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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O dia em que me passei com uns miúdos...

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...por causa de um gato!

 

Tinha ido pagar a renda à minha senhoria, que mora no andar de cima. Estávamos a conversar à porta, quando reparo em dois miúdos que, na zona dos prédios em frente pegavam, cada um num pau, prontos para bater num gato que por ali andava.

Se há coisa que me tira do sério é ver alguém fazer mal aos animais. Já de manhã, uma vizinha mais velha, estava a espantar o gato do seu quintal, e uma menina que estava com ela até lhe chamou a atenção para não fazer aquilo ao bicho.

Agora, ao ver os miúdos, não me fiz rogada. Mandei um berro para eles ouvirem, a dizer que não os queria a fazer mal ao gato. Um deles, com medo, disse ao outro "vamos embora que está ali uma senhora em cima a ver". O outro miúdo, desconfiado, pôs-se à espreita, e eu voltei à carga "estou a ver, estou, vejam lá se é preciso ir aí".

Deixaram os paus no chão, e puseram-se a andar, mas ainda tiveram tempo para fazer festinhas a um cão que passou por ali na altura com a dona.

 

Quanto ao gato, veio até ao nosso quintal, subiu as escadas até onde estávamos e até peguei nele ao colo. Depois, foi à vida dele.

Por ontem, escapou. Mas nem sempre terá alguém a olhar por ele...

Coisas que me irritam

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Baterem à porta, quando têm a campainha mesmo ao lado!

Será caso para colocar um aviso com uma setinha a apontar?

Acho que não resolve!

 

E se há pessoas que batem com tanta força, que quase destroem a porta, também há aquelas que batem tão devagar e com tanto cuidado, que o pancada se confunde com o bater da porta com o vento, e nem percebemos que está alguém do outro lado! 

É o que acontece a quem costuma levar os ovos à minha mãe. Ela só sabe que a pessoa bateu, porque até a viu chegar!

 

 

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A facilidade com que levantamos a mão para bater

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Não é de hoje que vemos pais darem umas boas palmadas aos filhos quando fazem birra ou se portam mal, e dão cabo da paciência aos pais.

Antigamente, bem ou mal, era prática corrente e ninguém contestava. Nos últimos tempos, tem sido constantemente reprovado este método de resolução de um problema, castigo, repreensão ou chamada de atenção à criança.

Passámos do 8 ao 80.

 

 

É verdade que bater não resolve nada, não educa, não faz os nossos filhos perceberem o que fizeram de errado. Mas confesso que já dei umas palmadas à minha filha quando era pequena, e que ainda hoje, por vezes, quando começa a aparvar, me dá vontade de lhe dar umas lambadas!

Sim, dá vontade. Mas daí a fazê-lo ainda vai uma longa distância. A maioria das vezes, fico-me pela vontade, e a coisa passa. Mas é preciso ela aprontar das boas, e eu estar mesmo com os nervos em franja.

 

 

No entanto, algo que tenho reparado é que, actualmente, ainda se vêem muitas pessoas bater nos filhos, independentemente do local onde estejam, ou de quem esteja a ver.

Aliás, é incrível a facilidade com que nos vemos impelidos a levantar a mão, para bater. À mínima coisa, lá está ela no ar, pronta para atingir o alvo.

E no outro dia assisti a uma cena que me fez (e penso que a mais pessoas que calharam ver) alguma confusão, pelo contexto em que ocorreu.

Pelo que percebi, estavam mãe e filha no McDonald's, a fazer o pedido na máquina. A filha estaria a fazer o pedido, mas deve ter-se enganado, algo perfeitamente normal, que já me aconteceu tantas vezes. De repente, a mãe começa a reclamar com ela e a dar-lhe estalos na cabeça, só descansando quando a filha a deixou tratar do assunto. 

Pôs a miúda a chorar, à frente de todos, e revoltada com a mãe, por a estar a tratar assim.

 

 

Não sei se já se tinha passado alguma coisa antes, que justificasse tal atitude, mas era escusada. 

 

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A culpa é da máquina!

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Não satisfeita com o golpe no dedo, agora lesiono o joelho.

A minha máquina de secar é de exaustão e, por isso mesmo, tenho que a ter perto da janela, para que o vapor saia pelo tubo, para a rua. Ora, como o tubo está muito curto, o espaço entre a máquina e a janela é mínimo.

Mas eu esqueci-me desse pormenor quando tive que passar pela máquina para ir à dispensa e, quando dei por isso, ao levantar a perna para passar por cima do tubo, já tinha dado uma valente joelhada no bico do tampo desta.

Na altura doeu-me, mas continuei na minha vidinha. Só à noite é que vi que, para além de uma nódoa bem negra, também tinha feito ferida!

 

 

Não sei para que lado me vire...

...sem tropeçar ou bater em alguma coisa!

É por isso que eu não gosto de pinturas e limpezas de verão: não tenho onde pôr a mobília, por isso distribuo "o mal pelas aldeias", que é como quem diz, tiro tudo de uma divisão, e ponho nas outras. O pior é quando ainda não temos uma arrumada, e já temos que desarrumar outra.

É nestas alturas que se vê a tralha que temos em casa. A nossa estante da sala foi para o lixo. Enquanto não vem a nova, tenho tudo encaixotado um pouco por todo o lado, e mal nos conseguimos mexer. O problema é que o tempo é curto, e só posso fazer alguma coisa quando saio do trabalho.

Muito sofre uma pessoa, para depois poder ir de férias descansada!

 

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