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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Sobre o Casados à Primeira Vista

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Isto do "à primeira vista" tem muito que se lhe diga.

Uma coisa é certa: digam o que disserem, a imagem conta muito à primeira vista. Não é algo premeditado, é inato. 

Seja em que situação for, é na imagem que reparamos sempre primeiro e a reacção é, quase sempre a mesma: interesse se nos agradar, desinteresse, se não for aquilo que esperávamos.

A partir daqui, existem várias hipóteses. A imagem agrada e as pessoas têm interesse em conhecer-se melhor, ainda que possa não resultar. A imagem não agrada, e não há um mínimo esforço para conhecer melhor as pessoas. A imagem não é bem aquilo que esperávamos, mas até pode ter qualquer coisa, e dão uma oportunidade.

 

 

A minha primeira relação, surgiu da premissa "não nos conhecemos minimamente mas, vamos lá experimentar". Durou quase 6 anos.

A minha segunda relação, foi construída nesta base "conhecemo-nos há pouquíssimo tempo mas, porque não?". Dois anos de namoro levaram a um casamento de quase 6 anos, e uma filha.

Com o meu actual marido, havia afinidade, havia atracção. Pouco mais de um mês depois de nos termos conhecido já namorávamos. Estamos juntos há quase 9 anos.

O que levou duas pessoas que, em cada um dos casos, pouco se conheciam, e foram conhecendo ao longo da relação, a estarem juntas tanto tempo, mesmo quando surgiram as diferenças?

Tentativas. Esforço. Compreensão. Dedicação. Vontade.

Depois disso, se não der, não dá. Mas, pelo menos, tentámos que desse certo.

 

 

Relativamente ao programa "Casados à Primeira Vista", não seria algo muito diferente, à excepção de se começar logo pelo casamento.

Mas, o que leva, realmente, os concorrentes a participarem neste formato? Estão mesmo à procura de encontrar alguém para uma relação séria, e tentam aqui, como tentariam em redes sociais ou apps amorosas? Ou existem muitos outros motivos para os levar a concorrer, que pouco têm a ver com a finalidade do programa?

Sejam quais forem as razões, tudo o que vão viver será passado na televisão, acompanhado ao pormenor, pelo que, logo aí, pode causar constrangimentos, porque querem privacidade, tempo, espaço, e há um programa que tem que ir para o ar com alguma coisa que capte as audiências, seja romance, sejam discussões, sejam momentos mais picantes, seja polémica.

É difícil haver naturalidade ou espontaneidade sob pressão.

Aliás, se analisarmos bem, mal começou o programa, começámos a ver surgir notícias de que concorrente "x" esconde segredo, concorrente "y" já foi isto, concorrente "z" não sei que mais. Muito ao género "Casa dos Segredos" e afins.

A escolha dos concorrentes não foi ao acaso. Escolheram quem poderia dar que falar.

 

Por outro lado, o amor é algo tão abstracto e incompreensível, que nem os melhores profissionais têm o condão de, com a sua experiência, considerar quem é melhor para quem, quem se dará bem com quem, quem melhor funcionará com quem.

E sim, pode até, no meio de todo este show, haver algum casal que, de facto, siga o seu caminho junto mas, a maioria, sabemos de antemão, mal acabe o programa e o seu tempo de antena, seguirá caminhos separados, dando a experiência por fracassada. 

Já houve, noutros países, houve algum casal que tivesse funcionado, e que ainda esteja junto?

 

 

Quanto aos casais da edição portuguesa, e pelo que tenho visto sobre eles, é esta a minha opinião:

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas a sorrir, casamento

 

Lídia e Francisco - Até agora, o Francisco pareceu-me mostrar-se como realmente é. E não tem nada a ver com a Lídia! É daqueles casos que, ou os opostos se atraem, ou se repelem sem volta a dar. Parece que aconteceu a segunda hipótese, segundo consta.

Sobre a Lídia, tinha lido que era uma bruxa, psicopata, fria. Não sei até que ponto o será. Mas não me identifiquei com as opiniões que li. Eu vi uma Lídia que, apesar de gostar de riscos e aventura, e de se apelidar de louca, no fundo até poderou, no momento da verdade, se era mesmo aquilo que queria. Vi uma Lídia que já passou por muito na vida. Uma Lídia que foi condenada por deixar o primeiro marido, só porque ele estava doente, mas muitas dessas pessoas que condenam esta atitude, teriam provavelmente, feito o mesmo. Não é fácil cuidar de uma pessoa que, de um momento para o outro, fica naquele estado em que o marido ficou. Não é fácil ver o antes, e o depois. Não é fácil, nem mesmo para o marido, saber que a relação nunca será igual, que não poderá fazer feliz a mulher. Por vezes, as pessoas deixam mesmo de viver, anulam-se, para cuidar dos seus. Até chegar a um ponto em que não dá mais, porque nem se etão a ajudar a si, nem a quem cuidam.

A Lídia traz uma grande bagagem consigo, e obstáculos que serão difíceis de ultrapassar. Por baixo de toda aquela independência, força, determinação que tem em termos profissionais, pode estar uma pessoa carente, cautelosa e insegura no que respeita ao amor. Mas isso só quem a conhece saberá.

E sim, tens uns olhos intimidantes mas, olhando para o filho e para a irmã, com olhos semelhantes, pareceram-me bem mais sinistros que ela própria!

 

 

A imagem pode conter: 1 pessoa, casamento e ar livre

 

Daniela e Daniel - que originalidade! Tinha lido que eram o casal mais sincero, que seria o que mais hipóteses teria de resultar. Pelo que vi, o Daniel parece estar a interpretar um papel de cavalheiro romântico, que não é na realidade. As atitudes dele não convencem, não parecem sinceras. Já a Daniela, parece-me uma falsa sonsinha. Há qualquer coisa que não me inspira neste casal.

 

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas a sorrir, casamento

 

Ana e Hugo - parecem-me o casal que mais se está a divertir com esta experiência, sem se preocupar muito com o que irá dali resultar. Que seja bom enquanto durar, nem que seja meia dúzia de dias. O que se pode pedir mais? Luxo, férias, boa vida à conta de um programa de televisão, e em boa companhia, o que se pode pedir mais?!

 

 

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas a sorrir

 

Sónia e João - Ela é demasiado impulsiva, demasiado vingadora, demasiado frontal, demasiado dramática, demasiado senhora do seu nariz, demasiado dominadora, demasiado apaixonada por outro, para dar qualquer atenção que seja ao João. E este casamento à primeira vista foi demasiado para ela. Já ele parece-me alguém que, de facto, estava empenhado em que algo resultasse desta experiência. Parece ser ele mesmo, apesar de estar num programa em que é suposto actuar.

 

 

A imagem pode conter: 1 pessoa, ar livre

 

Eliana e Dave - a princesinha que pode, ou não, virar bruxa a qualquer momento. E um príncipe escondido em pele de sapo. Ele quer mesmo que isto resulte. Ela, mais animada no início, embora não tenha gostado especialmente do "pacote", está agora a dar algumas dores de cabeça ao homem.

 

 

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Graça e José - talvez o casal mais velho do programa, mas igualmente com direito ao amor. Tirava a barba ao José, fá-lo ainda mais velho. Já têm idade e maturidade para ter juízo, para formarem um casal companheiro e cúmplice, e estão a fazer por isso. No entanto, apesar de a maioria o considerar um dos casais favoritos, não me inspira muito. Não vou muito com a Graça, por nenhum motivo em especial, apenas primeiras impressões de quem não a conhece para além daquilo que é mostrado.

 

 

E por aí? Vêem? 

Têm algum casal favorito? 

Qual é a vossa opinião sobre o programa?

 

Imagens Casados À Primeira Vista

 

Pessoas com quem me vou deparando por aí

Imagem relacionada

 

Os "nobres"

Pessoas que agem como se fossem da nobreza real, cheios de manias. Que tentam exibir a sua imensa cultura, e gostos refinados. Pessoas que gostam de levar uma vida de luxo. E que sabemos que não têm onde cair mortos, e estão atolados em dívidas. Mas nem assim perdem a pose, e abandonam o personagem! 

 

Os "palhaços" (sem ofensa para os verdadeiros)

Pessoas que se mostram, falsamente, simples e sem manias, quando basta abrirem a boca para se perceber que estão cheios delas. Pessoas que, pela educação que tiveram, deveriam agir de outra forma mas acabam por parecer apenas palhaços, sem noção dos disparates que dizem.

 

Os "simples"

Educação é um princípio que praticam diariamente, porque assim foram habituados. Apesar dos títulos e condição financeira acima da média, relativamente ao comum dos mortais, não deixam que isso afecte a forma como agem, e interagem com as pessoas, revelando verdadeira simplicidade.

 

 

 

Transcendence: A Nova Inteligência

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Um filme que tem fantasia a mais para o meu gosto, mas que nos faz pensar em algumas coisas como:

- ter cuidado com aquilo que desejamos porque, um dia, quem sabe, isso pode vir a ser concretizado, e tornar-se mais assustador do que benéfico

- a ciência é espectacular, mas há certas coisas que devem permanecer como estão, e deixar a natureza seguir o seu curso, sem interferir

- por muito boas que sejam as intenções de alguém, quando se lança nestas experiências, até que ponto a capacidade de controlar tudo e todos, e o próprio mundo, não desviarão alguém do seu carácter, e a sede de poder não a levará a actos abomináveis?

- poderá uma máquina substituir um humano a todos os níveis, e ser vista pelos demais como se fosse a pessoa, e não a máquina, que ali está à sua frente?

 

 

 

Sinopse:

"Will Caster é um dos mais importantes investigadores no campo da Inteligência Artificial, dedicando toda a sua vida a criar uma máquina capaz de pensar e sentir por si mesma. As suas experiências e criações controversas tornaram-no famoso na sua área de estudo, mas transformaram-no também num dos principais alvos dos grupos extremistas antitecnologia. Com o projecto quase concluído, Will é atacado por um grupo terrorista e deixado gravemente ferido. Antes que ele morra, Evelyn, a sua mulher, insere no seu cérebro um protótipo que lhe retira a consciência e a transfere para um supercomputador. Evelyn verifica que a mente de Will ressuscitou no processador da máquina e que continua a funcionar na perfeição. Porém, Caster revela uma vontade de adquirir conhecimento que parece ter perdido qualquer noção dos limites. Decidido a ganhar poder e controlar o mundo, ele tem um objectivo muito específico: tentar convencer a mulher a ligá-lo à internet para que ele se possa propagar por todos os computadores existentes e criar uma inteligência colectiva. Apesar de isso significar o sucesso de décadas de estudo e total dedicação, Evelyn percebe o impacto que poderá ter não apenas na sua vida, mas na de toda a Humanidade." 

Quantos mais jovens terão que morrer...

 

...para se pôr um ponto final nas praxes estúpidas e sem sentido que todos os anos se repetem?

Sim, todos os anos, por esta altura, se fala das praxes. E todos os anos, se ouvem vozes que defendem as praxes, vozes que defendem que certos comportamentos não podem ser considerados praxe, e vozes contra qualquer tipo de comportamento que provoque danos, sejam eles praxe ou não mas, curiosamente (coincidência ou não), sempre envolvendo caloiros e veteranos das universidades.

Ah e tal, são uma forma saudável de integrar os caloiros na vida universitária. Sim, algumas podem até ser. Todas aquelas que contribuam para a formação cívica dos caloiros, para a sua real integração no ambiente de uma universidade, para um espírito de equipa, entreajuda e solidariedade.

Mas não me parece que humilhar, subjugar, mandar, agredir, ameaçar ou maltratar, se enquadrem nessa categoria.

Não me parece que obrigar estudantes a enterrarem-se na areia e beber álcool sem parar, se enquadre num tipo de praxe útil para alguém, que não mentes perversas e sem qualquer carácter.

A tragédia do Meco resultou na morte de vários jovens, sem que se tenha apurado qualquer culpado. A culpa morreu, literalmente, na praia.

Melhor sorte teve a jovem de Faro, que foi levada para o hospital em coma alcoólico. Mas podia ter corrido muito mal.

E não me venham dizer que ninguém foi para lá obrigado, e que só participa quem quer. O problema não está em quem participa, de livre vontade ou não. O problema está em quem teve a ideia de praticar tais actos!

Até quando isto vai continuar a acontecer?

Até quando vão permitir que isto aconteça?

Quantos mais acidentes resultantes das praxes serão necessários?

Quantos mais jovens terão que morrer?

 

imagem www.dn.pt

 

 

O que é ser bonita?

 

Todos sabemos que a beleza é algo mais que um corpo bem trabalhado e um rosto perfeito. Que cada pessoa é bonita à sua maneira, com as suas características próprias, e que as torna únicas. A beleza não se avalia apenas exteriormente. É, antes, a soma das partes, o conjunto como um todo: beleza exterior, carácter, personalidade, atitudes, maneira de ser e de estar. E é um conceito subjectivo porque, o que é bonito para determinadas pessoas, pode não ser para outras.

Mas, no que diz respeito à beleza exterior, Esther Honig, uma jornalista freelancer de Kansas City, nos EUA, decidiu desafiar 40 editores de imagem, fotógrafos e especialistas, que habitualmente trabalham com o Photoshop em várias partes do mundo, a porem-na bonita! Para isso, enviou uma fotografia dela, na qual surge sem maquilhagem, para que fizessem as devidas transformações. E podemos visualizar como o conceito de beleza foi exprimido por cada um deles, de forma tão diversa. O resultado foi este:

 

Fotografia original

 

Alteração da Argentina

 

Alteração da Alemanha

 

Vejam todas as fotos em 

http://mulher.sapo.pt/atualidade/noticias/artigo/jornalista-usa-forma-original-para-identificar-padroes-de-beleza-globais

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