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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Desenhos que se transformam em brinquedos reais

 

Não sabe o que oferecer às crianças este Natal? 

Que tal pegar num dos seus desenhos, e transformá-lo num brinquedo real?

Com a Budsies, isso é possível! 

E, se já não for a tempo para o Natal de 2014, pode sempre escolher qualquer outra ocasião para presentear os mais pequenos.

 

 Saiba mais em http://www.budsies.com/

Toy Storie - Brinquedos até ao infinito...e mais além!

 

 

Ontem foi dia de tripla sessão de Toy Storie!

Acabadinhos de chegar a casa (para fazer companhia ao primeiro), o 2 e o 3, como prenda pelas boas notas do 2º período da minha filha!

Gosto de colecções, e esta era obrigatória. São histórias de brinquedos que se poderiam muito bem transpor para a realidade, e para as pessoas.

Na verdade, com a chegada de novas pessoas às vidas de cada um, quem já faz parte dessa vida pode-se sentir ameaçado pelas novas presenças. Pode ter medo de perder o seu lugar.

Mas aqui, na história, mostrou-se que dois brinquedos fantásticos podem coabitar e coexistir, sem que nenhum seja colocado de parte. Mostra-se o verdadeiro valor da amizade, do espírito de entreajuda e equipa, de sentimentos e recordações que todos os brinquedos nos trazem, da sua importância ao longo da nossa vida. E consegue-se fazer um contraste entre as diferentes formas como os brinquedos são tratados. 

Embora cada um dos filmes tenha a sua importância, para mim o mais marcante foi, sem dúvida, o terceiro! É o que mais mexe com as emoções, o que nos faz recordar a evolução do tempo, a nossa evolução, e como os brinquedos nos foram acompanhando. E quando já não somos mais crianças, que destino os espera? Eu ainda guardo bonecas, peluches e brinquedos de quando era pequena. Tive pena que o meu pai tivesse doado outros que eu adorava. E a minha filha, contagiada pelo espírito do filme, decidiu recordar os velhos tempos e ir buscar estas duas bonecas - a Inês e a Marta - para brincar!

A mensagem passou!

 

Mãe, eu quero um telemóvel!

 

 

 

 

 

Aposto que foi um dos presentes solicitados no passado Natal!

As crianças de hoje crescem em convívio directo com as mais variadas tecnologias, entre as quais o telemóvel.

Para os adultos, é uma ferramenta cada vez mais fundamental.

O telefone portátil, cuja intenção inicial era ser usado para comunicar, funciona como uma espécie de “cordão umbilical”, que os liga aos familiares, aos amigos, ao trabalho, e ao mundo.

Através das várias funcionalidades, que lhe foram adicionando ao longo dos anos, acaba por adquirir também um estatuto de acessório estético, com o mundo dentro – telefone, internet, máquina de filmar, máquina fotográfica, rádio, tv, agenda, e-mail, jogos, GPS, calculadora.

Serve de companhia, dá a sensação de segurança, organização e coordenação do dia-a-dia.

Não é, pois, de admirar, que também as crianças se sintam fascinadas por estes “brinquedos”, que muitas vezes conhecem melhor que os próprios pais!

E se é tão fácil os adultos criarem uma “dependência psicológica”, para as crianças não é diferente!

A minha filha recebeu de presente do pai, neste Natal, o tão desejado telemóvel, que há muito pedia.

As “dores de cabeça” não tardaram a surgir: desde quase não dormir, na primeira noite em que o teve na mão, para mandar mensagens à mãe, a passar o tempo a jogar ou a tirar fotos em vez de se despachar e fazer as tarefas prioritárias, já foram vários os motivos que me levaram a chamá-la à atenção.

Embora muitos pais se sirvam dele como forma de distrair ou entreter os filhos, convém que a relação destes com o telemóvel não se torne obsessiva. Cabe aos pais estarem atentos e moderarem o seu uso no dia-a-dia, impondo algumas regras, se necessário for.

O telemóvel não tem que ser um inimigo, basta que o saibamos utilizar e ensinar a utilizar!

O melhor presente...

...É aquele que é dado com amor e carinho! 

 

Aproximamo-nos da época natalícia, e inevitavelmente, daquela altura do ano em que a maioria das pessoas começa a fazer contas ao orçamento, e uma lista infindável de prendas a oferecer a familiares, amigos e conhecidos.

Triplicam os anúncios apelativos ao consumo de determinados produtos típicos, e surgem as já tradicionais mega campanhas com descontos em hipermercados e lojas.

Quando se fala em Natal, é como se, automaticamente, se acionasse o botão - prendas!

E, embora de há uns anos para cá, tenha havido uma sensibilização crescente para trocarmos as prendas compradas numa qualquer loja, por outras feitas por nós próprios, na prática isso não acontece.

Eu, por exemplo, sempre gostei de oferecer às pessoas que fazem parte da minha vida, presentes que as fizessem felizes e que lhes fossem de alguma forma úteis. E dentro das minhas possibilidades, se pudesse satisfazer todos os desejos, era uma alegria!

Com a minha filha, além de lhe comprar roupa que ela bem precisa todos os anos (e que ela põe imediatamente para o lado na esperança de o próximo presente ser mais interessante), ainda tento comprar-lhe algumas daquelas coisas que ela pede ao Pai Natal!

Que por sinal, ao fim de meia dúzia de dias estão para lá amontoadas no caixote dos brinquedos.

No meu tempo, não era assim. Os meus pais não eram ricos, nem tinham muito dinheiro para prendas de Natal. Davam-me aquilo que podiam.

E, tirando uma boneca Barbie - o meu sonho de criança que nunca se tornou real, era feliz!

Porquê, porque tinha presentes únicos, alguns que ainda hoje guardo com muito amor.

Foi do meu pai que recebi uma casinha de bonecas feita em madeira, com as sobras da fábrica onde ele trabalhava. Foi do meu pai que recebi um pequeno baú, também em madeira, onde guardava os autocolantes dos bolicaos, as cartas da minha professora da primária, e mais umas coisitas. E lembro-me que, numa fase muito complicada das suas vidas, o meu pai me ofereceu de presente um pedacito de madeira trabalhado para pôr na minha mesa de cabeceira com a inscrição "Parabéns Marta"!

Ainda hoje lhes agradeço por todos esses presentes que, para a maioria das pessoas não têm valor, para para mim são um pequeno tesouro - foram dados com todo o amor que tinham. E não é esse o mais valioso de todos os presentes? 

 

 

 

 

  

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