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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

De críticos e juízes, todos temos um pouco...

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E, por norma, a tendência é, quase sempre, condenar.

Mesmo sem saber. Sem ter conhecimento dos factos. Sem ouvir as duas partes.

Criticar. Demonstrar que nunca faríamos tal coisa. Que nunca agiríamos assim.

 

Mas, por vezes, não existe o certo ou o errado. O bem ou o mal. O correcto ou o incorrecto.

Por vezes, não existe culpa. Não existem culpados.

Nem todas as situações têm que ser objecto de julgamento. Nem todas são, sequer, passíveis de julgamento.

São apenas diferentes formas de estar, de viver, de pensar, de agir.

Por vezes, são apenas infortúnios. Coisas que não se poderiam controlar, ou evitar.

 

Ainda no outro dia, a propósito do acidente que vitimou a Sara Carreira, vi dezenas de comentários a dizer que teria sido por excesso de velocidade, que não deveriam estar a fazer uma condução segura, que já não era a primeira vez que iam a mais de 200km/ hora na autoestrada, que nem sequer deveriam andar na estrada àquela hora, e por aí fora.

 

Pois bem, numa manhã de um dia de verão, com sol, visibilidade perfeita, estrada em boas condições, e a uma velocidade normal, íamos nós a caminho de um dia de praia, em plena autoestrada, quando um camião achou por bem vir contra nós. Bateu-nos a primeira vez, obrigando-nos a desviar. Da segunda vez, embatemos no raid, que nos fez perder o controlo do carro, tendo o mesmo capotado e ido parar às faixas do meio.

 

Por sorte, nenhum outro carro nos bateu, enquanto lá estávamos dentro.

Por sorte, nenhum outro carro nos atropelou, quando saímos do carro, sem qualquer noção se estávamos a sair para o lado dos carros, ou para o lado do raid.

Por sorte, o carro não se incendiou.

Por sorte, mais nenhum carro esteve envolvido no acidente.

 

Portanto, até mesmo com uma condução segura estamos sujeitos a que aconteçam acidentes, e é apenas uma questão de sorte, ou azar, a forma como deles saímos.

Como é óbvio, se quem estiver na estrada tiver o azar de apanhar um piso escorregadio, lençóis de água, pouca visibilidade, uma estrada já de si perigosa, ou qualquer outra condicionante que possa agravar a situação, pior ainda.

 

Ainda na sexta-feira a mãe de umas colegas da minha filha, teve um acidente que, felizmente, só provocou ferimentos ligeiros.

Ninguém está livre. Pode calhar a qualquer um. 

Como diz o ditado "Nunca digas nunca".

 

Por isso, o que tiver que ser apurado, julgado, responsabilizado, há-de sê-lo, mais cedo ou mais tarde, por quem de direito.

E o que não tem que ser, porque havemos de querer nós, que o seja à força?

 

 

Começou bem, a manhã!

Quem - NOTÍCIAS - Jim Carrey leva banho de tinta verde em ...

 

Haverá algo melhor que chegar ao trabalho e levar um banho de tinta?!

Não foi bem um banho, mas deu para fazer estragos.

 

Há já uns dias que andam aqui ao lado do prédio onde trabalho a fazer alguma coisa, não sei se limpeza, se pintura. Como é lá para cima, não se vê.

Hoje, estava eu a chegar à porta do prédio, e lá andavam os homens a fazer não sei o quê. Só sei que, em segundos, até entrar no prédio, fiquei com a roupa, a mala, o cabelo e a cara todos sarapintados de branco.

E se, da cara e do cabelo, ainda consegui limpar, a roupa tem que ir para lavar. E a mala tem que ser limpa com um pano, porque os toalhetes de papel molhados não resolveram o problema.

 

Quando todo o nosso trabalho se perde em segundos

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Está uma pessoa a colocar todo o seu empenho naquele trabalho, a emendar daqui e dali, a retirar uma palavra, e a colocar outra, até chegar a um resultado satisfatório e pensar "ok, é isto" quando, no alto da sua tamanha inteligência, decide cortar do rascunho, e colar no documento final.

 

Só que, pelo meio, lembrou-se de cortar e colar outra coisa e, quando percebe, lá se foi o trabalho e não há forma de o recuperar!

 

Quem me manda a mim "cortar", em vez de "copiar".

Como diz, por vezes, a minha filha, sou mesmo "jumenta"!

Claro que me chamei um rol de nomes bem piores quando percebi a asneira que tinha feito.

Se eu acreditasse em bruxas...

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... e em feitiços, então acreditaria que, de facto, estamos a ser vítimas de algum trabalhinho:

 

"Se você está tendo problemas de má sorte, doenças, coisas que quebram, pesadelos, argumentos, acidentes, e você também tem uma praga de moscas, formigas ou mosquitos, então você pode ter certeza de que está sob um ataque espiritual."

 

Na mesma altura da invasão de moscas, o carro avariou, e teve que ir para a oficina, depois de já lá ter estado no mês anterior.

Mas foi apenas coincidência, claro.

 

Se eu acreditasse em bruxas, acreditaria que o incenso, que o meu marido acendeu, nos trouxe má sorte e más energias.

No dia seguinte a ele ter acendido lá em casa, a máquina de secar roupa avariou, e a tomada da sala e a extensão queimaram.

E ontem, depois de ele ter voltado a acender no trabalho dele, queimou-se outra tomada lá em casa, que nos deixou umas horas sem electricidade, até o piquete da EDP nos desenrascar provisoriamente.

Mas, como não pode deixar de ser, foram meras coincidências - a máquina já há muito andava a dar sinais; quanto ao resto, humidade e tomadas velhas, a precisarem de ser substituídas.

 

Felizmente, não houve mortos nem feridos, nem grandes estragos com estes problemas eléctricos. Apenas gastos com electricista e material.

 

Ainda assim, poderia ser pior.

E tudo se há-de resolver.

Azar com as sopas, sorte com...

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... nada!

 

Já é extremamente difícil conseguir que a minha filha coma sopa. Basicamente, ela só gosta de canja, e qualquer outra sopa desde que não tenha legumes, e não esteja muito grossa.

Como não tenho tempo, nem me apetece ter trabalho a fazer sopa, tenho por hábito comprar já feita.

Mas, ultimamente, não tenho tido sorte.

 

 

As sopas que compro no hipermercado, ou são autenticos purés de farinha, ou têm tal quantidade de legumes que, depois de escolhidos, pouco sobra.

 

 

A canja que comprava, num restaurante a caminho de casa, está cada vez mais parecida com tudo menos canja.

Comprei creme de legumes no mesmo sítio. Estava estragada. 

 

Quando fui ao hipermercado às compras, a sopa do dia não me agradava e, por isso, comprei uma embalada. Abri, aqueci, e estava estragada!

 

Agora tenho comprado numa pastelaria onde costumo comprar os bolos. Até agora, tanto a canja como a sopa de nabiças estavam boas. O problema é o tempo que uma pessoa perde para ir buscar uma simples sopa, em hora de ponta para almoços!

 

 

Realmente, não há nada como uma sopa caseira, feita por nós!