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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Bite Club

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Um casal surfa numa praia da Austrália, enquanto decide qual o melhor destino para a sua lua de mel. 

Ele sugere saírem da água. Ela desafia-o para uma última onda.

Zoe é a primeira a ser atacada pelo tubarão. Dan tenta socorrê-la mas é, também ele, atacado.

Ambos conseguem chegar à praia, onde se percebe que estão feridos com alguma gravidade, sobretudo Dan, que ficou sem parte de uma perna.

É ainda na praia que o casal se separa, para só se voltar a reencontrar dois anos depois.

 

 

Tanto Zoe como Dan são detectives, foi lá que se conheceram e é lá que terão de aprender a lidar, novamente, um com o outro, agora apenas como colegas de trabalho, já que Zoe namora com Kristof, o psicólogo que a acompanhou após o acidente e o desaparecimento do noivo.

É óbvio que Dan ainda ama Zoe e ela, provavelmente, sente o mesmo por ele, embora esteja magoada pelo abandono e ausência de notícias durante os dois anos após o acidente, quando era suposto terem casado e ido de lua de mel.

Dan não soube lidar com o acidente, com a sua deficiência e optou por afastar-se, voltando agora ao serviço, e com o propósito de ajudar outras pessoas que tenham sido mordidas por tubarões, naquele a que se poderá apelidar de Bite Club.

 

 

Mas Bite Club vai além da tragédia dos tubarões.

Para além de desvendarem vários casos, ao longo dos episódios, Dan e Zoe terão também que descobrir quem é o serial killer que deixa sempre nas suas vítimas a marca de uma dentada, e lhes retira um dente.

Um serial killer que está a chegar cada vez mais perto deles, e de quem nunca se sabe o que esperar.

 

 

Bite Club tinha tudo para ser uma excelente série de suspense, se não nos tivesse mostrado, logo no primeiro episódio, quem era este serial killer, deixando apenas por descobrir quem será a sua próxima vítima, e como o irão conseguir desmascarar.

É uma série de 8 episódios, soft, descontraída (apesar dos crimes), com a bela praia Curl Curl Beach como cenário, que se vê bem, mas que acaba por ser mediana.

Está a chegar o final de Absentia...

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... e vai deixar saudades!

A segunda temporada está, sem dúvida alguma, muito melhor do que a primeira.

Com mais ritmo, mais mistério, mais acção, mais surpresas.

Deixámos aquela primeira temporada morta, em que quase adormecíamos a cada episódio, só despertando nos episódios finais, para entrar numa nova temporada que nos consegue manter alerta e intrigados.

Apesar de relacionadas, já que os acontecimentos que estão a ser vividos agora estão, de várias formas, ligados ao que aconteceu, no passado, com a Emily, estes novos episódios trouxeram uma lufada de ar fresco à série e foi, sem dúvida, uma aposta ganha da Stana Katic.

 

 

Em relação às personagens, temos uma Emily ainda mais dura, com a mesma determinação e instintos de sempre, mas ainda muito traumatizada com o que passou ao longo dos seis anos anteriores, com esse trauma a manifestar-se, muitas vezes, de forma descontrolada. 

A principal preocupação de Emily é voltar a ter uma relação com o filho, Flynn que, a determinado momento, poderá voltar a estar em perigo.

 

O Jack, irmão da Emily, tenta refazer a sua vida, voltando ao trabalho, agora como paramédico. E gera-se um conflito entre aquele que é o seu dever enquanto médido que um dia foi, os conhecimentos que tem como cirurgião e que podem fazer a diferença entre salvar ou deixar morrer uma vítima, e aquilo que, enquanto paramédico, lhe é permitido fazer.

A certa altura, ele salva a vida de uma pessoa, devido à sua intervenção atempada e precisa. Mas, quando pensa que o chefe o vai reconhecer e, quem sabe, promover, é supreendido com uma reprimenda e o aviso de que, se voltar a repetir, é despedido.

Isto gera uma enorme frustração nele, que vai ser atenuada com um novo romance.

 

Até a Alice deixa de ser a boa samaritana, compreensiva, esposa devotada. 

Após o aborto e sem qualquer apoio de Nick, ela vai virar as suas atenções para a sua própria realização pessoal, e envolver-se com outro homem, aquele que, provavelmente, seria o último com quem deveria ter uma relação.

 

Já Nick, continua com aquele papel enfadonho, frustrado no campo profissional e pessoal. 

 

A grande supresa para mim é a personagem Cal Isaac, que vai formar dupla com Emily, de volta ao FBI, na descoberta da verdade, e resolução do caso, sendo o único apoio que ela tem, a todos os níveis, sobretudo depois da morte do amante Tommy Gibbs.

 

 

Sobre a história, começamos com um atentado, passamos para uma série de assassinatos aparentemente relacionados, e com ligação ao atentado. Entre as vítimas dos homicídios, a mãe biológica de Emily.

Na família, enquanto o pai de Emily sofre um enfarto, Flynn faz terapia e o casamento de Nick e Alice desmorona-se.

Emily continua a debater-se com as memórias do passado, que podem ser a chave para o presente, sobetudo quando começam a surgir caras e nomes familiares.

Quem estará por detrás de tudo isto?

 

 

O último episódio é já na próxima terça-feira, e não faço a mínima ideia de como irá terminar a história.

Mas, assim numa reviravolta inesperada, gostava que fosse a Alice a grande vilã!

 

 

Alguém por aí acompanha a série?

Estão a gostar?

E palpites para o grande final, há?

Vem aí a segunda temporada de Absentia!

 
 
Absentia está de volta ao AXN, para uma segunda temporada, com estreia marcada a 26 de março.
 
Stana Katic retorna ao papel de Emily Byrne, a agente do FBI que foi declarada morta, e teve que provar que não cometeu uma série de assassinatos.
 
Nesta segunda temporada, tendo já sido capturado o criminoso, Emily tenta levar uma nova vida normal com o filho e o ex-marido Nick, quando uma nova conspiração e um novo serial killer ameaçam mais do que apenas sua família.
 
As novidades no elenco são o ator Matthew Le Nevez, como o ex-fuzileiro naval Cal Isaac, um homem que entende o momento pós-traumático pelo qual Emily passa, e a atriz Natasha Little, como Julianne Gunnarsen, uma talentosa especialista em perfis do FBI que se junta ao time do Boston Field Office depois que um ataque terrorista abala a cidade.
 
 
 
Aqui fica o trailer:
 

 

 
E por aí, são fãs da série?
Viram a primeira temporada?

Já estreou a 2ª temporada de The Good Doctor

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Shaun continua igual a si próprio, com dificuldades em comunicar com as pessoas em geral, mas com a incrível habilidade de dizer, em determinadss ocasiões, aquilo que é preciso e chegar às pessoas de uma forma que nenhum outro médico consegue.

 

Andrews é agora o presidente do hospital. Continua arrogante, a só pensar em si próprio, em promover-se e ganhar prestígio, ainda que tenha dado alguns conselhos úteis na avaliação aos médicos do hospital.

 

Jared despede-se da série, com o seu último dia de trabalho no hospital, ao lado de Shaun, numa acção com os sem abrigo, que se vai revelar fundamental.

 

Claire mostra arrependimento ao perceber que Jared vai mesmo embora, e diz-lhe que gostava que ele ficasse, e que tudo fosse diferente, que pudesse ter uma segunda oportunidade. Mas Jared não está disposto a dar-lhe essa oportunidade, depois da forma como ela agiu com ele, e vai mesmo embora.

 

Enquanto a vida segue o seu rumo no hospital, o Dr. Glassman trava a sua luta contra o cancro, vendo-se agora dependente dos outros profissionais como, outrora, os seus pacientes dependiam de si. 

 

E Lea volta, quem sabe para retomar o romance com Shaun que, agora, mais do que nunca, tem que aprender a desenvencilhar-se sozinho, sem a ajuda de Glassman.

 

Acredito que esta temporada não terá as mesmas audiências que a primeira até porque, ao contrário da primeira, que foi publicitada em grande, só fiquei (e provavelmente outras pessoas como eu) a saber dela por mero acaso.

Mas será, sem dúvida, uma nova temporada a acompanhar, agora às terças-feiras.

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