Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Super Chefs Gang dos Frescos - uma aposta de sucesso!

Resultado de imagem para super chefs gang dos frescos

 

Há campanhas que chegam, conquistam e fazem sucesso, voltando a cada ano, com novidades e mais fortes que nunca.

É o caso desta campanha do Lidl, do Gang dos Frescos.

 

Este ano, os peluches estão de volta ao Lidl, e vêm com muitas receitas para cozinhar com toda a família.

São 6 peluches e 120 cartas, onde cada Super Chef tem a sua especialidade: pequenos-almoços (João Ameixão), entradas (Marie Fleur), almoços (Simão Lima), lanches (Ana Naz), jantares (Lady Pumpkin) e sobremesas (Pedro Melancia). Cada carta traz uma receita saudável e fácil de fazer, para que toda a família se divirta a cozinhar com a ajuda dos Super Chefs.

 

No entanto, a euforia dos mais pequenos é, por vezes, a dor de cabeça dos adultos.

Para quem tem crianças, é difícil não lhes fazer a vontade e tentar conseguir nem que seja um peluche. Se elas acompanham os pais às compras, é ainda pior.

Há quem até nem faça muitas compras no Lidl, mas vá de propósito nestas alturas, só para tentar a sua sorte.

Há quem leve mais qualquer coisita que até nem precisava, só para dar para levar mais um ponto.

Há quem tente pedir aos clientes que não querem, se podem ficar com esses pontos.

Há quem fique triste porque não vai conseguir.

 

Se virmos bem, para cada peluche é preciso juntar 15 pontos. Dão um ponto por cada 10 euros, o que significa que é preciso gastar 150 euros em compras. A esse valor acresce 2,99 euros, que tem que ser pago adicionalmente. Ou seja, um único peluche custa, a cada família, 152,99 euros. Para se conseguir a colecção completa - 6 peluches e 120 cartas de receitas - será preciso gastar cerca de 918 euros!

 

É muito dinheiro?! Sem dúvida!

Mas há quem esteja disposto a gastá-lo só para ver os filhos, os sobrinhos ou os netos felizes.

E o Lidl agradece!

 

 

Blogmas - Dia 23 - As campanhas de solidariedade no Natal

 

 

Não acho mal que se façam campanhas de solidariedade no Natal, mas experimentem fazê-las também, com maior frequência, ao longo de todo o ano.

Não é só no Natal que os sem abrigo precisam de uma refeição especial, roupa e calçado.

Não é só no Natal que as crianças precisam de brinquedos, e que as famílias mais carenciadas gostariam de dar presentes aos filhos.

Não é só no Natal que as mães com dificuldades financeiras precisam de apoio para ajudar a cuidar dos seus bebés.

Não é só no Natal que os diversos projectos educativos precisam de financiamento, e as instituições de ajuda.

E por aí fora...

 

Pode até ser que escolham esta altura do ano, pelo espírito solidário que a época evoca, ou pelo facto de as pessoas terem mais dinheiro, e que as angariações feitas agora durem até à mesma altura do ano seguinte, mas a ideia que fica é que só se lembram de quem precisa, e que essas pessoas existem, no Natal.

 

 

 

 

Números preocupantes e assustadores

SEGURANCA 2.jpg

 

68845 acidentes rodoviários

 

20447 feridos ligeiros

 

1212 feridos graves

 

277 mortos

 

Entre 1 de janeiro e 31 de julho.

 

Será mesmo seguro andar na estrada?

Será que, apesar de todas as campanhas, medidas e operações policiais, a irresponsabilidade prevalece sobre o bom senso?

A influência dos media na violência infantil

Será possível apontar os meios de comunicação social como um agente que incentiva ou constrange os comportamentos de violência infantil?

 

Tudo o que nos rodeia pode, de alguma forma, influenciar o nosso comportamento, quer de forma positiva, quer de forma negativa.

Da mesma forma, também as informações e imagens divulgadas pelos meios de comunicação social, tal como a imensa variedade de programas que nos são oferecidos, podem influenciar e, em alguns casos, originar comportamentos de violência infantil.

Enquanto pais, podemos e devemos sempre estar atentos e controlar aquilo a que os nossos filhos poderão visualizar ou ter acesso. Como adultos, e possíveis agressores, podemos de facto "aprender" muito com o que nos chega através dos media.

Mas se não tivermos "predisposição" para esse tipo de comportamentos, e se a nossa conduta for correcta, se aceitarmos e agirmos de acordo com as normas da sociedade, é pouco provável que soframos qualquer tipo de influência, seja ela dos media ou outra qualquer.

Por outro lado, os meios de comunicação social são também a melhor forma de  sensibilizar crianças e adultos para os vários tipos de violência, como a violência infantil, através de campanhas em que sejam mostrados os efeitos e as consequências, tanto para agressores como para vítimas, em que sejam mostradas estratégias de prevenção e/ ou intervenção, e em que sejam indicadas (e, principalmente, postas em prática) as sanções que podem ser aplicadas, constrangendo assim esse tipo de comportamento.

A propósito do Natal

                           Imagens Animadas: Imagens.de Natal

 

A noite de Natal que sempre imaginei foi aquela em que toda a família pudesse estar junta - filhos, marido, mãe, pai, irmão, cunhada e sobrinhos. Com muito amor, alegria, brincadeiras e presentes para as crianças!

Até agora, ainda não tive essa noite, e duvido muito que algum dia a venha a ter. Não é que me dê mal com a minha família, porque até nos damos todos bem, mas porque quando estão uns, não estão outros. Uns não podem, outros não querem, e quando assim é, não há nada a fazer.

Pelo menos vamo-nos vendo e falando ao longo do ano, convivendo quando o tempo e a disponibilidade nos permite. Não deixamos de manter o contacto. Fazemo-lo porque temos esse gosto e essa vontade. Porque, como disse, nos damos todos bem.

Antes assim, do que nos servirmos do Natal como desculpa para reunir todos aqueles familiares com quem raramente falamos, e de quem só nos lembramos por ocasião de festas e funerais!

Pode parecer exagerado, mas não é. A verdade é que muitas vezes esquecemos e somos esquecidos. Depois dá-nos um daqueles "clicks" - é Natal, vamos lá reunir toda a família, nem que seja só neste dia!

É um pouco como as mais diversas campanhas que se começam a despoletar com o aproximar da época natalícia!

Festas de solidariedade, angariação de fundos, apelo aos donativos para uma infinidade de causas sociais...Acho bem que elas existam e são muito bem vindas, concordo, mas fica a sensação que bondade, generosidade, união, amor e outros sentimentos tão nobres, só saem cá para fora porque é Natal. Depois volta-se a guardá-los na gaveta até ao próximo ano.

Por outro lado, as crianças parecem viver essa noite com o único objectivo e a ansiedade de abrir os presentes, na esperança de ver a sua lista de Natal satisfeita. Acho engraçado a facilidade e a rapidez com que rasgam o papel do embrulho, olham para o que de lá saiu, e põem para o lado logo em seguida, dando a vez ao próximo, e assim sucessivamente, até não haver mais presentes. Acabam-se os presentes, acaba-se a euforia - muitas vezes felizes, outras mais tristes porque não eram do seu agrado.

Que venha o próximo Natal!

  • Blogs Portugal

  • BP