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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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À Conversa com Rosário B. Gonçalves

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Rosário B. Gonçalves, nascida e criada numa pequena aldeia de Monção, a norte de Portugal, é apaixonada pela escrita desde sempre.
Menina de campo que era, ia com o rebanho de ovelhas para o pasto e, debaixo do braço, levava o bloco de notas e uma caneta, para aí expor as suas histórias.
No entanto, só este ano tomou finalmente coragem e lançou o seu primeiro livro.
"Amor em Tempo de Férias" é a concretização de um sonho de adolescente.

 

 

Deixo-vos com a entrevista a Rosário B. Gonçalves, a quem desde já agradeço pela disponibilidade!

 

 

 

 

Quem é a Rosário B. Gonçalves?

A Rosário é uma rapariga que nasceu no seio de uma família grande, numa terra pequena do alto Minho. Cresceu num ambiente rural, rodeada de belas paisagens, animais e de uma família tradicional, com negócio próprio.

Desde pequena que ajudava no negócio de família e o tempo que lhe restava era dedicado a sonhar, a imaginar….tudo isto era transportado para o papel.

A Rosário é uma sonhadora e uma romântica.

 

 

Como é que surgiu a paixão pela escrita?

Desde pequenina que adorava escrever, adorava quando a professora dizia que tínhamos que realizar uma redação, pegava no lápis e dava asas à minha imaginação.

Com o passar do tempo comecei a ler a sinopse e o final dos romances, comprados pelas minhas irmãs mais velhas e comecei a inspirar-me. Peguei no papel e decidi passar à fase seguinte, escrever tudo o que me vinha à cabeça.

 

 

Quais são os autores nacionais/ internacionais que mais a inspiram?

Leio bastante, gosto de ler de tudo um pouco, aventura, romance, drama, mistério.

Embora estejamos a falar de temáticas diferentes e não esteja relacionado com a minha forma de escrever, eu gosto nomeadamente de Dan Brown, Nicholas Sparks e EL. James, Paulo Coelho está também entre as minhas escolhas.

Como referi anteriormente, lia também as sinopses e final dos mini romances, como Sabrina, Harlequin, Bianca, Barbara Cartland, entre outros.

 

 

 

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O que a levou a optar pelo género romance?

Li tantos livros de romance e vi tantos filmes românticos, que poderia ter sido um fator que desencadeou esta paixão pelo género romance. Para além disso, gosto de sonhar, de viver uma paixão platónica, gosto de imaginar que existe um amor ideal.

 

 

Em que momento é que decidiu que queria transformar as histórias do seu bloco de notas num livro?

Sempre foi um sonho tornar as minhas historias possíveis de serem conhecidas.

No entanto, decidi fazê-lo num momento em que me sentia mais desiludida com a vida.

Tenho várias histórias, escritas desde adolescente, guardadas no armário a ganhar “pó”, à espera de uma oportunidade para verem luz.

 

 

A Rosário já viveu um “Amor em Tempo de Férias”?

Até ao momento ainda não, fico-me apenas pela minha imaginação. Quem sabe um dia….

 

 

Se pudesse escolher um destino, onde gostaria de encontrar esse amor, qual seria?

Gostaria de encontrar esse amor num país tropical, onde predominassem as praias de águas cristalinas, areia fina e clara e com paisagens sem igual. Estas são para mim as características mais apelativas para viver um romance. Porque não o Brasil?

 

 

Relativamente à personagem Pedro Miguel (Adónis), considera que pode perfeitamente ser um homem real, ou é, talvez, demasiado perfeito para isso?

Na minha perspetiva creio que é demasiado perfeito, mas quando idealizamos algo vamos sempre ao encontro da perfeição. No entanto, acredito que existe em cada homem um pouco dessa mesma perfeição.

 

 

Na sua opinião, um amor verdadeiro pode vencer as barreiras (língua, distância, cultura, profissão e outras) que se interpõem entre duas pessoas, e resistir?

Não digo que seja fácil, no entanto, havendo força, coragem, disponibilidade e amor, qualquer barreira, no meu ponto de vista, se poderá ultrapassar.

Estou a falar teoricamente, porque na realidade poderá não ser bem assim.

A minha ilusão faz-me crer que sim, temos que pensar sempre numa perspetiva positiva e transportar esse positivismo para uma relação.

 

 

 

 

“Amor em tempo de Férias” foi lançado recentemente, em setembro deste ano. Que feedback tem recebido por parte dos leitores?

Tenho tido feedback bastante positivo, para ser o meu primeiro livro lançado. As pessoas estão curiosas por saber se existe alguma veracidade nesta história, para além de perspetivarem uma continuação deste romance.

 

 

Escrever novos romances faz parte dos seus planos? Poderá haver uma trilogia, estando as próximas histórias relacionadas com as amigas da Inês?

Escrever não faz apenas parte dos meus planos, mas da minha vida.

Escrever romances é uma escapatória para mim, é o meu ponto de encontro é o meu refúgio.

Embora este seja o meu primeiro livro publicado, escrevo desde cedo e tenciono continuar a fazê-lo. Neste momento, já estou a escrever um novo romance, foi-me surgindo e fui lhe dando vida, mas não está relacionado com o que publiquei.

Gostaria no futuro de fazer essa trilogia, no entanto, não basta querer e não me quero pressionar, quero que surja por si só e quando aconteça seja empolgante.

 

 

Muito obrigada, Rosário!

 

 

*Esta conversa teve o apoio da  Chiado Editora, que estabeleceu a ponte entre a autora e este cantinho.

 

 

Amor em Tempo de Férias, de Rosário B. Gonçalves

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Quem já não viveu, ao longo da sua vida, uma paixão ou amor de verão? E quem diz verão, diz férias!

De repente, saímos da nossa zona de conforto, rumo ao desconhecido. Saímos da rotina, para entrar num mundo diferente e muito mais emocionante. De um momento para o outro, estamos no paraíso, e encontramos "o tal".

Sabemos que as férias são isso mesmo, apenas uns dias fora, e que depois voltaremos à nossa realidade, à nossa vida normal.

Ainda assim, é possível viver um amor que parece, à partida, condenado?

Embora a mente nos diga que é melhor não arriscar ou que, arriscando, devemos estar cientes daquilo em que nos estamos a meter, estará o coração igualmente preparado?

Pode um amor de férias, transpôr as barreiras que o limitam a esse período, sobreviver e perdurar fora desse contexto?

 

 

Nesta história de Rosário B. Gonçalves, três amigas - Inês, Andreia e Raquel, vão passar duas semanas de férias ao Brasil. 

Inês conhece Pedro Miguel - o seu Adónis - como ela o apelida, e vivem um romance que sabem ter os dias contados.

Uns dias antes de voltarem a Portugal, Inês deixa de ter qualquer notícia dele, e tenta mentalizar-se que foi apenas um amor de férias, e terá que o esquecer. No entanto, falar é fácil. Inês vai perdendo, a cada dia, a alegria que a caracterizava, sobretudo porque vê que os amigos de Pedro Miguel continuam a falar com as suas amigas, e ele nunca mais lhe disse nada, nem sequer perguntou por ela.

Mentalizada que está em tomar as rédeas da sua vida, e partir para outra, eis que Pedro Miguel lhe aparece no trabalho, para tratar de negócios, tratando-a como se nada tivesse acontecido entre eles, no Brasil.

 

 

Conseguirá Inês agir da mesma forma, estritamente profissional, e ignorar o passado? 

E qual será, afinal, o objectivo de Pedro Miguel, de a ter procurado logo a ela, para resolver os assuntos da sua empresa?

Afinal, quem deixou quem, e de quem é a culpa?

 

É o que terão que descobrir ao ler este pequeno romance!

 

 

Sinopse:

"Se alguém lhe disse-se que as férias lhe iriam mudar a vida, ela chamaria essa pessoa de maluca. Nunca a Inês imaginou que pudesse existir alguém tão bonito, tão celestial, ao mesmo tempo que pudesse fazer uma pessoa sofrer tanto. Estaria ela destinada ao sofrimento?"

 

 

Autor: Rosário B. Gonçalves

Data de publicação: Setembro de 2017

Número de páginas: 60

ISBN: 978-989-52-0299-7

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Ficção

Idioma: Pt

 

 

 

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