mim, acompanhamo-nos um ao outro, digamos assim.

 

 

Desde há alguns anos, tens sido convidada para integrar os concertos da Orquestra Smooth. Há algum momento em especial que te recordes e que te tenha marcado em particular?

Uma das coisas que marcou foi ter a possibilidade de tocar no salão Preto E Prata do Casino do Estoril, não só pela beleza do espaço, mas também pelas condições e por tudo o que o este representa. 

 

 

 

 

“Amor de Verão” é o teu single de apresentação. Quais são os teus “amores de verão”?

Os meus amores de verão… bem, a praia, piscina, festas de verão, a fruta, porque eu adoro frutas de verão, o facto de estar de férias e a minha irmã, porque como passamos o verão todo juntas é quando estamos mais próximas.

 

 

Como defines o teu estilo musical?

Este estilo musical é eletro-swing, que é uma junção do swing dos anos 20 com pop contemporâneo.

 

 

Estás neste momento a trabalhar no teu primeiro álbum. Já tens alguma data prevista para a edição do mesmo?

Ainda não há data prevista, não. Mas talvez lá para setembro/outubro, se tudo correr bem.

 

 

Se pudesses fazê-lo, que artista/banda escolherias para partilhar uma música, ou até o palco, contigo?

Tenho muita dificuldade em responder a estas perguntas porque há tantas pessoas com quem eu adorava partilhar o palco ou de ter uma musica com, de várias gerações ou estilos musicais. Mas vou dizer talvez o Ed Sheeran.

 

 

Que objetivos gostarias de ver concretizados, no futuro, a nível musical?

Gostava de poder pisar palcos em todo o país, e adorava fazer festivais, mas claro que o sonho era mesmo pisar palcos do mundo.

 

 

De que forma é que o público te poderá acompanhar e ouvir-te?

Para o público me acompanhar e me ouvir basta seguir-me nas minhas redes sociais, facebook, twitter e Instagram, onde vou pondo novidades e podem estar a par do que se vai passando! 

 

 

Muito obrigada, Carolina!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.

 

À Conversa com Miguel Rivotti

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Miguel Rivotti celebra os seus 25 anos de carreira em 2018, com o lançamento, em novembro, de um novo álbum "(Con)Tradição".
Contradição, porque contraria o “género musical” ao qual Miguel habituou o público que ainda hoje o segue, sem os querer contrariar. Com tradição, porque traz a este seu novo projeto de sonoridade contemporânea, a fusão de sons tradicionais que identificam a cultura musical portuguesa no mundo, com os sons de outras culturas.

 

Antes, brinda o público com o EP "Sempre Que O Fadista Canta", composto por três temas que farão parte do álbum.

 

Para conhecerem melhor Miguel Rivotti, aqui fica a entrevista:

 

 

 

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Quem é o Miguel Rivotti?

O Miguel Rivotti é um músico português que faz questão de entoar sempre com alma e coração cada palavra que canta.

Busco na arte sublime da música o meu conforto, o meu amparo e felicidade, e procuro através da mesma via, a música, proporcionar esse mesmo conforto, amparo e felicidade aos outros.

No fundo, tento que a minha música e a forma como abordo esta arte, seja um canal forte de comunicação entre as pessoas e que proporcione a todos quantos a ouvem momentos de felicidade e prazer. Se através da minha arte eu conseguir fazer alguém sentir-se melhor nem que seja por uns instantes, aí o meu objetivo é alcançado.

 

 

 

Como surgiu a música na sua vida?

Inicialmente, a música surgiu na minha vida de modo espontâneo, mas rapidamente passou a ter uma forma estruturada. Aos 4 anos de idade ingressei na classe infantil do Conservatório Regional Caloust Gulbenkian em Aveiro e nesse espaço, desde muito cedo tive uma educação privilegiada com acesso às diferentes áreas de expressão artística tais como Educação Musical, Piano, Canto, Dança Clássica, Expressão Plástica e Expressão Dramática.

Com regularidade assistia a concertos e pequenas audições que se realizavam no auditório do conservatório, visitava as diferentes exposições que se exibiam naquele mesmo espaço onde se valorizavam e apresentavam permanentemente as demais formas de expressão performativa.

Ou seja, o conservatório desde cedo foi muito importante para mim e cumpriu a sua função. Estimulou e educou!

Uma boa formação de base é muito importante numa criança e hoje sinto-me grato aos meus pais por me terem proporcionado essa oportunidade. Cedo percebi o poder comunicativo da arte e em particular da música e desde então fiquei apaixonado por essa forma de linguagem que nunca mais deixei.

 

 

 

Dedicar-se ao Fado foi algo que sempre teve em mente, ou acabou por enveredar por esse caminho de forma inesperada?

Não foi inesperado, mas também não foi programado. O Fado surgiu na minha vida muito cedo como um conjunto de músicas “muito interessantes” e cantado por figuras que enchiam um palco com a sua energia, carisma e imagem marcante.

Com o passar dos anos, o fado passou a falar diretamente para o meu íntimo, com melodias contundentes e letras que me surpreendiam a todo o momento, pois pareciam saber exatamente o que eu estava a sentir.

Aí, os fadistas deixaram de ser “só” figuras intensas e carismáticas e passaram a ser, para mim, almas cantantes, senhores de uma sabedoria imensa e capazes de acalmar as nossas mágoas e falar às nossas alegrias com um abraço ternurento transportado pelas guitarras.

É assim o meu fado! É de onde venho, onde estou e para onde quero ir. Reinventando-o com todo o respeito pela tradição, mas levando esta mágica longe e com força no mundo atual, “até que a voz me doa!”.

 

 

 

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O Miguel celebra, este ano, 25 anos de carreira. Quais são as principais diferenças que nota entre as suas primeiras músicas, e os temas mais recentes?

Diferenças bastante significativas, quer a nível do conteúdo textual e poético, quer em termos da estética e orquestração musical.

Sinto que no início da minha carreira eu cantava amores eufóricos e apaixonados, próprios da idade, e falava dos nossos primeiros desgostos de amor. Hoje canto o amor vivido, o verdadeiro sentido do amor, o desamor, a paixão, a alegria e o sofrimento, com experiência e saudade.

Acredito que o público que me ouviu ao início e me ouve agora compreenderá exatamente o que quero dizer e que reconhece o meu crescimento e maturação artística.

 

 

 

Para celebrar este aniversário, irá lançar em novembro um novo álbum “(Con)tradição”. Em que aspetos é que o público pode notar a (com)tradição que caracteriza o álbum?

“Contradição” porque contraria o género musical ao qual habituei o público que ainda hoje me segue, sem os querer contrariar. “Com tradição” porque apresento neste novo projeto de sonoridade contemporânea, a fusão dos sons tradicionais portugueses, tais como guitarra portuguesa, os bombos e os adufes, que identificam a nossa cultura, com outros sons do mundo, como a guitarra flamenca e a percussão afro e ibérica. Sinto que o (Con)Tradição é um roteiro perfeito para uma viagem aos “sons do mundo” encimado pela Alma Portuguesa.

 

 

 

Previamente ao lançamento do álbum, foi apresentado, a 1 de junho, um EP com 3 temas, que farão parte do mesmo. Pegando nesses temas, de que forma os completaria:

 

“Sempre que o fadista canta” com alma o verdadeiro sentido do Amor, o Homem conclui que é importante fazer “Renascer” todos os dias a vontade de sermos felizes. Para tal, importa acreditar, não perder a esperança num futuro melhor e alimentarmos diariamente a vontade de presentear quem nos ama com o melhor de nós, segredando-lhes em jeito de serenata, “Teu amor é flor” que deixaste em meu lugar, “Teu amor é a flor” que eu vou colher para te dar. Na sociedade consumista em que vivemos, a troca de afetos sinceros entre as pessoas começa a ser “coisa rara” pelo que importa apelar aos bons costumes como manda a tradição para que não vivamos contrários aos bons valores😊 (risos).

 

 

 

 

 

“Sempre que o fadista canta” é o nome deste EP. Pela sua experiência, que sentimentos pode despoletar no público um fadista, sempre que canta?

Acima de tudo deve despoletar no público um sentimento da “verdade das palavras” que o seu fado pretende transmitir.

Se eu canto um texto que não sinto, a verdade não acontece, e eu não consigo vestir a camisola na perfeição. Nesse preciso momento, o público será o primeiro a perceber que essa “verdade” está comprometida pela forma como nos entregamos aos temas que interpretamos.

Então eu sinto que, sempre que canto, devo colocar verdade e intensidade nas palavras e na forma como quero expressar a mensagem que tenho em vista. Quanto mais eu der de mim, maior e melhor será a comunicação com o meu público e eles serão os primeiros a reagir à minha entrega.

Sinto muito isso nos meus concertos. Vejo pessoas que vibram de alegria, mas também já vi pessoas que interiorizam de tal maneira as palavras e as melodias que canto, que choram de emoção, simplesmente porque aquela “estória” é a “história” deles também. Em cada concerto, sinto que tenho como missão proporcionar ao público uma viagem. Uma boa viagem! No final, levam um pouco de mim nas suas memórias. Levam de mim aquilo que para mim já não volta, mas que lhes ofereci com amor. A minha música, a minha energia, a minha entrega. Esse é o meu Fado!

 

 

 

De que forma contribuíram ou influenciaram, o contacto com músicos de diferentes culturas e em contextos diversos, a sua forma de ver a música, e criar a sua música?

Nós não vivemos num mundo isolado, muito menos os artistas, ao contrário do que as pessoas por vezes dizem que “vivemos num mundo à parte”.

Quando viajo, tenho a preocupação de estar atento às culturas locais. Gosto de conversar com as pessoas, procuro integrar-me o mais possível nos meios mais genuínos que me mostrem as culturas por onde passo, evitando que me mostrem somente o que é mostrado aos turistas. Gosto muito de participar em intercâmbios culturais que não estejam unicamente confinados à música e isto permite-me recolher mais informação que depois serve de inspiração ao que escrevo e canto.

A música local de cada cultura é de uma riqueza incrível e reflete a alma e o que há de mais genuíno de cada cultura. Confesso que sou um apaixonado pela etnomusicologia e sempre que posso faço investigação na área. Ao longo das minhas viagens e ao longo destes meus 25 anos de carreira, tive o privilégio de trabalhar com diferentes músicos, de diferentes países e todos eles trouxeram uma musicalidade e contributo artístico distinto, quer aos meus concertos, quer às gravações em estúdio.

Sinto muito orgulho nos músicos que me acompanham. São excelentes performers, compreendem muito bem a mensagem que pretendo transmitir na Tour (Con)Tradição e isso facilita muito o meu trabalho.

A par dos meus músicos, o meu manager é um excelente defensor da qualidade dos meus concertos e de toda a produção que é feita quer em estúdio quer ao vivo. Isso dá-me muita segurança quanto à qualidade do que apresentamos.

Somos, profissionalmente, muito perfecionistas e não descoramos os pormenores. O meu público merece o melhor de mim. Sinto que tenho a Team certa nesta nova fase da minha vida artística e estou-lhes muito grato por tudo.

 

 

 

Neste novo álbum, conta com a colaboração de autores e compositores, que assinam alguns dos poemas. Como é que surgiram estas colaborações, e como descreveria essa experiência?

Foi uma das melhores experiências que vivi até hoje em termos artísticos e um grande orgulho poder reunir pessoas de quem gosto e admiro muito, quer enquanto pessoas, quer enquanto profissionais.

Ter à minha frente pessoas genuínas, com um brilho fantástico nos olhos quando se falava sobre os poemas ou melodias certas para o “Miguel Rivotti”, fez-me sentir muito especial e acarinhado por todos eles.

Ao longo de um ano e meio que demorou a conceção global do álbum, o ambiente entre autores, compositor, músicos e técnicos, foi fantástico e facilitou muito todo o processo criativo. Formámos uma bonita família. O Ernesto Leite enquanto autor/compositor, o Mário Rui Pereira, enquanto autor, Cristina Caras Lindas e Dora Reis, autoras, tiveram uma capacidade fantástica para me radiografar e passarem para a escrita as palavras certas que combinam com a minha maneira de ser e de estar na vida. Este disco é autobiográfico. Sou eu!

 

 

 

Onde é que o público poderá ver e ouvir o Miguel Rivotti?

Para já iniciei a promoção do primeiro EP “Sempre que o fadista canta” na televisão, rádios, jornais, revistas, blogues da especialidade e outros, que tão simpaticamente têm apadrinhado este meu trabalho com a sua divulgação. Sinto-me muito grato! Confesso que não sei como agradecer tantas manifestações de apreço que tenho recebido da parte de tanta gente desde o dia 1 de junho a partir das redes sociais, através da página do facebook Miguel Rivotti Oficial, site oficial e até mesmo pelo Instagram.

O EP está disponível em todas as lojas e plataformas digitais e presente em 284 países. O segundo EP será lançado no 5 de outubro e traz aí uma surpresa 😊 à qual o público não ficará, de certo, indiferente ao som contagiante que irei apresentar.

Desejo muito colocar o nosso país a cantar melodias que se tornem viciantes. “Sempre Que o Fadista Canta” e o “Renascer” já são exemplo disso e o que aí vem será com toda a certeza melhor.

No dia 9 de novembro acontecerá a distribuição digital e física do álbum (Con)Tradição. Seguir-se-ão um conjunto de show-cases de apresentação do álbum em diferentes pontos do país durante os meses de novembro, dezembro e janeiro que também serão atempadamente anunciados nas redes sociais para conhecimento do público em geral.

Para já, conto com a ajuda do público que me segue e que gosta da minha música, na divulgação do videoclip do primeiro EP “Sempre Que o Fadista Canta”, esperando que este vos anime em grande no verão que se avizinha.

Boa sorte para todos!

 

 

 

Muito obrigada, Miguel!

 

 

Nota: Esta conversa teve o apoio da editora Farol Música, a qual cedeu também as imagens e o vídeo.

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