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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Dica de segurança

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Por quem anda a ver demasiados filmes sobre raptos de crianças e adolescentes, sem qualquer base científica mas que, ainda assim, não custa nada ter em conta!

 

"Quando estiverem a caminhar na rua, e virem carrinhas paradas junto à berma, suspeitas ou não, desviem-se para o lado contrário, evitando passar junto delas."

 

E vem isto a propósito de quê? 

No outro dia estava a ir para casa, depois do trabalho, a pé, já de noite. Ia pelo passeio, e mais à frente estava uma carrinha enorme estacionada.

E então, lembrei-me que, nos filmes, quando passamos entre a carrinha e a parede, pode a qualquer momento saltar de lá de dentro um criminoso, e colocar-nos com grande facilidade dentro da dita carrinha, sem que ninguém veja.

Não fosse o diabo tecê-las, atravessei a estrada para o outro lado!

 

 

Fruta, peixe e pão fresquinho à porta!

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Quando eu era pequenina,

quando eu era pequenina... (ok, vamos lá deixar de cantorias)

Quando eu era pequenina, havia uma senhora que vinha vender fruta de porta em porta ou, melhor dizendo, parava em determinados sítios ao longo das ruas, apitava, e lá íam as pessoas espreitar o que trazia e comprar frutas e legumes.

Lembro-me de ir, muitas vezes, com a minha mãe. Parava no largo mesmo por trás da nossa casa, ficava perto e tinha produtos frescos, baratos e de qualidade. Mas, ao fim de muitos anos, deixou de aparecer.

 

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Mas a venda de produtos porta a porta não se ficou pela fruta. Começou a vir, entretanto, uma peixeira. Eu não sou muito apreciadora de peixe, mas não sei até que ponto o peixe chegaria às mãos de quem comprava, ainda fresquinho. No entanto, ao fim de algum tempo, foi para outra freguesia, e não voltou.

 

 

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E como nestas coisas de vendas ambulantes não pode faltar o alimento principal, também tivemos uma padeira, que veio fazer esta volta desde que eu era pequena, até a minha filha ter a mesma idade que eu tinha no início!

Entretanto, começou a fornecer para as grandes superfícies.

Agora quase toda a gente tem carro, e vai fazer todas as suas compras às grandes superfícies. Mesmo as pessoas mais idosas, aproveitam a boleia dos filhos e netos. Mas antigamente, havia apenas os mini mercados, que nem sempre ficavam perto de casa. E os preços nem sempre compensavam. 

Por isso, estas carrinhas que vinham vender este tipo de produtos à porta das pessoas tinham muita clientela, e davam imenso jeito.

Recentemente, aqui na zona onde moro, começou a vir novamente uma carrinha de venda de pão. Só prova que, apesar da modernização do comércio, ainda há tradições que se vão mantendo.

 

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