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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

As pessoas estão cada vez mais bi(tri/quadri)polares

Transtorno Bipolar e diagnósticos incorretos

 

Tenho vindo a aperceber-me que as pessoas estão, para além de tudo o que já sabemos, a ser estrondosamente afectadas por outra maleita, assim algures entre a indecisão e a bipolaridade, no que respeita àquilo que pensam, dizem e opinam.

Contradições, dois pesos e duas medidas, críticas negativas a determinadas pessoas/ situações que, noutras, já são perfeitamente justificáveis.

Opiniões que mudam de um dia para o outro, em que num se defende uma coisa e, no outro, já se defende precisamente  o oposto.

Mas há quem ainda apresente um quadro mais grave, em que são várias ideias, que vão mudando ao sabor do vento, ou da maré, consoante lhes apetece.

Atrevo-me a dizer que as pessoas estão cada vez mais, não bi, mas tri ou quadripolares.

Incoerência no seu melhor! Ou pior...

Para que serve mesmo a avaliação intercalar?

Mulher é confusa e pensando com sinal de interrogação | Vetor Premium

 

Desde que tenho a minha filha a estudar, e que implementaram esta forma de avaliação intercalar, a meio de cada período, sempre a considerámos uma espécie de vislumbre do que poderão vir a ser as notas de final de período, com os devidos acertos, tanto pela positiva, como pela negativa.

 

Porque ainda falta o resto do período, e tudo pode mudar.

Assim, não me surpreenderia que um "Satisfaz", virasse negativa. Ou um "Insatisfaz" se tornasse positiva.

Mas que um "Bom", a meio do período, somado a um teste de 13, se torne uma negativa, no final do período, já é mais difícil de aceitar.

 

Ah e tal, não liguem muito à avaliação qualitativa, porque a quantitativa é que conta. 

Pois... Então, porque é que fez questão de diferenciar a primeira, entre "Insatisfaz" para uns, "Bom" para outros, e até um "Excelente", para o preferido do professor?

 

Todas as outras notas foram atribuídas com fundamento, e lógica.

E esta, baseou-se em quê?

Por que critérios se guiará, para fazer as suas avaliações?

Enganou-se na intercalar? Ou enganou-se agora?

E, se não se enganou em nenhuma, qual será a justificação para um aluno "bom", ao fim de um mês, e com um teste positivo, se transformar num aluno com avaliação negativa?

Bipolaridade do professor?