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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Cena de terror logo pela manhã!

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Dirijo-me à sala para limpar a caixa de areia das gatas. Quando me volto, vejo uma aranha no braço do sofá, em frente a mim.

Era castanha, quase bege, gorda e com aspecto duvidoso.

Fiquei ali parada, tal como ela, a olharmos uma para a outra, olhos nos olhos (a bem da verdade, nem sequer lhe vi os olhos, mas vamos fingir que sim, para deixar aquela tensão no ar)! 

 

Enchendo-me de coragem, pego na pantufa que tinha no pé, e avanço para ela, para lhe dar uma tareia tão grande que já não se possa levantar. Ao lhe dar com a pantufa, o raio da bicha salta, e deixo de a ver. Não está na sola da pantufa. Será que tinha asas? Ou abriu o páraquedas sem eu dar por isso.

 

Mas não. Afinal, tinha caído no chão, toda enrolada. Fui num instante à cozinha buscar a pá e a vassoura, para a tirar dali. A Becas ficou a tomar conta da intrusa, que ainda esperneava quando voltei. Levou uma pisadela, e atirei-a para o meio da rua.

 

Cenas de terror logo pela manhã não são para o meu coração. Acho que tremi mais com a visão da aranha, que no outro dia, com o sismo!

Coisas que uma pessoa vê logo pela manhã!

Ia eu estender a roupa, hoje de manhã, quando me deparo com estas duas beldades no estendal!

 

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Não há dúvidas de que está aqui um belo trabalho, e dá um toque especial na decoração do espaço.

No entanto, agradeço à autora o facto de não gostar de ser famosa, ter-se baldado aos autógrafos, e se encontrar ausente! 

Coisas que só me acontecem a mim II

Resultado de imagem para aranhas

 

Isto podia ser uma comédia, mas foi mesmo verdade!

Por mais que tente, não consigo perder esta fobia das aranhas.

Fui à sala levar qualquer coisa à minha filha, que estava sentada no sofá e, mesmo ao lado dela, vejo uma aranha. Castanha, gorda, com umas patas estranhas. 

Automaticamente, mando um grito e a minha filha salta do sofá, mais pelo susto que o meu grito lhe pregou do que pela aranha.

Para a matar, fui buscar um mata moscas, mas mudei de ideias. Era fraquinho e não iria conseguir matá-la em condições. Fui buscar uma pantufa. Mas a pantufa não era grande e isso significava ficar com a mão muito perto da bicha.

A minha filha pergunta-me: "queres que eu a mate?", ao que lhe respondo, armada em valente, que não.

Ficamos as duas a olhar para a aranha, a minha filha à espera que eu faça o serviço, e eu a ganhar coragem para o fazer.

Lá dou então uma pantufada na aranha, o que a faz rebolar pelas costas do sofá até ao assento. E eu, assustada, mandei mais um grito e um salto, que fez a minha filha fazer o mesmo!

Como vejo que a aranha não se mexe, vou empurrando com a pantufa do assento para o chão. E aí, finalmente, dei-lhe uma valente tareia, e com tanta força que a parti ao meio! 

Como é que aquela bandida terá ido ali parar, ou porque é que a nossa gata não a caçou, não sei. Mas ainda temo só de pensar que posso estar ali sentada, ou outra pessoa qualquer e, sem saber, com uma aranha por companhia!

 

 

Praxei duas aranhas!

 

Deixei uma caixa, com a comida que a Tica não já não queria, no degrau do lado de fora, à porta de casa. Quando  fui buscá-la, a comida tinha desaparecido, mas estavam lá duas aranhas castanhas bem gordas!

Para início de praxe, pu-las a andar de carrocel: dei uns pontapés na caixa que a fizeram rodopiar.

A maior saltou para fora e foi esmagada por uma bota. A outra divertiu-se mais uns segundos, até que um looping a atirou ao chão, tendo o mesmo fim que a amiga.

Aqui em casa sou eu o "dux" e esta foi a forma de as integrar no meu meio!

 

P.S.: A cena vista ao vivo era mesmo para rir. Se eu fosse uma mulher destemida, tinha pegado na caixa, sacudido as aranhas e ido à minha vida. Mas como tenho pavor de aranhas, chegar perto da caixa estava fora de questão. Assim, andei aos chutos na caixa pelo quintal fora, à espera que se virasse e as aranhas saisse, para as matar, não fossem elas querer entrar lá em casa!

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