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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O que há de bom a recordar de 2017

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1 - O lançamento do meu segundo livro "Em Busca da Felicidade"

2 - Ter conhecido pessoalmente as autoras Sandra Pestana e Luisa da Silva Dinis, e a mentora do Body Revolution - Marta Romero

3 - Ida à Sic, em representação do Clube de Gatos do Sapo

4 - Ter conhecido pessoalmente a Anabela Neves

5 - Ida à RCM - Rádio do Concelho de Mafra, divulgar os meus livros e o Clube de Gatos

6 - As várias apresentações do livro do Clube de Gatos - Animal Fest, Colombo, AKI Mafra e Pet & Tea

7 - Ter conhecido pessoalmente a Nélia e a Daniela, dos Tarecos das Alcarias

8 - As férias de verão, as idas ao cinema, as apresentações de dança da minha filha e todos os programas em família ao longo do ano

9 - A missão de voluntariado com os gatinhos da rua

10 - Renovação das colaborações com a revista Inominável e site Fantastic

11 - Renovação das parcerias com a Farol Música e Chiado Editora

12 - Convite para colaboração da Miau Magazine

13 - Visitas ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico e Universidade dos Valores

 

No geral, foi um bom ano para mim.

Vamos ver o que 2018 me reserva!

 

 

 

A Rapariga no Comboio - quando o filme é tão bom como o livro!

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Regra geral, filmes baseados em livros deixam sempre muito a desejar, e desiludem quem já leu a obra.

Não foi o caso deste filme!

Já li o livro há mais de um ano. Recordava-me da história, embora alguns pormenores estivessem já esquecidos. Não me importei de já saber quem era o mau da fita, mas foi engraçado ver outras pessoas ao nosso lado a tentarem adivinhar e comentar sobre isso.

O meu marido também deu os seus palpites, mas eu só lhe respondia "tens que ver o filme para saber se estás certo"! 

A Emily Blunt esteve excepcional na sua interpretação, um exemplo de como um desgosto pode transformar alguém, de onde uma pessoa pode chegar à custa do álcool mas, sobretudo, de como uma pessoa nociva e sem escrúpulos ao nosso lado nos pode manipular e deitar ainda mais abaixo, fazendo-nos acreditar que somos uma pessoa que não somos. 

A Rachel conseguiu reerguer-se e encontrar o seu caminho. E, tenho a certeza, ainda hoje está a percorrê-lo numa qualquer carruagem de comboio, imaginando não só a vida daqueles que observa pela janela, mas pensando principalmente na sua própria vida, que agora recuperou!

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