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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Mais uma aventura hilariante!

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Acabámos de colocar as compras no carro, entrámos, e o meu marido começa a andar, ao mesmo tempo que abre os dois vidros. 

Íamos na boa mas, quando nos aproximamos da saída do parque, com mais claridade, olho para a janela, e deparo-me com "ela", a caminhar lentamente em direcção a mim.

 

Nos segundos seguintes, só me lembro de gritar e dizer ao meu marido, que ia a conduzir "mata-me isto", completamente histérica!

No início, o meu marido ainda pensou que era algum animal ferido ou outra coisa qualquer, só depois de eu falar é que ele percebeu tudo. Ao subir o vidro, "ela" recuou, permanecendo do lado de fora.

Fiquei a olhar para "ela" o tempo todo, até chegarmos a casa, e só dizia ao meu marido "não abras o vidro".

 

Quando, finalmente, estacionámos à porta de casa, o meu marido saiu primeiro, foi até ao meu lado e deu-lhe uma cacetada. Não morreu à primeira, nem à segunda, nem à terceira. Só à quarta é que ficou despedaçada, e foi nessa altura que me atrevi a sair do carro!

 

Alguém adivinha quem era "ela"?!

Eu e os bichos na Páscoa - mais uma trágica comédia!

Domingo de Páscoa - a minha filha está a passar o dia com o pai, e o meu marido a trabalhar. 

Estou, portanto, sozinha em casa com as bichanas. Ou assim pensava eu.

 

Quando vou fazer a cama, e dou a volta para o meu lado, vejo um bicho no chão.

 

Resultado de imagem para escaravelho

Entro em modo "pânico - bicho a bordo", e deduzo que uma pantufa não será suficiente para dar cabo daquela coisa. Daí que tenha ido em segundos ao outro lado buscar uma bota, com sola de madeira.

Com um misto de aversão e nojo, mas com a determinação de deixar o bicho bem "morto morrido", dou-lhe com a bota 4 ou 5 vezes, com as gatas a observarem e, provavelmente, a pensar o que raio estou a fazer, ou se terei enlouquecido! 

Pego então no cadáver do dito cujo, e mando para a rua. Não me perguntem o que era, mas tinha mais ou menos o aspecto da imagem acima.

 

Ao final da tarde, vou apanhar a roupa que tinha estendido. Abro a porta da entrada e, no chão, está uma lesma!

Brrr, mas estes bichos lembraram-se todos de me chatear hoje? - penso eu.

Saí para a rua, encostei a porta ao degrau, e consegui esmagar-lhe um pedaço do corpo. Em seguida, ainda fui buscar o mata moscas para verificar o estado da bicha, e mandá-la para o quintal.

 

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Hoje, ainda em recuperação destes assassinatos, vou a sair de casa e quase coloco a mão em cima de uma aranha avermelhada e gorda que estava no cimo do portão. Não fui de modas, levantei o pé (até estou de botas), e dei-lhe com ele, atirando-a ao chão, provavelmente morta.

 

Agora que penso nisso, não me lembrei de verificar se realmente tinha ido desta para melhor. Pelo sim, pelo não, é melhor ir com cuidado para casa, e veronde ponho as mãos! 

 

 

Ainda tenho um ataque cardíaco!

Matar dois bichos no mesmo dia, no espço de poucas horas, é demais para o meu coração.

 

 

 

Primeiro, descubro uma centopeia dentro de uma caixa, na entrada de casa. Pego na pantufa, e lá começo eu à sapatada à bicha, que me começa a fugir. Dou-lhe mais duas ou três pantufadas e lá consigo esmagá-la.

 

 

 

 

 

 

Mais tarde, quando vou buscar um saco à dispensa, deparo-me com uma aranha. Pego no saco pela ponta oposta, e sacudo a aranha. Ela, esperta, em vez de cair, começa a subir o saco. Dou uns gritos, uns saltos, mais uma sacudidela e ela cai no chão.

Ponho-lhe o pé em cima, mas ainda corre que nem louca a tentar safar-se. Sem sorte, porque volto a atacar, e esborracho-a no chão.

Felizmente não encontrei mais nenhum invasor indesejável nesse dia, senão ainda me dava uma coisinha má!  

Ando a alucinar!

Numa noite, pouco depois de me deitar, naquela fase em que não estou acordada, mas também não estou bem a dormir, vi um bicho a passear pelo cabelo e enfiar-se no meio dos lençóis. Despertei assustada a dizer ao meu marido que estava um bicho na cama. Ele sossega-me e diz que foi apenas um sonho, e que não há bicho nenhum.

Volto a fechar os olhos e, uns minutos mais tarde, tudo se repete - volto a ver o bicho no mesmo sítio e volto a despertar assustada como se aquilo fosse real.

Mais uma vez, o meu marido diz que não há bichos na cama e volto a adormecer. Desta vez sem mais incidentes.

 

 

 

Até ontem à noite! Deitei-me, adormeci (penso eu) e vejo uma cobra mesmo à frente da minha cara. Acordei, e acordei o meu marido com o grito que dei, com o coração bem acelerado, até me convencer que tudo não passou de um pesadelo.

 

 

O que é estranho é que a única coisa que vejo mesmo, numa fracção de segundos, são estes bichos ao pé de mim. Nada de começo, meio e fim, nada de outras imagens, personagens ou acontecimentos. Simplesmente, os bichos ao pé de mim.

Ando mesmo a alucinar!

Medos ainda não ultrapassados

 

O medo de tudo quanto é bicho - aranhas, centopeias, gafanhotos, grilos, baratas, cobras e tantos outros (sempre);

 

O medo da trovoada (já tive mais, mas também já tive menos);

 

O medo de não ser capaz de fazer os que me rodeiam felizes (tem dias);

 

O medo de não ser uma boa mãe (às vezes);

 

O medo da escuridão (às vezes);

 

O medo da morte (quando penso nela)...

 

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