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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Por vezes, conversar é como caminhar sobre um campo minado

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“Ela queria discutir com todas as forças, mas isso roubar-lhe-ia ainda mais energia.

Para o caso de não te teres apercebido, estou cansada. Teria gastado mais tempo a discutir contigo, do que a que tenho para gastar.”, do romance “Não É Bem Meu”.

 

 

Por vezes, estamos tão cansados que se torna difícil manter uma conversa com alguém, sobretudo quando meras conversas banais, tendem a tornar-se verdadeiras batalhas pela defesa de cada um dos pontos de vista.

Nem sempre é preciso levar uma conversa ao limite, espremê-la até se conseguir tirar o sumo todo, debater o assunto como se a nossa vida dependesse disso. Há conversas que, pelo contrário, devem ser leves, descontraídas.

E nem sempre uma opinião diferente significa contrariar o que o outro diz ou pensa. São apenas opiniões, cada um é livre de ter a sua. Não precisamos de enveredar por um "braço de ferro", em que só pode haver um vencedor, e um vencido.

 

Quando se começa a dissecar cada conversa que se tem, perdemos a vontade de conversar, porque isso exige-nos uma energia que não temos para gastar, um esforço que não temos vontade de empreender, em algo que não faz sentido.

Assim, deixamos de conversar, de nos manifestar, de dar opiniões, optando pelo silêncio, ou pela concordância com o que a outra parte diz. 

 

Por outro lado, quando se entra por esse caminho, o que acontece é que nos sentimos a caminhar sobre um campo minado. Sabemos que temos que ter cuidado onde pisamos, que a caminhada até pode decorrer sem incidentes mas que, qualquer passo em falso, pode fazer explodir uma mina e atingir-nos. Qualquer frase ou palavra pode tornar-se uma armadilha a ser usada contra nós. 

Como tal, deixamos de querer entrar em qualquer campo que seja, preferindo ficar quietos, para não correr perigo de activar o explosivo.

 

 

 

 

 

O maior desgaste não é físico, mas sim emocional

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Sabem aqueles dias em que fazemos mil e uma coisas, temos que andar a correr de um lado para o outro, não paramos um segundo, e quase nem sentimos o corpo?

Ainda assim, se for preciso, ainda arranjamos forças para fazer mais isto, e mais aquilo, entrando em piloto automático.

Chegamos ao final do dia cansados, sim. Mas esse cansaço físico em nada se compara com o cansaço psicológico.

Este último, derruba-nos completamente.

Quando começamos o dia a conviver com pessoas “tóxicas”, que nos sugam a boa disposição, que nos esgotam a paciência, que se destroem a nossa energia e anulam o positivismo, e isso se vai repetindo, ao longo do dia, com diversas pessoas com as quais temos que lidar, chegamos ao final desse mesmo dia, como se tivéssemos sido apanhados no meio de um tornado, como se nos tivessem arrancado toda a nossa essência, deixando apenas um corpo sem alma.

Sem dúvida, o maior desgaste não é físico, mas sim emocional.

Outra vez?!

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Sempre que chegamos a esta altura do ano, começo a sentir um cansaço fora do habitual.

Nem sequer é aquele cansaço de "estou a precisar de férias".

É mesmo fadiga, aquela sensação que as pernas pesam chumbo e não se querem mexer, que andei um bocadinho e parece que corri a maratona.

 

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