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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Alta Mar - segunda temporada

Quem matou Rosa Marín?

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Se já tinha gostado da primeira temporada, posso dizer que esta segunda está ainda melhor!

 

Relembrando que, depois de tantas desconfianças, relativamente a diversas personagens, aparentemente, tudo ficou esclarecido, e os culpados detidos, até à chegada ao Rio de Janeiro.

Só algo nos deixou expectantes: um bote à deriva no mar, com meia dúzia de pessoas, a fazer prever que, afinal, poderá não estar tudo terminado mas, sim, apenas a começar.

 

Na segunda temporada, os ditos náufragos são resgatados e levados para o navio.

Depois de examinados pelo médico de serviço, são-lhes facultados camarotes, para que possam descansar e ficar instalados até ao final da viagem.

A mais misteriosa é Casandra, uma mulher que afirma ter o dom de pressentir acontecimentos, ter premonições ou sentir energias negativas.

Se há quem acredite nela, também há que duvide e encare tudo o que ela diz com cepticismo.

Eva é uma dessas pessoas que não acredita naquilo que não tenha uma explicação lógica.

 

Casandra diz que alguém morreu naquele navio, há muito tempo, e que o seu corpo ainda lá está.

Os passageiros, incluindo Carolina, vêem mesmo o fantasma dessa mulher.

Os ânimos exaltam-se, e sucedem-se acusações e desconfianças.

Quem matou, afinal, Rosa Marín? E porquê?

 

Uma coisa é certa: o assassino está a bordo!

E a chave para a resolução do mistério, numa pessoa que jamais imaginaríamos.

Até lá, todos nos irão parecer suspeitos.

 

Paralelamente ao mistério em torno de Rosa Marín, decorre a tentativa de fuga de Carlos, pai de Eva e Carolina, com a amante. Conseguirá ele levar o seu plano avante?

 

Alta Mar explora ainda a descoberta da homossexualidade, e como isso poderá afectar toda uma vida planeada, bem como traição e redenção, confiança, suicídio, ganância e amores proibidos.

 

Quanto ao fantasma, existirá mesmo?

Ou não passará tudo de uma farsa?

 

E que segredos esconde cada uma daquelas personagens, incluindo Casandra?

 

Foram 8 episódios que passaram num instante, e deixaram com vontade de mais.

Haverá novas temporadas, agora que o navio atracou, finalmente, no Rio de Janeiro, e todos rumaram às suas vidas?

Haverá novas viagens à espera daquelas personagens?

Que segredos poderão ainda estar ocultos?

 

 

 

Alta Mar é... altamente!

 

"A história passar-se nos anos 40, a bordo de um navio transatlântico, que vai de Espanha para o Brasil, e foca-se em duas irmãs que embarcam à procura de uma nova vida e por lá conhecem outras personagens.
Durante a travessia, ocorre um assassinato e, ao se investigar a origem do crime e a identidade do assassino, começam a desvendar-se segredos obscuros.
Amor, intriga e uma teia de mentiras entrelaçam-se, a bordo de um navio que guarda um segredo terrível nas suas entranhas e onde cada camarote encerra uma história. Só uma coisa é certa: o assassino está a bordo."

 

 

Desde que li a sinopse desta série, que iria estrear em Maio na Netflix, que fiquei curiosa para a ver.

Aliás, esta, e mais umas quantas.

Mas, das que tinha começado a ver, fiquei-me pelo primeiro episódio.

Já esta, vi-a toda no mesmo dia!

 

 

São 8 episódios em que chegamos ao fim de um, com uma cena que nos faz querer ver logo o seguinte, e assim sucessivamente, até ao final.

Em cada episódio, suspeitamos de uma personagem diferente e, quando achamos que, afinal, aquela personagem até é boa gente, a série troca-nos as voltas. Mas, depois, nem tudo é o que parece e, talvez, aqueles que parecem culpados não o sejam.

E é assim que a série vai baralhando as cartas e deixando-nos em suspense, sem saber o que vai sair dali, e quem é culpado, ou inocente.

 

 

Eva e Carolina embarcam no navio de Fernando, noivo de Carolina, com destino ao Brasil, e casamento marcado durante a travessia, a bordo do mesmo.

A acompanhá-las, a governanta, a filha desta, e já no navio, o tio de ambas, Pedro, e o Dr. Rojas.

A viagem surge como um recomeço para todos, após a guerra, e depois do falecimento do pai de Eva e Carolina, e a venda da sua fábrica de sapatos.

 

 

Logo antes da chegada ao navio, Eva acaba por ajudar uma desconhecida que quase atropelaram, levando-a escondida num baú para dentro do navio.

Mais tarde, essa mulher é atirada ao mar, e Eva tenta investigar quem o poderá ter feito. Até que um passageiro de terceira classe confessa o crime, acabando o mesmo por ser encontrado morto, num suposto suicídio.

Alguém quer que a verdade permaneça oculta, e os passageiros tranquilos durante a viagem mas, ainda assim, são visíveis as distinções entre classes, e a forma como são tratados.

Por outro lado, percebe-se que alguém anda atrás de algo que as irmãs trouxeram para o navio, e que as pode colocar em perigo. Algo que terá a ver com a utilização ilícita da empresa de sapatos do pai, para negócios duvidosos. Uma prova que poderá levar alguém mpara a cadeia por muitos anos, e que tem de ser eliminada a qualquer preço.

 

 

E, basta confiar na pessoa errada, para que as consequências sejam as piores que se poderia imaginar.

Conseguirão Eva e Carolina perceber quem está, de facto, do lado delas?

Conseguirão escapar com vida?

E se o inimigo for a pessoa mais próxima, e a quem mais amam? 

 

 

 

 

 

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