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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

A confusão que uma informação mal dada pode gerar

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O meu senhorio andou em obras, para arrendar uma divisão desocupada que tinha a um novo inquilino.

Na altura dos trabalhos, falou-me que tinham que cortar uma parte do muro para colocar os contadores da luz na rua.

Noutro momento, disse-me que estava demorado porque teve que dividir o prédio nas finanças, e que entretanto a morada ia mudar porque, no sítio onde os contadores iam ficar, já era outro arruamento.

Isto, dito assim por alto, sem nada em concreto.

 

 

Passaram-se vários meses.

Um dia, foi lá a casa, avisar que tínhamos que ser nós, como inquilinos, a pedir a alteração do contador do interior para o exterior, e que agora iam ser uns contadores novos, inteligentes, que enviavam a contagem automaticamente. Informou que tínhamos que ir à loja EDP que cá há. Que a EDP poderia achar que estávamos a "roubar" electricidade.

Fiquei renitente, porque não tinha mais informação nenhuma, e não sabia se era só lá chegar e dizer isso. 

Como não tenho tempo para andar em lojas, liguei para a EDP distribuição, e fiz o pedido de alteração de contador do interior para o exterior, como o senhorio tinha falado. Decansaram-me relativamente a multas, que não se colocavam nestes casos.

Entretanto, quando ele me perguntou se já tinha pedido a alteração, disse que sim, mas por telefone. Ficou danado, e a reclamar, que por telefone nunca mais faziam nada, e que devia ter ido à loja, porque na loja era de um dia para o outro, como aconteceu com ele e o novo inquilino.

 

 

Uns dias depois, veio fazer um "ultimato" - tinha que ir na segunda-feira seguinte, sem falta, à loja, porque senão, se fosse lá uma fiscalização, pagava ele uma multa, o electricista também, e eu como inquilina.

Nesse mesmo dia, depois de lhe ter dito que o pedido estava feito, e que teria que aguardar o prazo que me tinham dado, quando cheguei das compras, tinha o electricista à porta. 

Também ele a bater na tecla que tinha que arranjar forma de ir à loja, que me desenrascasse, que perdesse 5 minutos de que maneira fosse, para não haver problemas e pagar multas. E que por telefone não fazem nada. Pedi-lhe para me explicar exactamente o que queria. Primeiro era alteração, depois falava em substituição, não nos estávamos a entender. E o tom de ameaça, a querer mandar na minha vida, só para fazer o que queria, deixou-me com a pulga atrás da orelha, de que talvez tivesse feito alguma coisa que não devia, e agora estava com medo.

 

 

Para não ter mais problemas, e não fazerem dessa mudança, ou seja lá o que raio for, uma perseguição diária, fui à loja. Como eu esperava, com as poucas informações que tinha, não podiam ajudar. Para determinado tipo de situação, tinha que ser o senhorio ou o próprio electricista. Para outras, podia ser eu, mas não era assim tão rápido. Às tantas, liguei para o electricista, e passei o telemóvel à funcionária, para ele explicar o que pretendia.

A funcionária, depois de desligar, esteve a pesquisar. Ele dizia que havia uma ordem de serviço. Ela dizia que não havia nenhuma. Acabou por me dizer para esperar que a EDP me contactasse, e não ligasse ao que os outros diziam.

Mais tarde, aqui perto do meu trabalho, lá veio o electricista ter comigo novamente, para saber se já tinha novidades. Disse-lhe que tinha que esperar, que foi o que disseram na loja.

 

 

Esta semana voltei à loja. Não se lembravam já do assunto, e voltaram a não saber responder, e que se o electricista ou o senhorio tivessem dúvidas, para irem lá eles.

Voltei a ligar para a EDP Distribuição. O meu pedido telefónico estava na mesma, mas iam colocar uma nota, porque já tinha passado muito tempo.

E explicou-me então que, o que eu pedi, é apenas para tirar o contador que está em casa, e colocá-lo na rua. Nada mais.

Para ter um contador novo, só esperando por uma carta da EDP, a avisar que a própria vai fazer a substituição (e naquele local não é o caso ainda), ou posso pedir à EDP comercial um contador novo, e depois alguém irá entrar em contacto, se der para fazê-lo.

De qualquer forma, como já tenho um pedido feito, pode ser que, quando lá forem, entendam colocar o novo, e para aguardar.

Os casos do meu senhorio e do inquilino foram mais rápidos, mas por outras situações que naa têm a ver com o meu caso.

Quanto às multas, só se o selo do contador foi quebrado sem autorização, já que é algo que só a EDP pode fazer ou, fazendo-o o electricista, ele tem que emitir uma declaração, para eu apresentar. Pediu-me para ver o contador e, se achar que algo não está bem, ligar para lá e enviam um técnico.

 

 

Já podem perceber a confusão, stress e perda de tempo que esta informação mal dada gerou. Não teria sido mais simples se tivesse explicado ao certo o que era para pedir? 

 

 

E a história da alteração da morada é outra que ainda vai gerar confusão. Um dia, cheguei a casa e deparei-me com um número de polícia no muro. Ninguém me avisou nem disse nada sobre o assunto. Deduzo que, daqui em diante, terei que alterar a morada, para aquela que suponho ser a nova. 

Mas, como ninguém ainda me disse nada, até estou com receio de o fazer, e não receber a correspondência. 

 

 

Parece que, por vezes, as pessoas falam demais sobre aquilo que não interessa, e têm medo de explicar o que realmente é importante, economizando nas palavras, e gerando dúvidas que não ajudam ninguém.

 

Socorro, adulteraram a minha caixa de email!

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Já tinha acontecido à minha filha. 

Um dia, quando entrei, estava completamente diferente e eu pus-me a olhar para aquilo como se tivesse acabado de ver um ET à minha frente!

 

Já tinha acontecido ao meu marido, que começou a reclamar porque é que aquilo agopra aparecia assim, se não tinha feito nada para mudar.

 

E, hoje, aconteceu-me a mim.

Sem aviso, sem hipótese de escolha, sem poder retroceder e voltar ao que era antes.

Mudaram-me o Outlook, e eu fiquei especada, qual parola a ver pela primeira vez uma inovação tecnológica que já todos dominam, menos eu!

Até aqui, andava satisfeita da vida por continuar a ter a versão de sempre.

 

Sim, sou avessa a mudanças. Não gosto, fico possessa. Depois, lá me habituo, com o tempo.

Mas, nessa altura, o mais certo é tramarem-me outra vez, com uma versão ainda mais melhorada!

Eu bem disse que era uma oferta boa demais!

 

Lembram-se daquela proposta de tarifário espectacular que a Meo me fez, e que me ocupou quase toda a hora de almoço?

Pois bem, isso aconteceu numa sexta-feira. Nessa tarde, enviei a mensagem com o código, que recebi no email, para adesão à proposta. Nunca cheguei a receber a mensagem no telemóvel, de que me tinham falado. Só depois percebi porquê: tinham enviado a mesma para o meu telemóvel da vodafone!

Na segunda-feira seguinte, tendo deixado o telemóvel de serviço no escritório, ligo para o meu patrão do telemóvel, achando que tinha o tarifário activado, e não ia pagar a chamada. Mas paguei!

Liguei para a Meo, que me confirmou que, de facto, estava lá o meu pedido, mas que o colega que falou comigo deve ter efectuado de forma errada o procedimento.

Passaram-me para uma colega, que voltou a analisar, voltou a confirmar todos os dados e informações que o outro já me tinha pedido, e me disse que ia enviar para a Meo resolver o quanto antes.

Já passou mais de uma semana depois desse telefonema, já tive que carregar novamente o telemóvel, uma vez que continuo com o meu tarifário habitual, e nem um contacto da Meo.

 

O que só me leva a crer que:

 

- Ou a Meo não está minimamente interessada em conceder essa promoção fabulosa e, nesse caso, escusava de andar a contactar os clientes e fazê-los perder tempo com uma coisa que não têm qualquer intenção de oferecer

 

- Ou os funcionários que nos contactam, ou contactamos, não têm qualquer competência para proceder a uma mera alteração de tarifário

 

Numa situação ou noutra, a Meo acaba por ficar mal vista e desacreditada. 

Na Wook existem grandes coincidências!

 

No ano passado mandei vir 3 livros escolares pela Wook. Ao fim de um dia ou dois, estavam cá, sem qualquer problema.

Este ano, e porque me compensava mais mandar vir os livros da Wook (com desconto imediato e em plano poupança) do que comprá-los na livraria do costume, fiz a encomenda online.

A Wook avisa de imediato que, tratando-se de livros escolares, pode haver atrasos na encomenda. E, de facto, quando fui consultar o estado da mesma, verifiquei que tinham todos os livros reservados à excepção do livro de Ciências Naturais, que estava encomendado ao fornecedor.

Aguardei 3 semanas. Afinal, se tivesse encomendado na livraria, também tinha que esperar que eles viessem. Mas como não enviavam os restantes sem terem aquele, e porque já tinha passado tanto tempo, enviei um email a perguntar se tinham alguma previsão, e se seria melhor mandar vir a restante encomenda, e cancelar aquele artigo, para comprar noutro lado. 

Responderam-me aquilo que eu já sabia e tinha visto no site, ou seja, nada que me ajudasse!

Esperei mais uns dias até que, já farta de esperar, selecionei a opção "enviar já os artigos disponíveis". Fui avisada que isso implicaria alterações ao valor da encomenda, nomeadamente, nos portes de envio para o livro que ainda estava pendente, mas segui em frente.

No dia em que paguei o valor adicional, verifiquei no site que os livros apareciam enviados, mas a encomenda continuava em processamento. Talvez devido ao outro livro, que continuava encomendado ao fornecedor. 

Um dia depois de toda esta operação, recebo um email a dizer que a minha encomenda tinha sido enviada. Todos os livros! Incluindo aquele que antes estava encomendado ao fornecedor!

Ou seja, no dia em que peço para me enviarem os outros e pago o valor adicional dos portes, enviam-me a primeira encomenda. No dia seguinte, por pura e mera coincidência, o livro que até áquele momento estava encomendado, chegou miraculosamente, e é-me imediatamente enviado!

E ainda dizem que não há coincidências!

 

Novo prazo para a liberalização de gás e electricidade

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Se ainda não mudaram para o mercado liberalizado de gás e electricidade, têm agora até 31 de Dezembro de 2017 para o fazer.

Antes da formalização deste adiamento, quem tinha potências de electricidade contratadas iguais ou superiores a 10,35 kVa e/ou consumos de gás iguais ou superiores a 10000 m3 anuais, teve de procurar um fornecedor alternativo até ao final de 2014.

Já para aqueles que tivessem uma potência de electricidade e consumos de gás inferiores aos atrás referidos, o prazo era até 31 de Dezembro deste ano para fazer a transição.

Artur Trindade, que assina esta portaria, afirma que a transição "está a correr bem porque as pessoas estão a sair do mercado regulado".

Eu fui uma das que já procedeu a essa alteração, há pouco mais de um mês. No meu caso, só no respeitante à electricidade, e não houve dúvidas quanto à empresa fornecedora. Era só uma questão de tempo.

Mas todos aqueles que ainda têm dúvidas, que não sabem qual a melhor opção para o seu caso, que ainda nem pensaram no assunto ou que gostam de deixar para o fim a mudança, têm agora mais dois anos para fazer a alteração!

 

 

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