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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Ser bom aluno é quase tão bom, e tão mau, como ser rico!

wschmitz [licensed for non-commercial use only] / Características de um bom  aluno

 

Nunca sabes se os colegas se aproximam de ti porque gostam da tua pessoa, ou por interesse, porque querem copiar, ou que lhes faças os trabalhos

 

Tal como os ricos, que as pessoas identificam pelo dinheiro, propriedades, carros e tudo o mais que tenha, também o bom aluno é mais conhecido pelas notas, apelidado de crânio, sem conhecerem realmente a pessoa em si

 

Um bom aluno, aos olhos dos comuns da turma, nem sempre é visto com bons olhos, e aceite, por  considerarem, muitas vezes injustamente, que se acha melhor e mais inteligente que os outros, da mesma forma que se considera que os ricos estão num outro patamar e não se misturam com a classe média

 

Tal como os ricos que, apesar do dinheiro que têm podem ainda assim, não conhecer a felicidade, nem sempre ser bom aluno faz, desse aluno, uma pessoa feliz

 

Até mesmo os professores fazem questão de diferenciar, na forma de tratamento, tal como muita gente o faz com pessoas endinheiradas

 

E ambos acabam por se sentir, em alguns momentos, isolados.

 

O que há de bom a recordar de 2017

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1 - O lançamento do meu segundo livro "Em Busca da Felicidade"

2 - Ter conhecido pessoalmente as autoras Sandra Pestana e Luisa da Silva Dinis, e a mentora do Body Revolution - Marta Romero

3 - Ida à Sic, em representação do Clube de Gatos do Sapo

4 - Ter conhecido pessoalmente a Anabela Neves

5 - Ida à RCM - Rádio do Concelho de Mafra, divulgar os meus livros e o Clube de Gatos

6 - As várias apresentações do livro do Clube de Gatos - Animal Fest, Colombo, AKI Mafra e Pet & Tea

7 - Ter conhecido pessoalmente a Nélia e a Daniela, dos Tarecos das Alcarias

8 - As férias de verão, as idas ao cinema, as apresentações de dança da minha filha e todos os programas em família ao longo do ano

9 - A missão de voluntariado com os gatinhos da rua

10 - Renovação das colaborações com a revista Inominável e site Fantastic

11 - Renovação das parcerias com a Farol Música e Chiado Editora

12 - Convite para colaboração da Miau Magazine

13 - Visitas ao Centro de Recuperação do Lobo Ibérico e Universidade dos Valores

 

No geral, foi um bom ano para mim.

Vamos ver o que 2018 me reserva!

 

 

 

A Rapariga no Comboio - quando o filme é tão bom como o livro!

Imagem relacionada

 

Regra geral, filmes baseados em livros deixam sempre muito a desejar, e desiludem quem já leu a obra.

Não foi o caso deste filme!

Já li o livro há mais de um ano. Recordava-me da história, embora alguns pormenores estivessem já esquecidos. Não me importei de já saber quem era o mau da fita, mas foi engraçado ver outras pessoas ao nosso lado a tentarem adivinhar e comentar sobre isso.

O meu marido também deu os seus palpites, mas eu só lhe respondia "tens que ver o filme para saber se estás certo"! 

A Emily Blunt esteve excepcional na sua interpretação, um exemplo de como um desgosto pode transformar alguém, de onde uma pessoa pode chegar à custa do álcool mas, sobretudo, de como uma pessoa nociva e sem escrúpulos ao nosso lado nos pode manipular e deitar ainda mais abaixo, fazendo-nos acreditar que somos uma pessoa que não somos. 

A Rachel conseguiu reerguer-se e encontrar o seu caminho. E, tenho a certeza, ainda hoje está a percorrê-lo numa qualquer carruagem de comboio, imaginando não só a vida daqueles que observa pela janela, mas pensando principalmente na sua própria vida, que agora recuperou!