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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O dia em que comprei uns ténis para mim

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Não era nada disto que eu queria!

Só precisava de comprar umas sabrinas para calçar nestes dias em que já está frio para andar de sandálias, mas calor para usar botas.

Ainda experimentei as da minha filha mas, para variar, estão grandes e caem-me dos pés. 

Nas sapatarias, o que há, ou está grande demais, ou pequeno demais, ou é demasiado folclórico para o meu gosto.

Fui ao chinês com a minha filha, para ela comprar uns ténis para ela. Experimentou vários, não se sentiu bem com nenhuns. Também não havia sabrinas de jeito para mim.

Acabei por ser eu a sair de lá, depois de a minha filha insistir que ficava bem, com uns ténis para mim!

Eu, que sou totalmente avessa a este calçado, perdi a cabeça :)

 

Sim, até são bonitos e confesso que não ficam mal, e dão um bom andar. Mas continuo a não gostar muito de me ver com eles.

 

Dramas de uma mulher sem nada para calçar!

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Ontem, como estava bom tempo, decidi estrear uma camisola preta nova, igual a uma que comprei para a minha filha.

O problema é que a maioria das calças que tenho, e que me ficam justas, são escuras. Logo aí, começou o primeiro problema. Encontrar umas calças clarinhas, que me ficassem bem. Até tinha um ou dois pares, mas são largas em baixo (à boca de sino), e com as botas que tenho não ficam bem. 

Precisava de umas sandálias de verão. Corri a casa toda, abri todas as caixas em que tenho calçado, e não me apareceram as sandálias. Não faço ideia do que lhes fiz, ou onde as poderei ter arrumado. 

A ficar sem tempo, vesti antes umas calças de ganga, e fui experimentar os sapatos da minha filha, porque não tenho sapatos meus. Mas, para isso, precisava de meias de licra cor de pele, que eu também não tinha. E, mais uma vez, fui à gaveta da minha filha para ver se me desenrascava.

Calcei as meias e os sapatos, mas estes ficavam-me largos, e a cair dos pés! Desisti dessa ideia, e fui experimentar as botas. Ficavam mal. Voltei a descalçar as botas e as meias, e tive que me contentar com umas sandálias antigas que já não usava, e que mais pareciam ter saído de um caixote do lixo mas que, depois de bem limpas, acabaram por ser a minha salvação!

 

Conclusão a que chegámos: preciso urgentemente de comprar sapatos e sandálias, ou chego ao verão a calçar botas de inverno, e preciso de comprar calças mais atuais, e que eu possa usar, ao invés de estarem a ocupar espaço para nada!

Ténis, por que não os quero!

 

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Porque se há calçado que sempre detestei foi ténis.

Sempre fui menina e mulher de sapatos, botas e sandálias, mas nunca ténis. Esses, só para as aulas de educação física (que também odiava), nos tempos em que estudava. E bastou.

Actualmente não pratico qualquer actividade física, por isso não preciso deles. E, se me quiser sentir confortável, tenho muitas outras opções que fazem mais o meu estilo.

 

 

 

 

Dia Nacional sem Saltos

Vem aí, logo a seguir ao Dia Internacional da Mulher, o "Dia Nacional sem Saltos"!

É já a 9 de Março, por ocasião do 56º aniversário da Barbie que, pela primeira vez, tira os saltos altos e convida todas as mulheres portuguesas a fazerem o mesmo, declarando o "Dia Nacional sem Saltos".

Para celebrar o momento, a Barbie associou-se à marca de calçado portuguesa Cubanas, para a criação de uma edição especial limitada de 100 pares exclusivos da colecção Barbie X Cubanas. (mais informações aqui).

Quanto a mim, vou aderir sem qualquer problema até porque quase todos os meus dias são dias sem saltos. E quanto a vocês?

Calçado sem qualidade

 

É o que cada vez mais se encontra por aí.

Ah e tal, isso é porque é feito de material que não presta e é mais barato. Se comprarmos calçado de qualidade superior que, por norma, sai caro, não temos esse problema.

Pode até ser. Mas a verdade é que já comprei calçado mais caro e fiquei mal servida na mesma.

Há muitos anos atrás, comprei umas botas pretas de salto alto, que me duraram até há 3 anos atrás. Foram caras, na altura, mas valeram o dinheiro que dei por elas. Nessa altura, comprei umas botas castanhas em pele (segundo a dona da sapataria) que estavam em saldo, e também nunca tive problemas com elas.

Mas foram as únicas excepções à regra! Tanto para mim, como para a minha filha, chego a comprar por ano aos 4 e cinco pares de botas para o inverno. Ao fim de dois ou três dias, precisam de capas. Ao fim de pouco mais de um mês, já estão descoladas e, à primeira chuvada, deixam entrar água!

E não são assim tão baratas quanto possam pensar. Os sapatos, começam a esgaçar todos. No último verão, comprei umas sandálias de cunha. No primeiro dia, a sola ficou cheia de buracos porque as pedrinhas pequeninas da rua ficaram lá espetadas e agarradas!

E não me venham com desculpas que determinado calçado não foi criado para determinadas condições. Que me digam que um guarda-chuva não foi feito para o vento, ainda compreendo. Mas a função básica de qualquer calçado é proteger os pés e, sinceramente, cada vez mais me convenço que isso anda longe de ser cumprido.

A ser verdade a teoria de que o que é bom é caro (para mim  nem sempre é verdade), quando as nossas carteiras não podem pagar em dinheiro a qualidade, pagam os nossos pés! 

 

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