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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Quando vem do coração, tudo sai melhor!

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Vale para tudo.

Qualquer que seja a actividade, missão, profissão, projecto ou tarefa que abracemos, ou a que nos dediquemos, quanto mais o fizermos com alma e coração, melhor será desempenhada, e melhores resultados terá.

Em tudo, é preciso entregarmo-nos por completo.

Deixar as emoções vir ao de cima, e deixarmo-nos guiar por elas.

Deixarmo-nos conduzir pelo instinto, pelo nosso interior.

Deixar o corpo falar por nós.

Sermos nós mesmos.

Até podemos ser muito bons a imitar, a copiar, a seguir os passos do outros, a reproduzir aquilo que já foi feito.

Mas nada se compara àquilo que conseguimos criar, quando o nosso coração toma o comando. 

Porque tudo o que de nós sair será único. Será nosso. Será verdadeiro. Será sentido.

E isso, passará para quem está do outro lado.

 

 

Borboletas brancas: símbolo de protecção e paz

Significado da Borboleta - Dicionário de Símbolos

 

Não raras vezes, durante as minhas caminhadas, ou nos passeios pelo campo, deparo-me com borboletas brancas.

Dizem que estas borboletas são a alma dos entes falecidos, que nos brindam com a sua presença, e nos protegem.

Verdade ou mito, certo é que, sempre que as vejo, transmitem-me paz, serenidade, a sensação de que tudo vai correr bem, e dou por mim a sorrir.

E por aí, há algo que vos transmita sentimentos semelhantes?

O que sentem quando vêem estas borboletas?

 

 

 

Festival Eurovisão da Canção: A História dos Fire Saga

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Estava curiosa para ver este filme, sobre o Festival da Canção, onde Salvador Sobral iria fazer uma participação especial.

Sabia que era uma comédia, que não é o meu estilo favorito. Quando vi que o filme tinha uma duração de 2 horas e meia, assustei-me.

Mas fui-me deixando-me levar. E não dei por passar o tempo. Quando dei por isso, já estava a acabar.

 

Como comédia, é muito fraco, forçado e poucas cenas tem, que me façam rir.

Também não é propriamente uma história sobre o festival da canção que, aqui, serve apenas de fundo para uma comédia romântica.

Às tantas, aparece-nos no ecrã, sem qualquer propósito, que não seja dar destaque aos participantes do Festival da Canção, Jamala, Conchita, Netta, Alexander Rybac e John Lundvik.

Também Salvador Sobral tem direito a uma participação neste filme, mas ao seu estilo, com simplicidade, e beleza.

Demi Lovato interpreta a candidata favorita a representar a Islândia no Festival da canção mas, confesso, só soube que era ela quando vi o elenco! 

Gostei de algumas das músicas, e imaginei-as como candidatas ao festival, ou mesmo como hits das rádios. Melhores que muitas que por aí andam, ou que por lá já passaram.

 

Sobre a história:

Lars é um miúdo que cresce com um único sonho na vida: representar a Islândia no Festival da Canção, e pisar o grande palco. E, se possível ganhar. 

Nesse sonho, acompanha-o a sua amiga Sigrit, uma menina que adora cantar e que, à medida que cresce, se vai apaixonar por Lars.

Juntamente com Lars, vão formar a banda Fire Saga, que é totalmente descredibilizada e ridicularizada pelos islandeses.

Sigrit tem talento, mas falta-lhe cantar com alma e paixão. Todos acham que o caminho dela seria mais feliz se se afastasse de Lars. Mas ela fá-lo por ele, e para que ele possa realizar o seu sonho.

Já Lars, está tão focado da Eurovisão, que não vê mais nada à frente. Ele compõe, ele confecciona as roupas, ele escolhe os arranjos e os temas, ele imagina cenários, enfim, ele trata de tudo, e Sigrit segue-o nessa aventura.

Até ao dia em que tudo muda.

Sigrit é uma artista, no verdadeiro sentido da palavra. Lars é uma criança com mau perder, e que não sabe lidar com as contrariedades. Isso vai afastá-los, e deitar tudo a perder, com a mãozinha dos vilões da história, claro.

Portanto, como comédia romântica, não está mau de todo, embora não seja nada por aí além, como outras que já vimos.

 

Sendo assim, bem espremido, o que se pode tirar do filme?

Algo tão simples e tão importante, que devemos aplicar em tudo na vida:

- em qualquer relação, deve-se rumar no mesmo sentido, trocar opiniões, chegar a um consenso ou entendimento, ouvir os dois lados, para que as coisas resultem

- por vezes, estamos tão obcecados com um determinado objectivo pessoal, que arrastamos todos connosco sem, por um momento, pararmos para olhar se essas pessoas não terão, também elas, os seus próprios objectivos e sonhos, se não estamos a ser egoístas, se não estamos, em nome de uma obcessão, a arruinar algo muito melhor que, e que nos pode fazer mais felizes 

- por vezes, aquilo que realmente importa, está nas coisas mais simples

- é bom vencer, mas não é tudo na vida, e aquilo que para uns é uma derrota pode ser, para outros, um conjunto de pequenas vitórias muito melhores de saborear

- a melhor música, é aquela que se canta com o coração, com alma, com sentimento

 

E acho que esta música, uma verdadeira candidata a um próximo festival da canção, que já está na minha lista das favoritas, resume tudo o que acabei de mencionar.

 

 

Existe vida para além da morte?

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Testemunhas de Jeová - parte 4

 

Testemunha de Jeová: 
- Acredita na vida depois da morte?

Eu:
- Não descarto essa possibilidade, mas só quando morrer poderei comprovar se é verdade!

 

Testemunha de Jeová:
- A resposta a essa pergunta está na Bíblia.

Eu:
😲 Não me digam que já alguém morreu, e voltou para contar!

 

 

 

A morte é algo em que não gosto de pensar, se a isso não for obrigada.

Por muitas questões que possa colocar, sei que nenhuma terá uma resposta concreta, e que me satisfaça.

E digamos que, pensar que daqui a uns tempos não serei mais que um corpo enterrado num caixão a ser comido pelos bichos, sobrando apenas meia dúzia de ossos, e que tudo se acaba ali, que não serei mais ninguém, deixando simplesmente de existir, daria comigo em louca.

 

"Ah e tal, se encarássemos a morte como algo natural, não sofreríamos tanto."

 

A morte é algo natural (a não ser quando nos matam). Todos sabemos que vimos a este mundo de passagem e que, o que temos de mais certo na vida, é a morte. Acontece com as plantas. Acontece com os animais. E connosco não seria diferente. Mas nem por isso deixa de ser um mistério, uma incógnita, de fazer sofrer quem fica, pelos que partem. E por saber que um dia calhará a nós.

Por isso, evito pensar no assunto, esmiuçá-lo.

 

 

Mas, como é óbvio, quando nos morre alguém, é difícil ignorá-lo e, nesses momentos, agarramo-nos à possibilidade de a nossa existência ter um propósito maior que a mera passagem por esta vida.

À esperança de que os nossos entes queridos estejam em algum lugar, quem sabe à espera para nos receber um dia, embrenhados em novas missões, dando continuidade ao trabalho feito por cá.

À hipótese de, o fim, não ser o fim.

 

 

Eventualmente, consola-nos pensar que o nosso espírito reencarnará num outro corpo, e viverá novamente, ainda que, ao contrário da ficção, não nos recordemos dessas outras vidas passadas, regressando ao mundo com um livro (e memória), totalmente em branco.

 

 

Mas certezas mesmo, não temos. 

Apenas suposições, desejos, crenças. E isso não me basta, de todo.

À Conversa com os 2640

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Natural de Mafra, este grupo, formado por nove elementos, decidiu juntar-se para mostrar que fazer música é algo especial.

Começaram do zero, escrevendo e produzindo as suas próprias músicas, tendo também passado pela experiência de gravar o primeiro videoclip da banda.

São os 2640 os convidados de hoje, a quem agradeço desde já a disponibilidade para participarem nesta rubrica! Deixo-vos com a sua entrevista:

 

 

 

 

Quem são os “2640”?

Somos um grupo de amigos que cresceu em Mafra. O grupo é composto por 9 elementos (8 Mc´s e 1 produtor de vídeo), uma família que reúne 9 personalidades diferentes, com vivências muito parecidas que, através da música, relatam o que pensam e dão a conhecer um pouco de cada um.

 

Porquê “2640” para nome da banda?

No início, a preocupação era meramente musical. Depois, surgiram algumas dificuldades na procura de um nome que nos definisse. Posteriormente, em debates de grupo, não chegámos a um consenso e, pondo de lado esse assunto, continuámos a desenvolver os nossos projetos.

Entretanto, o nome surgiu no seguimento de uma conversa, em que um dos elementos deu a ideia de 2640, nome que representa o nosso concelho, onde crescemos e aprendemos os valores que temos hoje, ao fim ao cabo são as nossas raízes.

 

Quando é que surgiu a vontade de formarem a vossa banda e fazer música em conjunto?

Começámos em 2015, na casa de um dos integrantes deste grupo, o U~. Era um espaço em que nos costumávamos juntar, tanto pelo convívio, como para gravação de algumas maquetes, e ao longo do tempo foram-se juntando ao grupo alguns amigos com o mesmo gosto, a música, em particular o Rap.

 

Quais foram as maiores dificuldades com que se depararam, e que ainda enfrentam nesta fase inicial?

As principais dificuldades com que nos deparámos foram a falta de conhecimento a nível técnico, no que toca a música e à sua produção, e conseguir conciliar a vida de 9 pessoas diferentes num só projeto. Dificuldades estas que temos de ultrapassar de forma autodidática.

 

Como caracterizam o vosso estilo musical?

O nosso estilo musical é RAP, ritmo e poesia inspirado na sua época de ouro (golden era), os anos ’90.

 

Quais são as vossas maiores referências a nível musical?

As nossas maiores referências a nível musical, enquanto grupo, são Wu-Tang Clan, Racionais MCs, Big L, KRS One, entre outros.

Em Portugal, os Dealema, Sam The Kid, Da Weasel, Xeg, Chullage, Allen Halloween, entre outros.

 

 

 

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“Rap Raiz” e “Alma” são dois dos temas que já podemos ouvir. Todas as músicas são da vossa autoria?

As letras são da autoria de cada elemento. A gravação, masterização e captação é realizada por nós no Estúdio 2640. Os instrumentais, por enquanto, não são da nossa autoria, porém estamos a trabalhar nisso.

 

Do que falam as vossas músicas?

Através das nossas músicas tentamos expressar as nossas vivências, experiências e sensações. Resumidamente, tentamos transmitir aquilo que somos e aquilo que pensamos.

 

“Alma” conta também com videoclipe. Como foi gravá-lo?

Foi um trabalho enriquecedor de onde retirámos experiência e alguma bagagem para futuros projetos, conseguimos perceber todo o processo envolvente à gravação de um videoclipe. Queremos aproveitar para agradecer ao nosso produtor/realizador, Miguel Brito, pelo seu profissionalismo, entrega e espírito de grupo.

 

Sendo os “2640” uma banda de Mafra, o que consideram que mais falta faz, em termos de divulgação e promoção dos artistas/ bandas do concelho?

Achamos essencial um maior envolvimento da Câmara Municipal de Mafra na promoção e divulgação, isso poderia ser feito através da:

  • Criação de eventos musicais com estilos mais alternativo
  • Criação de eventos musicais exclusivos a bandas recentes e bandas do concelho
  • Criação de um estúdio comunitário para todas as bandas do concelho.

 

O próximo passo será a edição do primeiro álbum de originais da banda?

O próximo passo ainda não será um álbum de originais, mas temos alguns projetos a ser desenvolvidos.

 

Quais são os vossos planos para este ano de 2017, a nível musical?

Para este ano temos em mente dar a conhecer ao público vários projetos com as mais diversas temáticas.

 

 

Muito obrigada! E votos de muito sucesso para o futuro!