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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Uma espécie de votos para 2026

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O ano 2025 está a despedir-se.

Foram doze meses. Trezentos e sessenta e cinco dias.

Parece muito. Talvez seja.

Mas, quando chegamos a Dezembro, parece que o ano nos escapou por entre os dedos.

 

Que o novo ano nos possa trazer de volta, de vez em quando, os bons momentos que vivemos no que agora termina.

E que apague, que leve de vez, o que de pior vivemos, e não queremos relembrar.

 

Como tem vindo a ser habitual, deixo aqui um balanço deste ano, em jeito de votos para 2026.

Não são muitos, desta vez.

Mas espero que sejam úteis:

 

 

* Não nos boicotarmos a nós próprios

* Saber, realmente, o que queremos para nós

* Descomplicar

* Combater a inércia

* Aprender a aceitar um “não”

* Seguir em frente

* Não nos afastarmos das pessoas que nos querem bem

 

Feliz 2026!

Começar o ano sem "amarras"

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Os compromissos fazem parte da nossa vida.

Dão um propósito, um sentido, um objectivo.

Dão-nos uma certa responsabilidade.

Funcionam como guia orientador na nossa rotina.

Fazem-nos bem.

 

Mas também podem prender-nos.

Roubar a nossa liberdade.

Atropelar-nos.

Ter um efeito desgastante, e contraproducente.

 

Foi por isso que decidi começar este ano sem "amarras", em relação a projectos com os quais me comprometi há alguns anos, relacionados com a escrita.

E foi uma sensação libertadora.

Não porque não estivesse a gostar do projecto, mas porque sentia que não estava a ter tempo suficiente, e o entusiasmo necessário, presente nos primeiros tempos, para continuar comprometida da forma como estava.

 

Fiz uma pausa, ao fim de quatro anos.

Não é uma despedida definitiva, para já.

É um "passarei por aí, de vez em quando, se, e quando puder".

Mas está-me a saber bem, esta ausência de compromisso e obrigatoriadade!

 

 

Outra vez?!

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Sempre que chegamos a esta altura do ano, começo a sentir um cansaço fora do habitual.

Nem sequer é aquele cansaço de "estou a precisar de férias".

É mesmo fadiga, aquela sensação que as pernas pesam chumbo e não se querem mexer, que andei um bocadinho e parece que corri a maratona.

 

A ficar sem bateria...

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Como um telemóvel viciado, com algum tempo de uso, acho que já não consigo alcançar a bateria completa, representada pela cor verde. 

Mas há-de ser no laranja que ando desde o regresso das férias do ano anterior, até ao início do ano seguinte, altura pela qual passo a andar ali pelos dois tracinhos de bateria, com tendência a reduzir, à medida que o ano vai avançando.

Quando chega à vespera de ir de férias, ao invés de a energia aumentar, sinto ela a escapulir-se por entre os dedos pelo que, hoje, estou apenas com um traço de bateria, e já a começar a apitar, a avisar que é preciso recarregar brevemente, correndo o risco de chegar amanhã, último dia de trabalho, e desligar-me completamente, logo agora que a primeira semana de férias está à porta.

 

Depois, é tentar que na semana de férias (muito pouco para tantos meses de trabalho) consiga voltar ali à meia carga, para sobreviver a mais um mês de trabalho, até voltar a ter férias, e conseguir a proeza de subir para o estado laranja, e repetir todo o ciclo!