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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Chama-me pelo primeiro nome que vier à cabeça!

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Quando andava na escola, tinha uma colega que, segundo uma professora,era parecida comigo e,por isso, trocava-nos sempre o nome, passando a chamar-me Raquel.

Uma outra professora, achou-me com cara de Milene, e volta e meia era esse nome que me chamava.

 

Outra troca inevitável que fazem a toda à hora é chamar-me Maria! É que só muda mesmo ali uma letrinha, e quando não se vê bem, todas somos Marias!

 

Uma vez, liguei para um determinado serviço, dei o meu nome e passaram-me a chamada.

Num outro dia, voltei a ligar, e perguntaram-me se o meu nome era Sara. Disse que não, que era Marta. Muito embora a minha mãe tivesse pensado nesse nome para mim, acabou por ficar Marta. Passou-me a chamada.

Uns dias depois liguei novamente, e desta vez perguntaram-me se era a Carla. Voltei a relembrar o meu nome.

 

Esta semana, fui buscar o computador que tinha ficado a arranjar. Na altura o técnico ficou com os meus dados. Liguei-lhe na véspera, dizendo quem era, para combinar a entrega do PC. No dia em que o fui buscar, tive que dar o nome e restantes dados para a ficha de cliente e factura. Disse ele que se esquecia sempre do meu nome.

Respondi-lhe que não havia problema. E contei-lhe esta troca caricata de nomes que já me tinha acontecido.

 

Quando estava a emitir a factura, diz-me "Convém guardar a factura por causa da garantia do cartão de memória, D. Carla."

Ao que eu lhe respondo, a rir: "Está a ver, eu bem digo que me trocam sempre o nome"!

 

Acho que se ele tivesse um buraco, tinha-se enfiado lá dentro, por conta deste engano :) 

Quando estamos com uma música na cabeça...

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...que não queremos, de todo, esquecer, e surge alguém a cantar alto e bom som outra música qualquer, só para nos atrofiar o cérebro!

É das coisas que mais me irrita. Se eu estou caladinha, a cantar para mim aquilo que gosto, porque não podem os outros fazer o mesmo?

É que depois, se for uma música que ainda não conheço bem, acabo por me perder e esquecer, e dificilmente voltarei a lembrar-me dela.

Depois da cabeçada, um abraço!

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Isto era eu, abaixada, a fazer festinhas à Becas. Mas logo uma gatinha ciumenta apareceu atrás de mim, e saltou-me para as costas. Ainda tive tempo de a amparar com as mãos, atrás, para ela não cair.

A Amora agradeceu o apoio e foi subindo costas acima, até à minha cabeça, à qual se agarrou, literalmente, com unhas e dentes! As garras para se segurar e não cair, e os dentes a morder o cabelo, na brincadeira!

 

Onde é que eu ando com a cabeça?

 

Ontem peguei no copo que a minha filha tinha no quarto, para o levar para a cozinha.

Quando vou lavar a loiça, não encontro o copo. Procuro no quarto, na sala, até na casa de banho, e nada de copo. Começo a lavar a loiça, e lembro-me de ir ver na entrada. Nada. Lavo o resto da loiça, e penso em ir ao corredor. Lá estava ele!

Devo ter parado lá quando tinha o copo na mão, a caminho da cozinha, para fazer qualquer coisa, pousei-o no móvel e nunca mais me lembrei dele!

 

Hoje, saio do trabalho e reparo que está a chover. peço à minha filha, que estava na avó, se me podia ir apanhar a roupa que tinha estendida. Ela leva a chave da avó.

Chego a casa da minha mãe, almoço, e diz-me ela: "não te esqueças de trazer as chaves para cima".

Vou a casa, levo as minhas chaves, da minha casa, e as da minha mãe, que eu tenho. Chegada lá, coloco-as todas juntas, para não me esquecer de as trazer.

Pego no computador para trazer, depois de o enfiar dentro de um saco, pego no guarda-chuva, despeço-me das gatas e venho-me embora.

Quando estou a meio caminho, lembro-me das chaves! Bonito serviço - ficaram todas na minha casa! Estou fechada na rua, e vou ter que esperar que o meu marido chegue do trabalho, para entrar em casa!

 

Como se não bastasse a minha maluquice, a minha mãe ainda ajuda à festa: "mas eu tenho aqui uma chave suplente, aqui de casa."

"Pois, mas eu preciso é da minha casa.", respondo eu, ao que ela afirma que tem umas chaves iguais àquelas que eu levei.

Espero que ela procure, e dá-me então a chave para a mão. 

"Mas esta chave é daqui de cima!, digo eu.

"Então, e não consegues abrir a porta lá de baixo com ela?", afirma a minha mãe!

Só depois é que percebeu o que estava a dizer!

 

Equilíbrio

“É preciso ouvir a cabeça, mas deixar falar o coração. E não será precisamente aí, nesta mistura tão poderosa, que reside o equilíbrio?”

 

 

Por vezes, é complicado mantermo-nos equilibrados, quando o coração puxa para um lado, e a cabeça para o outro!

O meu coração está triste, porque não tem havido muito tempo nem dinheiro para estar com a pessoa que ama, como gostaria de estar. Está desanimado, porque isso ia acontecer hoje, e acabou por não acontecer. As saudades apertam...

Já a minha cabeça, diz-me que não posso mostrar nada do que estou a sentir. Afinal, o momento é de alegria e o motivo é nobre - ele vai começar a trabalhar, está a lutar pela sua vida e, nos tempos que correm, é de agradecer e ficar muito feliz por ter conseguido um trabalho!

Portanto, se ele próprio ficou triste porque vamos ter que esperar mais um pouquinho para estarmos juntos, cabe-me a mim dar-lhe força, e não desmoronar com ele!

Cabe-me a mim mostrar-lhe que vai tudo correr bem, o tempo vai passar depressa e sexta-feira vamos, finalmente, ter o nosso tempo!

 

 

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