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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Já tomaram a Dose Diária do Sapo?!

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Quem anda pela plataforma do Sapo já deve ter reparado que o anfíbio cá do sítio andou a reunir uma equipa de especialistas para nos dar uma "Dose Diária" - a nova newsletter que nos acompanhará, de segunda a sábado, para dar a conhecer as últimas novidades sobre Desporto, Atualidade, Entretenimento, Tecnologia, Lifestyle e Motores.

 

A primeira dose acabou de chegar ao meu email, pela mão de Guilherme Duarte, que não foi de modas e trouxe "sarampo para toda a gente"!

Subscrevam também a vossa "Dose Diária".

 

 

Emoji: O Filme

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A minha filha queria ir ao cinema. De entre os filmes que haviam, ela escolheu este. E adorou!

Já valeu a pena por isso.

O meu marido ia adormecendo na primeira parte. Diz que a segunda parte compensou e deu o dinheiro por bem empregue.

 

Já eu, achei o filme mediano, tendo em conta o que já se fez, em termos de animação e mensagem a transmitir.

É actual, sem dúvida, e damos por nós a pensar em todos aqueles emojis que usamos no dia-a-dia nas conversas e mensagens. Damos por nós, juntamente com as personagens, a percorrer o visor do smartphone, e percorrer os espaços entre as diversas aplicações, entrando numas, saindo de outras, com direito a passwords, firewall, reciclagem, hackers e muito mais.

 

No final da primeira parte, a sensação foi: ok, muito giro, mas não passa nada para este lado. Já no final do filme, após a moral da história, fica a decepção por um enredo tão fraquinho.

 

A mensagem: a amizade está acima de qualquer protagonismo, porque de nada serve sermos os maiores, estando sozinhos, e devemos aceitar, e ser, aquilo que somos, e não aquilo que os outros querem que sejamos.

 

 

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O portador do smartphone, que vai colocar em risco a vida de todos os emojis

 

 

Resultado de imagem para emoji o filme

Hi-5, Gene e Rebelde, os salvadores da pátria

 

 

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A má da fita

Conseguirá o Homem actual viver sem internet?

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Estivemos cerca de um dia sem serviço Meo em casa.

Feita a comunicação, foi dito que iriam dar seguimento ao processo. Várias chamadas, e o assunto estava em tratamento. Teríamos que aguardar até 24 horas.

 

Enquanto isso...

 

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Não temos televisão:

Eu - não há problema, também não tenho tempo para isso com tudo o que há para fazer em casa, e à noite leio o livro que vai a meio

Marido - ficou sentado com a gata ao colo, a olhar para as moscas

Filha - nem se preocupou

 

 

Imagem relacionada

Não temos telefone:

Todos - não há problema, temos telemóvel

 

 

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Não temos internet:

Eu - ok, o que vale é que tenho no trabalho, mas vai-me impedir de participar numa reunião online

Marido - completamente passado, porque precisava de enviar e ver emails sobre trabalho, e nada de resolverem o problema

Filha - completamente passada, porque não conseguia ver vídeos, jogar, falar com os amigos, publicar no canal do youtube, e foi "obrigada" a deitar-se cedo porque não tinha nada para fazer, e a levantar-se cedo para ir para casa dos avós apanhar a net da vizinha

 

A internet, aquela que nos isola do mundo à nossa volta, é a mesma que nos liga ao mundo, e nos faz sentir deslocados, desinformados, autênticos extraterrestres, sem ela.

 

Conclusão: podemos até passar sem telefone fixo, e sem televisão. Mas, e sem internet, conseguiremos na actualidade e no futuro, viver sem ela?

 

 

 

A magia por detrás de um presente...

...que se perdeu no tempo.

 

 

Hoje senti...

Senti aquele cheirinho, do qual quase não me lembrava. Aquele cheiro a papel de embrulho, que há mais de 20 anos utilizavam para embrulhar os presentes.

Não um papel qualquer, que se pode cortar e levar para casa, retirado do hipermercado, nem tão pouco aqueles rolos que hoje encontramos em qualquer superfície comercial. Não aquele papel fraquinho, que se rasga ao mínimo descuido, mas um grosso e resistente, que se tentava poupar ao máximo.

Veio-me à memória as vezes em que eu ia, com a minha mãe, à mercearia da vila, e a dona da loja embrulhava uma prenda que tivessemos comprado, com um papel cheio de bonecos, se fosse para criança, ou com outro mais sóbrio, se fosse para adulto. Tinha o mesmo cheiro que senti hoje!

Até mesmo os laços eram mais bonitos, elaborados com mais dedicação, e não feitos à pressão e sem qualquer pingo de originalidade.

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Antigamente, havia toda uma magia por detrás de um presente.

Desde o momento em que o recebíamos, até descobrirmos o que ele escondia. Tentávamos desembrulhar com o máximo cuidado, para não rasgar o papel, que depois guardávamos como se de um tesouro se tratasse.

Cada presente era um mistério que ansiávamos desvendar. Lembro-me bem, por exemplo, de ver os presentes de Natal debaixo da árvore, e tentar adivinhar o que estaria lá dentro. Seria algo que tinha pedido? Que eu iria gostar? Ou seria uma decepção? E, quantas vezes, não íamos tentar espreitar, às escondidas dos pais, o que lá estava, tentando abrir com cuidado numa das pontas, e voltar a colocar a fita-cola no sítio, para ninguém perceber o que tínhamos feito.

Passado o Natal, só voltávamos a ver presentes por ocasião do aniversário, o que constituía outro momento mágico e solene!

 

 

Hoje em dia, oferecemos e recebemos presentes em qualquer altura do ano. Muitas vezes, os mesmos são comprados por obrigação, só porque é suposto. São comprados à pressa, sem nos preocuparmos sequer se é algo que irão gostar, ou que dará jeito. São uma forma de exibição do dinheiro e poder que se tem.

Hoje em dia, na maior parte das vezes, já sabemos o que nos vão oferecer, e aqueles a quem oferecemos já sabem o que vão receber. Os nossos filhos são os primeiros a pedir isto e aquilo. Muitas vezes, recebem antes do tempo.

Hoje em dia, por ser mais prático, compramos saquinhos para colocar as prendas dentro, aproveitamos um qualquer papel que temos lá por casa, ou utilizamos os ditos rolos, comprados para ter em casa, para quando der jeito. 

Os presenteados já não dão importância ao simples acto de dar ou receber um presente, e tudo o que ele envolve. Toda essa magia se perdeu...  

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