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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O facebook e a descoberta de coincidências curiosas

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Diz-se tanto mal do facebook, mas ainda há coisas curiosas que ele ainda nos vai dando.

Uma delas, são as coincidências.

Através de uma partilha de memórias, de publicações nossas, noutros anos, é curioso perceber como certas coisas tendem a repetir-se, nos mesmos dias, nos anos seguintes.

 

Por exemplo, num determinado dia, de um ano anterior, tinha feito uma publicação sobre o frio extremo aqui na vila. Anos depois, no mesmo dia, o frio repete-se.

Também já me aconteceu com a chuva.

Há 3 anos, andava a chupar Halls de mel e limão para a garganta. Hoje, cá estou eu de novo com eles.

 

Pena é que algumas coisas boas não se repitam também.

Era sinal que hoje, em vez de vir trabalhar, estaria a assistir a um qualquer concerto, na Altice Arena!

Curiosidades matemáticas sobre a idade

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Na brincadeira com a minha filha, sobre a idade que cada um de nós iria fazer, e como, trocando os números na idade, eu acabava por ficar mais nova que ela, apercebi-me desta curiosidade - por cada ano que somamos na idade correcta, aumentam dez anos, na idade trocada.

 

 

Por exemplo:

15 anos - 16 anos - 17 anos - 1 ano de diferença entre cada um

Trocando:

51 anos - 61 anos - 71 anos - 10 anos de diferença entre cada um

 

No meu caso:

40 - 41 - 42 - 43

4 - 14 - 24 - 34

 

 

E pronto, foi esta a grande descoberta de hoje.

Provavelmemente, isto já terá sido constatado por muitos, e até terá uma qualquer designação matemática, mas não deixou de ser engraçado!

O grande dilema de todos os anos

 

 

 

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Todos os anos espero ansiosamente pelas férias, para poder descansar da rotina e stress do trabalho, acordar mais tarde, ir à praia, à piscina, passear, estar com a minha filha e com as bichanas, e com o meu marido, quando estamos de férias na mesma altura.

 

Todos os anos chegamos a esta altura, a perceber que precisamos de lavar paredes, pintar, limpar a casa, o que implica ter tempo livre e, de preferência, estarmos os dois em casa, para ser mais fácil e não incomodar um ao outro. Esse tempo livre, e essa disponibilidade, só acontecem em tempo de férias.

 

Mas as férias são intercaladas, uma semana num mês, duas semanas no outro. Se não aproveitarmos ao máximo o verão nessa altura, no resto do tempo é complicado.

Por outro lado, é a altura ideal para limprezas e, de outra forma, não nos conseguimos conciliar ou ter tempo para as limpezas e pinturas.

 

Posto isto, eis que surge o grande dilema:

 

Aproveitar as merecidas e desejadas férias, deixando a casa conforme está, até ver, ou deixar a casa apresentável, sem ter realmente gozado férias, e voltar ao trabalho mais cansada ainda, e com a sensação de não ter estado de férias?

Como tudo se desmorona em segundos

 

 

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Quase tudo na nossa vida demora tempo a ser construído.

E apenas escassos segundos para desmoronar...

Um castelo de cartas ou uma torre de dominós, por exemplo, que tanta perícia e cuidado exigem para se completar, podem cair ao mínimo toque. Por vezes, basta mesmo tocar apenas em uma das peças, para que caia tudo.

No outro dia, a caminho de casa, passei por uma moradia que conhecia há anos. Estavam a deitá-la abaixo. Ficou apenas um quadrado de terreno no seu lugar. Uma casa que deve ter levado meses a erguer, desmoronou em pouco mais de meia hora. E daqui a uns dias ninguém se lembrará do que ali estava.

Até mesmo a natureza pode destruir numa fracção de minutos, aquilo que o homem levou anos e décadas a construir.

Uma relação leva meses e até anos para se consolidar. De um momento para o outro, pode ocorrer algo que deita por terra todas as bases e alicerces sob os quais a relação foi construída.

Uma vida leva cerca de nove meses a formar-se, e mais o tempo que lhe for permitido aproveitar cá fora. Em escassos segundos, a morte pode acabar com ela...

A nossa relação já não é o que era

Durante muitos anos estivemos sempre lá um para o outro.

Tínhamos aquele nosso pequeno momento diário, só nosso, e mantivemo-nos fiéis um ao outro, sem nunca vacilar.

De há uns tempos para cá, tudo mudou. A nossa relação já não é o que era. Já não há aquela enorme vontade de nos encontrarmos à hora de sempre, de partilharmos aquele momento. 

Gosto de rotinas. Mas há rotinas que, com o passar do tempo, desgastam as relações. E foi isso que nos aconteceu. 

Fica, eventualmente, uma relação de amizade. De vez em quando ainda nos encontramos pela manhã. Mas já não existe um compromisso.

E é assim que dou por terminada uma bonita relação, que tinha vindo a permanecer desde a minha adolescência, até há uns meses atrás, com o Nestum!

 

 

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Sim, o Nestum! 

Durante anos, era o meu pequeno-almoço obrigatório - duas tigelas de Nestum. Eventualmente, uma, nos dias em que tinha menos tempo, ou ficava bem só com uma. Esporadicamente, traía-o com outro pequeno-almoço qualquer, mas o Nestum nunca me abandonou, nem eu a ele.

De há uns tempos para cá, tenho vindo a comer cada vez menos. A minha refeição matinal tem passado por chás, iogurtes, pães de leite, croissants integrais, cereais integrais e por aí fora, mas Nestum, só uma tigela, uma vez ou outra, e já não é a mesma coisa.

Penso que, à semelhança de outros alimentos, de tanto comer, o meu organismo começa a rejeitar e a pedir algo diferente.