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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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The Voice Portugal - Último Tira-Teimas

No domingo assistimos aos últimos Tira-Teimas do The Voice Portugal. Embora teenha acertado em quase todas as escolhas, tal como previ na semana passada, houve algumas decisões que achei menos justas. De qualquer forma, na maioria dos casos, seriam sempre injustas.

 

Equipa do Mickael:

 

A minha aposta anterior - Inês e Fausto.

A minha aposta depois de ouvir os 4 - Fausto, e estava indecisa entre a Inês e o Sérgio, embora tenha gostado mais de o ouvir na fase anterior. Mas, lá está, lírico não vence, portanto a Inês ficou de fora. pelo mesmo motivo, mas num estilo diferente, calhou a mesma sorte à Vera. Sobravam os rapazes!

Seguem assim para as galas o Fausto e o Sérgio.

 

 

Equipa da Aurea:

A minha aposta anterior - Catarina e Jessica.

Ouvi a Catarina e pensei "a Deolinda cantaria isto na perfeição"! 

Não gosto de ouvir a Jessica. Não que ela não tenha talento ou poder vocal, mas não gosto de a ouvir. E não gostei de a ouvir neste tema. Lembrei-me da Patrícia Ferreira, da edição passada, e acho que gostei mais da Patrícia.

A Janette nunca foi uma das minhas favoritas mas gostei de a ouvir. Claro que, no meio de três vozes poderesas (guinchonas, como lhes chamei no domingo), seria pouco provável passar em frente. A Vera esteve muito bem e fiquei muito incedisa se seria ela ou a Catarina a segunda escolha da mentora.

A Aurea escolheu a Jessica e a Catarina, talvez até por serem da sua equipa inicial.

Já agora, a propósito destas duas meninas, não vi o relógio nem o fio que compraram para usar neste desafio :)

 

 

Equipa do Anselmo:

 

A minha aposta anterior - Joana e Alexandra.

Depois de ouvir estas quatro concorrentes fiquei desapontada com umas, e surpreendida com outras.

A Joana não fez, para mim, uma grande actuação como todos afirmaram. Se dependesse só dessa noite, não passava.

A Natacha pode ter chegado longe no The Voice of Holland mas, aqui em Portugal, se tem mesmo um talento, ainda não o conseguiu mostrar completamente. Ou então a escolha da música não a favoreceu.

A Alexandra e a Cristina seriam, para mim, as escolhas mais justas pelo que fizeram no domingo. A Alexandra mostrou versatilidade, e que não é preciso estar sempre a gritar para cantar bem. A Cristina também esteve exemplar. Claro que, estando muito ligada a um género específico, que parece não caber neste tipo de programas, não poderia seguir em frente.

O Anselmo escolheu assim, curiosamente, duas concorrentes que vieram da equipa da Marisa, em detrimento da sua própria equipa - Joana e Alexandra.

 

 

Equipa da Marisa:

 

A minha aposta anterior - Daniel e Maria.

Depois de ouvir estes concorrentes, pensei: "não podem mesmo passar os 4?"

A Marisa tem vindo a surpreender a cada actuação, e merecia ir às galas.

O Pedro, que não contava sequer passar nas provas cegas, chegou até aqui e esteve muito bem. Contagia com a sua boa disposição e energia em palco.

A Maria é uma artista, e provou isso mais uma vez. Embora não goste muito dela e a ache convencida, mereceu passar.

O Daniel "estragou" a música do Shawn Mendes. Não sei se quem gosta da música achou o mesmo, mas eu não gostei deste "assassinato". Quando o ouvi no ensaio nem sequer reconheci a música. O final até escapou, mas de resto, não senti a mensagem da forma como o original a consegue transmitir. Mas é um concorrente forte.

A Marisa optou pela Maria e pelo Daniel.

 

 

Para todos os eliminados, há ainda mais uma hipótese de voltar ao programa, através dos votos do público ao longo da semana. 

 

Quem eu gostaria que voltasse: Vera Feu (Aurea), Cristina Afonso (Anselmo), Marisa Almeida (Marisa), Inês (Mickael) .

 

 

 

The Voice Portugal - primeira ronda dos Tira-Teimas

 

Uma nova fase iniciou ontem neste programa, e com ela mais algumas decisões que não se adivinhavam fáceis. Chegou a primeira ronda dos Tira-Teimas.

 

 

 

Os mentores:

Gostei das várias mudanças de look em cada uma das etapas do The Voice, e admiro a irreverência dos mentores mas confesso que, à excepção do Mickael, preferia o look com que se que apresentaram nas batalhas.

 

 

Os passaportes directos para as galas:

Nesta atribuição, só acertei na escolha da Aurea. As restantes foram uma total surpresa!

 

 

Equipa do Anselmo - a minha aposta ia para o Márcio. Foi escolhida a Marta. E foi merecido!

 

 

Equipa da Marisa - a minha aposta ia para o Daniel. Foi escolhida a Andrea. Também é uma boa aposta.

 

 

Equipa da Aurea - a minha aposta ia para o Francisco ou Catarina. Mas penso que o Francisco vai ser levado até à final. Foi ele o escolhido!

 

 

Equipa do Mickael - aqui era mais difícil escolher alguém, mas apostei no Fausto, visto saber que o Fernando iria cantar. O mentor surpreendeu-me com a escolha da Juliana.

 

 

Tendo em conta os meus "tiros" ao lado na entrega dos passaportes, já temia que as minhas escolhas não fossem de encontro às dos mentores. Mas desta vez, correu melhor!

 


As escolhas do Anselmo:

 

Assim que ele formou este primeiro grupo, o meu palpite foi logo para o Márcio e para a Laura. Depois de ver as músicas escolhidas pelos quatro concorrentes, ainda mais. A escolha do Luís e da Raquel não foi a mais acertada, e acabou por prejudicá-los.

O Márcio seria o primeiro escolhido, sem dúvida. Quanto à Laura, ainda poderia haver aquela espécie de "obrigação" pelo que aconteceu na edição passada mas ela provou-me, pela primeira vez, que mereceu ir às galas. Foi a primeira vez que a ouvi, e adorei a forma como cantou.

O Anselmo escolheu ambos - Laura e Márcio!

 

 

As escolhas da Marisa:

 

Aqui neste grupo a escolha não era fácil. No entanto, haveria alguma lógica. A Marisa já teve um cantor lírico na edição passada que chegou à final e, na hora do público votar, ficou com um mero terceiro lugar. Logo, não iria insistir nesse género. Da mesma forma, também não a estava a ver a apostar no fado para seguir em frente. Por outro lado, o Bruno é o menino querido dela. E elogiou bastante o Miguel no ensaio. O que me levou a apostar nestes dois rapazes, como escolha da Marisa.

Para ser sincera, não gosto de ouvir cantar o Bruno. Não digo que não tenha talento. Mas a cantar, não passa nada. E ontem não teve a melhor prestação. Aliás, penso que a melhor foi mesmo a da prova cega. 

A Hélia esteve muito bem e não merecia ficar pelo caminho. Até a Sónia, apesar de não ser o meu estilo, teve uma boa actuação.

O Miguel, admito, não esteve ontem nos seus melhores dias. Ele será, certamente, capaz de fazer mais e melhor. Mas adoro a sua maneira de ser e, quando canta, passa para este lado a emoção. Digamos que é o "meu menino"! Gosto do timbre, da forma como interpreta cada música e cada letra, e da sua humildade. Pensei que ficasse pelo caminho. Mas ainda bem que passou!

A Marisa escolheu, assim, o Bruno e o Miguel.

 

 

As escolhas da Aurea:

 

O trio seria para mim a escolha mais lógica, e sobre o qual não tinha grandes dúvidas. É certo que um dos elementos se destaca mais, mas os restantes acompanham-no de muito perto. Gosto da voz da Márcia.

O Bertílio seria a minha segunda aposta. Todos vêem algo nele que eu só consegui ver na prova cega. Desde então, já tinha achado injusto ele ter passado em detrimento da Salomé. Neste tira-teimas, continuou a não me convencer.

Independentemente no talento que cada um deles tem, mais depressa oiço o David que o Bertílio. Espero que ele consiga mostrar que vale mais do que o que fez ontem.

O Tiago escolheu mal o seu tema. Assim que percebi o que ele ia cantar, disse logo que não ia passar. E, depois, aquelas brancas que lhe dá, não abonam muito a seu favor. O que é certo é que ele tem uma voz bonita, e quando chega a hora "H", tudo flui. Parece-me um tema difícil de cantar, quase sem pausas para respirar, e ele fez um bom trabalho. Infelizmente, não chegou.

A Aurea leva, desta forma, para as galas o trio e o Bertílio.

 

 

As escolhas do Mickael:

 

A minha aposta ia para o Marcos e para o Fernando.

O trio estava fora de questão. Nem sequer sei o que estava ali a fazer ainda. O mais certo, mesmo que nas batalhas tivesse ficado a Inês, era ela sair também agora. Mas a verdade é que aquele trio de "pitas", como eu lhe chamo, nem deveria ter chegado aqui. Um medley muito mal interpretado de temas do Mickael Jackson, foi uma péssima escolha. No entanto, se a Marta tiver aulas e tentar sozinha penso que, das três, será a que se safa melhor. 

Quem também não acertou na escolha do tema foi o Bruno que, apesar do talento, não convenceu.

O Marcos esteve bem e já me começa a mostrar que valeu a pena terem-no escolhido.

O Fernando foi o que esteve, sem dúvida, melhor entre os quatro. E melhor que nas batalhas!

Seguem, então, em frente o Marcos e o Fernando.

 

 

 

Apostas para o próximo tira-teimas:

Anselmo - Joana e Alexandra (embora também goste da Natacha)

Marisa - Daniel e Maria (embora a decisão seja das mais difíceis)

Aurea - Catarina e Jessica (embora talvez eu prefira a Vera à Jessica)

Mickael - Fausto e Inês (mas vai depender muito do que fizerem no momento)

 

 

Imagens media.rtp.pt/thevoiceportugal e The Voice Portugal

 

 

 

 

A vida é um jogo

 

Com uma casa de partida, uma meta ou casa de chegada, e todo um percurso a fazer pelo meio, para lá chegar.

Neste jogo, lançamos os dados. Por vezes, eles levam-nos a avançar vários passos. Outras vezes, obrigam-nos a recuar, a retroceder alguns passos ou, simplesmente, a não nos movermos. Nem sempre avançar é bom. Pode-nos levar a casas que gostaríamos de evitar. Nem sempre recuar é mau. Podemos ir parar a uma casa que até nos traga vantagens.

Cada uma das casas à qual os dados lançados nos levam, nos trazem desafios, objetivos a alcançar, perguntas às quais temos que responder. Algumas casas trazem coisas boas, pequenos incentivos, bónus, alegrias, a oportunidade de avançar mais um pouco neste jogo. Outras, nem tanto. São casas que não nos levam a lado nenhum, sem utilidade mas que, ainda assim, fazem parte do jogo.

Como todos os jogos, também a vida é um risco.

Mas, ao contrário de um jogo comum, que jogamos ou não consoante a nossa vontade, neste jogo da vida não pedimos para entrar. Ainda assim, fomos colocados no tabuleiro a partir do momento em que nascemos, e "obrigados" a jogá-lo, a correr esse risco. 

Ao contrário de um jogo comum, a maior parte de nós não tem pressa de chegar à meta, à fatídica casa de chegada, na qual iremos abandonar de vez o jogo, e esta vida que nos foi dada.

Queremos,sim, aproveitar aquilo que as diversas casas, que lhe precedem, nos têm para dar. Embora nem sempre o consigamos fazer como deveríamos. É que, mesmo avançando devagarinho, estamos a avançar, e as casas pelas quais passámos, ou não, vão ficando para trás, sem que possamos, muito provavelmente,lá retornar. E não nos esqueçamos que, a qualquer momento, e sem contarmos com isso, podemos ser eliminados do jogo.

A vida é um jogo, e este jogo é também feito de apostas. Algumas, serão apostas ganhas. Outras, poderemos eventualmente, perder. Mas só saberemos o resultado da aposta, depois de a fazer.

Só saberemos aquilo que nos espera, e onde nos levará este jogo, se nos mantivermos activos, em movimento, se continuarmos a lançar os dados, a fazer apostas, a utilizar os botões que temos ao nosso dispôr, a percorrer o tabuleiro onde fomos colocados como peões mas, ao mesmo tempo, como jogadores. 

Só conseguiremos aproveitar ao máximo este jogo, se soubermos aprender com as más jogadas, celebrar os pequenos avanços e conquistas, tirar partido das casas mais vantajosas onde os dados nos levem, e contornar aquelas que mais nos prejudicam.

Podemos não ter pedido para jogar este jogo da vida, mas a verdade é que estamos dentro dele.

E valerá a pena passar todo o percurso do jogo sem arriscar, sem o viver, sem tomar as rédeas do mesmo nas nossas mãos? Valerá a pena ficar parado, a ver os outros jogadores passar por nós, ou à espera que alguém lance os dados por nós, avance por nós, viva por nós?

Valerá a pena desperdiçar todas as ferramentas que nos foram fornecidas para nos ajudar nesta caminhada, e esperar que o destino se encarregue de nos empurrar de uma casa para a outra, quando não era nessas casas que queríamos estar?

A vida é um jogo, sim. E já que estamos nele, vamos jogá-lo como sabemos e podemos, e deixar a nossa marca enquanto nele nos mantivermos, sem receios!

Que bicho me mordeu?

 

 

Não sei que bicho era, mas que me picou, picou!

Disse-me o meu marido, que era um zangão. E, do pouco que vi, era realmente parecido com este - um zangão preto!

Só sei que estava a pegar na roupa que o meu marido tinha apanhado, para arrumar, e de repente deparo-me com um bicho preto colado no meu ombro.

Tendo eu pavor de tudo o que é bichos, comecei a gritar: ai, um bicho, tira-me daqui o bicho! Parecia uma histérica aos gritos. E foi nessa altura que senti a ferroada, vi a espuma branca no ombro e começou a arder. Os nervos deram-me, então, para chorar. Isto tudo aconteceu numa questão de segundos, mas pareceu uma eternidade.

O que vale é que o meu marido estava lá, sacudiu-o e matou-o, acalmou-me e tratou-me do ombro. E ele tem pavor a insectos!

Isto, sim, é o poder do amor! E espontâneo, fora dos ecrãs e sem apostas!

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