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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Levar crianças para os serviços públicos

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Se nós, adultos, não temos muitas vezes paciência para esperar horas a fio a nossa vez de sermos atendidos, o que dizer das crianças?

Se a nós nos incomoda a confusão, o barulho de dezenas de pessoas a conversarem, o ter muitas vezes que esperar em pé, pior ainda será para as crianças. E, consequentemente, pior para nós, porque temos que entretê-las, mantê-las sossegadas e em silêncio, e ouvi-las reclamar com fome, com sede, com sono, com vontade de ir à casa de banho, e por aí fora. Isto, quando não lhes dá para fazer birra, chorar ou gritar, acabando por incomodar as outras pessoas, e afectar o próprio serviço.

 

Eu própria, quando a minha filha tinha cerca de um ano e meio, tive que trazê-la para o meu trabalho, e levá-la comigo aos vários serviços onde tinha que ir. Não correu muito mal, mas também não foi fácil, até porque ela ao fim de 5 ou 10 minutos já queria ir embora, e começava a ficar irrequieta. Mas eu não tive outra hipótese. Foi numa semana em que a minha mãe, que tomava conta dela, foi operada, e eu não tinha com quem a deixar.

 

No entanto, há pais que levam os filhos mesmo que não seja necessário, como se estivessem a ir todos para um passeio. Até pode correr bem, o assunto despechar-se depressa, e irem à sua vida num instante. Mas também pode não ser assim tão simples e rápido.

 

Por isso, sempre que for possível, evitem levar crianças para serviços públicos. Será o melhor para todos.

 

 

Como lidar com uma birra da filha em pleno centro comercial

 

Quando fui ao El Corte Inglés, deparei-me com uma cena pela qual eu própria muitas vezes passei, quando a minha filha era mais pequena, mas que me deixou incomodada pela forma como a mãe a tentou resolver.

Tínhamos acabado de chegar à cafetaria, para lanchar. Sentámo-nos, e oiço uma senhora ao nosso lado a reclamar porque uma menina com os seus 3/4 anos estava a gritar à tanto tempo, e a mãe não fazia nada. De facto, a menina estava a chorar desalmadamente, com uma birra enorme.

Ora, não é fácil para uma mãe estar num local público, com os seus filhos a fazerem birra para todos ouvirem, e saber que tem todos os olhos postos em si. Se ignora, é porque não faz nada, se lhe ralha, é porque devia falar de outra maneira, se lhe dá uma palmada, é porque é agressiva. 

E quanto mais a filha berra, e as pessoas se incomodam, mais a mãe se enerva e pior pode ser o resultado. Foi o caso. A mãe levanta-se da sua cadeira, pega na filha por um braço e, confiante porque ficava tapada com o armário, coloca a menina à força numa cadeira ou banco, não percebi bem, e tapa-lhe a boca com a mão para ninguém a ouvir.

Logo em seguida, talvez tenha caído em si, e largou a miúda que, passado uns minutos, acabou por se calar. E foi a família toda embora, como se nada tivesse acontecido.

 

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