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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Música puxa música

Resultado de imagem para música

 

 

A minha filha estava a cantar uma música de uma série que vê. E eu, a detreminado momento, ao ouvi-la, lembrei-me de outra.

O problema, é que só me lembrava do ritmo, não da letra. E não fazia a mínima ideia de quem a cantava, a não ser que era um homem, e em português.

E, com essas premissas, só me vinha à mente o Fernando Daniel. Mas não era nenhuma das dele.

Se à coisa que me deixa danada e inquieta, é não descobrir quem é que canta uma música que gosto, mas não podia fazer nada com tão pouca informação.

 

 

Fui às compras.

Enquanto estava a ser atendida, por coincidência, toca a música!

Para meu azar, mal se ouvia e só apanhei 3 ou 4 palavras o que, para uma pesquisa, nem sempre basta.

 

 

Já pelo caminho, lá ia pensando no ritmo, naquelas palavras, e comecei a inventar algo que me soava bem, surgindo a palavra "longe". E veio o clique!

"Longe" é um tema do Nuno Ribeiro. Será que é dele? Ou eu estou a inventar o longe?

Mal cheguei a casa, pedi à minha filha para pôr essa música e, voilá, era mesmo essa! 

Mas como só a ouvi 2 ou 3 vezes, e só uma parte, nem me lembrei. Estava com a cabeça às voltas com o Fernando Daniel que, para mim, só podia ser ele!

À Conversa com Daniel Galvão - especial The Voice Portugal

 

Era um dos concorrentes favoritos da equipa da mentora Marisa para disputar a grande final, mas acabou por terminar o seu percurso no programa um pouco antes.

Sendo sempre muito elogiado por todos os mentores, teve um momento "digno de uma final" quando disputou a batalha com a colega Joana Lopes.

No futuro, quer envolver-se em novos projectos, e dedicar-se ainda mais à música.

Aqui fica a entrevista ao Daniel Galvão!

 

 

 

 

 

Quem é o Daniel Galvão?

O Daniel Galvão é um rapaz de 21 anos, de Lisboa, que é cantor.

 

 

Como é que a música surgiu na tua vida?

A música sempre fez parte da minha vida. Fui basicamente ‘’criado’’ na minha igreja, os meus pais e família sempre foram muito presentes e participantes em tudo o que estivesse relacionado com igreja. O meu pai era técnico de som, a minha tia cantava, o meu tio, que é maestro, tocava piano, por isso a música era algo que não era de todo estranho no nosso âmbito familiar. Lembro-me de ter começado a cantar quando tinha 3 anos. Quando tomei a decisão de querer ser um profissional da área, tinha cerca de 15 anos.

 

 

Quais são as tuas maiores referências ou influências a nível musical?

Visto que comecei a cantar na igreja, só cantava e ouvia Gospel, e até hoje é um dos estilos que mais me influencia e me toca. Gosto de ouvir bons cantores. Sade, Anita Baker, Whitney Houston, Phyllis Hyman, Luther Vandross, e de artistas mais recentes gosto de Lianne La Havas, Lalah Hathaway, Joss Stone, Lauryn Hill, Jazmine Sullivan, Jojo, entre muitos outros. Gosto um pouco de tudo, desde música clássica, Jazz, 80’s Rock, 90’s Pop, teatro musical, etc. Ou seja é toda uma mistura de referências e influências que fazem de mim o que sou hoje.

 

 

Que géneros mais gostas de cantar, ou nos quais te sentes mais à vontade?

Qualquer música que tenha uma mensagem verdadeira, que me fale e que me desafie, é suficiente para me sentir confortável para a cantar. Tem que falar sobre factos reais, coisas com as quais todos nos possamos relacionar. Infelizmente, na minha opinião, as músicas de hoje em dia têm temáticas muito supérfluas, daí gostar de músicas e artistas mais antigos.

Mas para simplificar, gosto de cantar Soul, Jazz, Gospel, Rock, entre outros.

 

 

 

Foto de Daniel Galvão. 

 

Em que momento é que decidiste enveredar pelo teatro musical?

Para ser honesto eu nao decidi enveredar pelo teatro musical. Voltei de Londres faz agora um ano, e sempre tive curiosidade e vontade de fazer uma temporada de um espetáculo de Filipe La Féria. Fiz audição e fiquei. Acho triste que as pessoas me rotulem como cantor de teatro musical, quando eu passei os últimos anos a cantar em bares, fazer concertos com a minha antiga banda, etc. Simplesmente foi algo diferente que nunca tinha feito e que gostei, e gosto, muito de fazer. Mas não sou só isso. Acho que seria aborrecido se fizesse só uma coisa, certo?

 

 

O que te levou a concorrer ao The Voice Portugal?

Como disse na resposta à pergunta anterior, visto que estava a fazer o mesmo há algum tempo, achei que participar no programa me iria trazer novos desafios e quis experimentar algo novo, algo diferente que nunca tinha feito antes.

 

 

Foi complicado conjugar ensaios, galas e o trabalho como ator musical?

Foi uma decisão importante pois tive que ponderar muita coisa. Fazer dois espetáculos ao mesmo tempo, de terça a domingo, mais o The Voice, implicava não ter folgas desde Setembro a Dezembro. Quase 4 meses sem dormir bem, sem descansar a voz, o corpo. Foi muito difícil. Fico triste por não ter estado no meu melhor. Mas acho que valeu a pena e que correu tudo bem dentro dos possíveis e das condições.

 

 

 

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Como é trabalhar com a mentora Marisa Liz?

Não posso dizer outra coisa se não que é incrível. Posso dizer que mais que uma mentora e colega de profissão, fiz uma amiga que sei que posso contar com ela independentemente da situação. Ela é uma pessoa genial, tem uma energia cativante, é super inteligente e interpreta como ninguém. Não poderia ter escolhido outra pessoa para trabalhar comigo no programa.

 

 

Grande parte do público português via-te como o provável finalista da equipa da Marisa. É esse também o feedback que tens tido daqueles que te seguem e veem o programa?

Sim, é. Fico triste por saber que as pessoas que me vêem esperavam que eu fosse mais longe, mas fico muito feliz por receber todo esse apoio. Honestamente, vejo o programa como uma fase ou uma passagem na minha vida. Foi uma experiência que durou o tempo necessário e que me deu o que tinha para dar. Ganhar nunca foi o meu objetivo, até porque sei que este programa, tal como outros do gênero, não fazem carreiras nem artistas, trazem sim visibilidade momentânea, que acaba por desvanecer uns meses mais tarde. Como tudo na vida, é com muito trabalho e dedicação que os resultados aparecem, por isso nesta área não iria ser diferente. No entanto, fico feliz pelo meu percurso, e espero que ganhe a equipa da Marisa!

 

 

 

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Agora que a tua participação no programa terminou, onde é que o público te pode ver e acompanhar?

De momento estou a fazer a Pequena Sereia de Filipe La Féria no Teatro Politeama. No entanto vou começar a trabalhar em novos projetos, coisas diferentes e desafiantes que me deixam bastante entusiasmado! Até lá, podem seguir-me nas redes sociais como Facebook e Instagram, onde costumo postar todas as novidades que vão surgindo.

 

 

A nível profissional, que objetivos gostarias de ver concretizados em 2017?

Quero começar a compor e escrever, assim como ir para a estrada com uma banda a tocar comigo. Quero dedicar o meu tempo à música e à minha carreira enquanto cantor. E acho que 2017 vai ser um bom ano!

 

 

Muito obrigada, Daniel!

À Conversa com Sérgio Alves - especial The Voice Portugal

Foto de Sérgio Lourosa Alves.

 

 

O convidado que vos trago hoje é cantor, professor de história e ginasta!

E terá sido assim, com alguma ginástica para se desdobrar entre as aulas, os ensaios e as galas, que conseguiu fazer um pouco de história na sua vida e chegar à semifinal do The Voice Portugal, mostrando não só o cantor, como a pessoa que é.

Deixo-vos com a entrevista ao Sérgio Alves!

 

 

 

 

Para quem não te conhece, quem é o Sérgio?

O Sérgio é um rapaz lutador, “workaholic” assumido, (ainda assim) muito presente perante os seus amigos e família, positivo, empreendedor, criativo e benevolente com o próximo.

 

 

A música entrou na tua vida muito cedo. Em que momento é que te apercebeste da tua paixão pela música?

A minha paixão pela música começou muito cedo, a ver os diversos Festivais da Canção e a imitar as músicas. Uma das canções vencedoras marcou-me, a “Lusitana Paixão” da Dulce Pontes. Estava sempre a cantar esta música e os meus pais conseguiram que conhecesse a Dulce e que cantasse para ela. Nesse momento, perante o conselho da Dulce para que continuasse a cantar, os meus pais tiveram a certeza que a música seria parte da minha vida.

 

 

E a ginástica acrobática, como é que surgiu na tua vida?

Também muito cedo comecei a praticar ginástica, em primeira instância trampolins, depois tumbling e, por fim, acrobática. Praticando, até aos dias de hoje, ginástica mista, que junta estas três modalidades da ginástica.

 

 

És professor de História e de História de Arte no colégio S. Peters School em Palmela. Consideras que a História é uma disciplina que ainda conquista muitos alunos, ou só um grupo muito específico mostra interesse?

É uma disciplina que se adora ou se odeia, e é das disciplinas que mais depende da postura de um professor. Para se passar o gosto pela História há que colocar os alunos a viver essa História, ou seja, ainda que seja no passado, tentar transmitir que tudo o que é passado tem repercussão no presente, e trará perspetivas válidas para o futuro.

 

 

Para além do ensino, a que outras atividades te dedicas atualmente?

Além do ensino sou cantor. Fazendo alguns espetáculos ao nível empresarial e em eventos. Com o ensino, a ginástica, os amigos e a família, não me resta muito mais tempo, mas a música nunca deixa de existir na minha vida.

 

 

Foto de Sérgio Lourosa Alves.

 

O que te levou a concorrer ao The Voice Portugal?

Concorri ao The Voice Portugal porque há 7 anos que não fazia nada na música com visibilidade ao nível nacional. E com 30 anos decidi que era tempo de tentar relançar a minha carreira a solo, mostrar efetivamente do que sou capaz de fazer na música.

 

 

 

Foto de Sérgio Lourosa Alves.

 

Algo que os mentores têm mencionado, é a tua evolução ao longo das várias etapas do programa. Também notas essa evolução?

Penso que tenho evoluído ao longo do programa porque na minha prova cega estava extramente nervoso, pois estava a colocar muita coisa em risco, tanto a minha carreira musical como a minha carreira académica, ou seja, não queria fazer má figura e queria virar alguma cadeira.

Acabou por somente virar a Áurea, e o facto de ser um concorrente que somente tinha virado uma cadeira tornava-me mais fraco em relação aos outros. Aliás, na equipa da Áurea, era dos poucos que somente tinha virado uma cadeira.

Depois nas batalhas, calhou-me um dos duelos que ninguém queria fazer, cantar contra um trio, três vozes maravilhosas e que já tinha mostrado o extraordinário que são, os Edna. Contudo, com um grande trabalho entre os quatro, conseguimos fazer um grande momento de música e televisão. Aí penso que os mentores viram que poderia fazer mais do que tinha mostrado na prova cega, tendo sido rebuscado pelo Mickael Carreira.

Assim, sendo um mero rebuscado, numa equipa também muito forte, parecia estar em desvantagem, mas mostrei tudo o que tinha e passei os Tira-Teimas e cheguei às Galas. O meu principal objetivo. Na minha primeira gala ter sido o mais votado pelo público, deu-me a certeza que estava a fazer as escolhas certas e a mostrar verdadeiramente o meu valor. E na gala seguinte ter sido salvo pelo Mickael foi uma honra imensa, cumprir um sonho e chegar a semifinalista. Para mim uma grande vitória.

 

 

Na terceira gala, tiveste a participação dos teus alunos, que te tinham visitado antes no ensaio, no palco contigo. Como te sentiste por tê-los ao teu lado naquele momento?

Em todas as minhas atuações fui muito pessoal, muito sentido e intenso, mostrando aquilo que sou, sem capas nem máscaras. Por isso ter dedicado o “Don’t Stop Believin” aos meus alunos e ter alguns deles ali em palco comigo, após a grande surpresa que me fizeram no ensaios, era sentir-me tão realizado e tão feliz, que, naquele momento, já tinha ganho o concurso.

 

 

Como é a tua relação com os teus alunos? Consideras que eles são alguns dos teus maiores apoiantes e fãs?

Tenho uma relação próxima com os meus alunos, pois além de ser professor de História ou História de Arte, tentando passar-lhes esses ensinamentos, tento também transmitir-lhe conselhos práticos de vida, para que se tornem melhores pessoas e melhores cidadãos neste mundo. Sei que me apoiam e são meus fãs porque sabem o quanto a música me realiza como pessoa e como é possível conciliar uma carreira artística e um percurso académico.

 

 

 

Foto de Sérgio Lourosa Alves.

 

Partindo do tema que escolheste para a terceira gala, “Don’t Stop Believin’”, seria esse o conselho que deixarias a todos aqueles que estão agora a dar os primeiros passos no mundo da música ou que estão, de uma forma geral, a tentar concretizar os seus sonhos?

“Don’t Stop Believin’” foi verdadeiramente a mensagem que quis transmitir a todas as pessoas, sejam aquelas que perseguem o sonho pela música ou outro, pois nunca deixei de acreditar, de trabalhar, de querer sempre mais e melhor, até que um dia as coisas acontecem e com a persistência em cumprir um sonho, este torna-se real.

 

 

O teu maior sonho é conciliar a vida académica com a vida artística. Quais são os teus objetivos, a nível musical, para este novo ano que aí vem?

Quero efetivamente conciliar a vida académica como professor e a vida artística como professor. Por isso, na música gostaria imenso de participar no Festival da Canção, pois é um sonho desde criança, continuar a trabalhar na música em eventos ou musicais como tenho feito, e quem sabe gravar e lançar um projeto música meu, que seja novo e diferente no panorama musical português.

 

Muito obrigada, Sérgio!

 

Muito obrigado!

 

À Conversa com Diogo Garcia

 

Há cerca de um ano atrás, assistíamos à vitória de Diogo Garcia, da equipa da mentora Daniela Mercury, no programa The Voice Kids. O programa passou, e acabámos por deixar de acompanhar este jovem talento.

No outro dia, a minha filha estava a ver televisão e, no intervalo da série, passa um videoclip. Ouvi por acaso, e chamou-me a atenção, porque a música é bonita, entra bem no ouvido e o cantor tem uma boa voz. Perguntei-lhe quem era. Diogo Garcia, respondeu-me ela!

Mas quem é o Diogo Garcia? Só mais tarde, ao pesquisar, percebi que era aquele mesmo Diogo que tinha vencido o programa!

No entanto, o percurso do Diogo na música não começou no The Voice Kids. A trabalhar o seu talento desde os oito anos, já anteriormente, tinha vencido o festival Funchal a Cantar e o Festival da Canção Infantil da Madeira.

 

 

 

 

Após a vitória no The Voice Kids, entrou em estúdio para gravar o seu disco de estreia, "O Que Eu Sou", cujo primeiro single se chama “Sinto-me Livre Contigo”.

 

 

 

Agora com 16 anos, e depois de algumas actuações neste verão, bem como uma passagem pelo festival NOS Summer Opening, Diogo Garcia apresenta o seu trabalho em nome próprio, do qual muito se orgulha!

É ele o nosso convidado de hoje da rubrica “À Conversa com…”:

 

 

Diogo, para além de vencer, como é óbvio, qual era o teu principal objectivo quando concorreste ao programa The Voice Kids?

A vitória, na minha opinião, é algo que só deve ser pensado quando um concorrente está muito próximo dela. É óbvio que todos os concorrentes sonham com ela, mas em programas como o The Voice Kids, os concorrentes têm que estar preparados para o bom, e para o mau, porque há a parte em que o júri deixa de ter qualquer influência na passagem à fase seguinte, e quem decide é o público. A vitória passou a ser um objetivo na final. Nas outras fases, o principal objetivo era passar com sucesso, e aprender o máximo sobre música com os nossos mentores, pois é isso o mais importante dos programas musicais. 

 

Como foi essa experiência? O que de melhor guardas desse tempo?

Sem dúvida que foi das experiências com que eu mais aprendi. As pessoas lá em casa, até podem ver um dos lados, que é rivalidade entre concorrentes, mas não há espaço para isso. Os laços que fazemos uns com os outros são enormes, e ajudamo-nos uns aos outros! Sem dúvida que o que guardo melhor desse tempo é a amizade feita com todos os concorrentes.

 

A Daniela Mercury foi uma boa mentora?

A Daniela é uma pessoa cinco estrelas, com um coração enorme, grande talento, e é sem dúvida a melhor mentora que poderia ter! Orgulho-me sempre da escolha que fiz, pois vejo que foi a mais acertada. Ainda hoje falamos por telemóvel e mesmo fora do programa, a Daniela não esquece o seu cargo e ensina-me muito!

 

Notas alguma diferença entre o Diogo de há um ano atrás, e o actual Diogo?

Não, não há diferença. Há um ano era um Diogo que estava a correr atrás de um dos seus maiores sonhos. Este ano, após um dos sonhos ter-se concretizado, este é um Diogo que deseja evoluir no panorama nacional, fazer com que a sua música chegue a mais casas e a mais pessoas. E espero que seja sempre este Diogo, que lute sempre para evoluir mais. 

 

As pessoas ainda te conhecem como o Diogo que venceu aquele programa, ou apenas como Diogo Garcia, que lançou agora o seu primeiro álbum?

Penso que enquanto alguém ainda se lembrar de mim, será sempre do programa. Os programas dão muita visibilidade, e é muito fácil sermos esquecidos pelo povo, pois mais programas do mesmo género, estão sempre a acontecer. Reconhecem-me como o Diogo que venceu o The Voice Kids, mas já me vão reconhecendo por ter um álbum a vender no país inteiro.

 

Por falar em primeiro álbum, o teu intitula-se “O Que Eu Sou”. O que é ou quem é, afinal, o Diogo Garcia?

O Diogo é um menino que, como muitos outros, deseja ser cantor profissional, mas que, em diferença de muitos outros, vive numa ilha, o que torna a situação muito mais complicada. Sou um menino que apenas quer levar o nome da minha ilha mais alto no panorama musical, que a Madeira seja conhecida por ter grandes cantores. O Diogo apenas tenta orgulhar quem o apoia, e lutar por algo na vida.

 

A maioria dos teus temas é de natureza romântica. Consideras-te um rapaz romântico?

Digamos que sim. Os temos não foram escritos por mim, mas relatam partes da minha pessoa, daí o álbum ter aquele nome. Qualquer pessoa pode identificar-se com alguma música, porque falam de coisas do dia-a-dia. Há muitos apaixonados por Portugal, e qualquer um apaixonado pode identificar-se com qualquer música

 

Este teu primeiro trabalho foi feito para um público mais adolescente, ou mais abrangente?

Foi feito para um público mais adolescente, mas também é feito para público abrangente. O público-alvo é as pessoas da minha idade. Mas sem dúvida que não me esqueci do resto do público.

 

O teu single de estreia “Sinto-me livre contigo” já faz grande sucesso e chama a atenção sempre que o videoclip passa na TV. Estavas à espera, ou foi algo inesperado? Que feedback tens tido de quem já ouviu as músicas deste álbum?

Não estava à espera que fosse assim tão bem visualizado. Foi inesperado, sem dúvida, pois não estava à espera de uma subida a nível de visualizações tão rápida. As pessoas gostam da música, e gostam do álbum. Existe sempre quem diz mal, mas o mundo é assim. Há que crescer com críticas construtivas, é ignorar quem nos quer ver desistir.

 

Quais são os teus objectivos a nível musical?

Para já o principal objetivo é fazer o álbum chegar a mais pessoas. Depois disso logo veremos. Vou sempre subindo asa degrau devagarinho, para não haverem erros ou quedas bruscas. O melhor é trabalhar no presente para ter algo garantido no futuro.

 

Onde vamos poder ouvir-te em 2016? Já tens algumas actuações agendadas?

Ainda não há nada agendado, mas penso que com o tempo, os concertos vão chegar.

 

Diogo, muito obrigada por teres aceitado este convite, e muito sucesso na tua carreira!

 

Podem acompanhar todas os novidades sobre o Diogo em:

https://www.facebook.com/Diogo-Garcia-736791943049131/?fref=ts

 

Imagens media.rtp.pt e Diogo-Garcia

À Conversa com Ricardo Morais

 

 

Ricardo Morais, também conhecido por RM, está, desde tenra idade, ligado à música, tendo começado a cantar aos 5 anos.

Para além do seu talento vocal para, Ricardo aprendeu também a tocar piano sozinho e, mais tarde, na escola, guitarra.

Graças à sua participação num concurso Europeu em Bruxelas do Jovem Consumidor, em 1996, deixou a sua escola nos quadros de finalistas.

Foi também com a sua banda, Euterpe, formada por colegas de escola que gravou um EP.

Sem nunca deixar o mundo da música, Ricardo começou então a fazer a sua produção musical, e a compor novas músicas.

Em 2006, Ricardo participou no regresso do Festival da Canção, com o tema "Nunca mais te digo adeus". 

Destes anos de experiência na música surge agora um novo trabalho, cujo single de estreia é o tema Dark Angel.

As últimas composições começaram a ser preparadas no início de 2015, e a 25 de Junho foi lançado o videoclip do single Dark Angel.

Quem já o ouviu sabe que Ricardo Morais é um daqueles artistas que passa as suas emoções e momentos de vida através da sua música.

O Ricardo é o convidado de hoje da rubrica “À Conversa com…”.

 

 

 

Marta: Para quem ainda não o conhece, quem é o Ricardo?

RM: Ricardo Morais é um jovem rapaz que não tem papas na língua, é teimoso, sincero, adora andar de bicicleta, jogar à bola, não se fica por um não, passa por cima das adversidades à sua maneira.

 

Marta: De onde surgiu o seu gosto pela música?

RM: O gosto pela musica surgiu aos meus 5 anos de idade, onde comecei a cantar fado, no entanto daí para a frente começei de forma mais detalhada a fazer as minhas escolhas musicais.

 

Marta: Em 2006, o Ricardo levou o tema “Nunca Mais Te Digo Adeus” ao Festival da Canção. Considera que ainda se faz boa música em Portugal para este tipo de concursos, ou estamos a perder qualidade relativamente a umas décadas atrás?

RM: Infelizmente estamos a perder qualidade. Não houve evolução e nos dias que correm para se fazer algo deste genero, temos de tirar a pala dos olhos.

 

Marta: Como define o seu estilo musical?

RM: Ao contrário do que a maioria costuma responder, eu não vou dizer que é rock ou pop, etc. na verdade são uns quantos estilos num só. Vou aproveitar para criar um estilo para responder a esta entrevista, vou chamar-lhe o estilo RM.

 

Marta: Para além de “Dark Angel”, o single de estreia, este seu trabalho conta com temas como “Burn It”, “Don’t Give Up”, ou “Show Them Your Blood” Porquê a escolha do inglês?

RM: Tal como em tudo o que faço, tenho de sentir o que faço e a questão de cantar em inglês é algo que me fascina, sonoridade, expressão e consigo contar as minhas histórias para mais pessoas cantando em inglês.

 

Marta: Quais são as expectativas para este primeiro álbum que está a ser preparado?

RM: Não crio expectativas, criar expectativas é um erro! Crio um trabalho em que acredito e deixo que a energia que se forma à volta do mesmo me dê algumas cordenadas para eu poder navegar e me organizar de forma a obter o sucesso do mesmo.

 

Marta: Quais são os seus planos para 2016?

RM: Ter um ano pouco sossegado, com alguns concertos mas especialmente preparar bem as coisas para 2017, pois 2017 vai ser o ano de uma surpresa agradável.

 

E nós vamos, certamente, ficar à espera dessa surpresa!

 

Aproveito para vos dizer que o Ricardo Morais vai estar hoje à noite, a partir das 23.30h, no Bruxa Bar, em Lisboa, para uma noite de música descontraída e num ambiente intimista. Vão até lá ouvi-lo!

Podem também segui-lo nas redes sociais, onde Ricardo tem por hábito publicar algum material feito ao vivo em estúdio e, como o próprio afirmou, "ao estilo de concerto especial para os que gostam de me ouvir e me pedem sempre por mais".

 

Enquanto isso, deixo-vos aqui o single Dark Angel:

 

 

E os links onde poderão acompanhar Ricardo Morais.

https://www.facebook.com/RicardoMoraisOfficial/?fref=ts

http://www.ricardomorais.pt

 

 

Esta conversa foi proporcionada pela On Tour Eventos, que cedeu também a imagem e o vídeo.

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