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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Porque não participaria num programa como O Carro do Amor!

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Depois do Casados à Primeira Vista, talvez porque perceberam que não vale a pena investir em casamento, lua de mel, 2 meses de vida paga e ainda um divórcio - até porque todos os casais, a esta altura, já estão divorciados - a SIC optou por um formato mais leve, descontraído, e muito mais barato!

"Ora governem-se lá com um primeiro encontro ou, por azar do primeiro, com um segundo, e contentem-se com umas voltinhas de carro. O que acontecer depois, é problema (e despesa) vosso!"

Confesso que alguns concorrentes até têm a sua graça, mas não é um programa que siga de forma recorrente, e sobre o qual esteja a par de tudo o que por lá acontece.

 

 

Ainda assim, depois de vos ter apresentado vários motivos pelos quais não participaria no programa antecessor, e que se prendiam com questões mais delicadas e com maior relevância, venho agora explicar porque, apesar de este ser um programa mais descontraído, e haver uma menor pressão nos concorrentes, e na forma como a participação afecta a sua vida, eu não participaria n'"O Carro do Amor", e é tão simples quanto isto:

 

Quando ando de carro, a não ser que se esteja a conversar sobre um tema que realmente me interessa, sobre o qual tenha algo a dizer, e me entusiasme, prefiro fazer as viagens calada, a ouvir música, a apreciar a paisagem e, de preferência, que ninguém fale comigo!

 

Ou seja, seria muito difícil para mim fazer conversa de circunstância ou conversa de engate para prender a atenção de quem está do outro lado, e tão pouco teria paciência para ouvir o que a outra pessoa iria inventar, só para ver se levava um sinal verde!

 

E por aí, alguém se atreveria a participar neste formato?

Como gostam de fazer as vossa viagens de carro: com conversa, ou sem ela?

 

 

 

Imagem: Espalhafactos

 

Das longas viagens de carro...

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Sou só eu que não gosto de longas viagens de carro, ainda que com paragens pelo caminho?

Não é que não goste de andar de carro, sobretudo porque vou no lugar do pendura e posso apreciar a paisagem.

Mas, ao fim de mais de uma hora de viagem, começam-se a doer as costas e as pernas, começo a não ter posição para estar, começo a ficar com os braços e mãos dormentes.

Depois, não há conversa para tanto tempo de viagem, nem sempre se apanha uma rádio com boa música, e o silêncio começa a dar sono.

Além do mais, longas viagens sinificam muito tempo em estrada, e pouco tempo para ver o que quer que seja, para depois fazer toda a viagem de regresso novamente.

E, muito tempo na estrada, a não ser que estejam quase desertas, é sinónimo de stress, com receio que algum condutor venha, distraído ou armado em esperto, para cima de nós (trauma ainda não superado desde o acidente com o camião), que se traduz em contração constante, só relaxando quando chego ao destino.

 

Por isso, o máximo que me atrevo a fazer, numa viagem, é de 3 horas, e já me custa. Qualquer outra teria que ter várias paragens, e não regressar no mesmo dia.

 

E por aí, como se dão com as viagens de carro de várias horas?

Surreal...ou talvez não!

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No outro dia, passei por uma barbearia onde tinha um cartaz a anunciar um Workshop de Barbas!

Barbudos de Portugal, isto deve ser para vós!

Será assim tão complicado tratar uma barba?

 

 

Estava ontem em casa quando um indivíduo me bate à porta, a dizer que me tinham batido no muro de casa!

Ah e tal, a minha mulher estava à janela a estender roupa, e viu o carro a bater no muro. Tirámos a matrícula, se quiser apresentar queixa.

Vou lá fora ver, e tive pena do condutor, porque o carro, tendo em conta a quantidade de plástico caído no chão aos bocados, deve ter ficado em pior estado que o muro!

Quem é que consegue a proeza de bater ali naquela parte do muro? Deve ser à moda de um que bateu no carro do meu marido para se desviar de um gato. Ou então, deve ter sido das imperiais que bebeu na festa!

Expliquei ao senhor que eu não era a dona da casa, que teria que falar com o meu senhorio. E ainda lhe fiz o favor de ir chamar o dito.

Tudo isto, de pantufas nos pés!

 

 

McDonald's em dias especiais, cá por Mafra, é para esquecer!

Ontem, então, quase nem se conseguia entrar para fazer o pedido, nem sair com os tabuleiros. Conseguimos, felizmente, uma mesa na esplanada. O problema é que tivemos que comer rapidamente, porque nos arriscávamos a que voasse tudo pelo chão fora, tal era o vento!

Os caixotes do lixo, ontem, passaram fome porque tudo o que era lixo, no caminho entre a mesa e o mesmo, voava pelo caminho! 

É por cenas destas que eu não conduzo!

 

Sempre gostava de saber o que é que estas pessoas vêm para a estrada fazer, com um carro nas mãos, se não percebem minimamente do assunto.

Ainda hoje de manhã, quando ia para o trabalho, deparo-me com um carro completamente atravessado na estrada. Primeiro pensei que estivesse ali a fazer uma manobra qualquer maluca para inverter a direcção, já que aquele local é propício a enganos.

Mas não. Estava mesmo parado em plena via, sujeito a levar uma pancada de outros veículos que viessem naquela direcção.

Os primeiros carros surgiram, e o rapaz no mesmo sítio, nem um sinal, nem uma explicação, nada. Era um rapaz novo. Manteve-se dentro do carro, na boa, enquanto os outros, parvos, pararam à espera que ele andasse. Ao fim de uns segundos, e porque a via naquele sítio alarga, resolveram fazer o desvio, e seguir viagem.

Logo em seguida, vemos o carro da GNR passar. Até comentei com a minha filha que gostava de ser mosca, só para ver o que a polícia ia fazer!

Ao que parece, não fez nada. Talvez porque, nessa altura, já o meu pai, que estava ali à espera do autocarro, lhe foi dando umas dicas e explicando como havia de tirar ali o carro.

Segundo o que o meu pai percebeu, o carro devia ter pouca bateria. Mas o rapaz também era azelha, queria pôr o carro a andar com ele travado, e não fazia a mínima ideia de como sair daquela embrulhada.

Pergunto-me eu, o que anda esta gente que nem num carro sabe mexer, a conduzir na estrada? 

É por isso que eu me deixo estar quietinha, e deixo essa tarefa para quem sabe!

Um azar nunca vem só...

 

Sabem tão bem estes feriados a meio de uma semana de trabalho! E o dia correu tão bem!

Esteve cá o irmão do meu marido a passar o dia connosco. Fomos às compras, almoçámos, brincámos e a tarde foi de praia, com direito aos primeiros mergulhos do ano!

Depois, sabe sempre bem um banhinho e um bom jantar. Enquanto o meu marido foi levar o irmão a casa, fiquei a arrumar tudo e a despachar-me a mim, afinal, amanhã é dia de acordar cedo. Deveria ter sido uma viagem rápida...mas não foi!

Ao ir a umas bombas de gasolina com o padrasto - único sítio onde saiu do carro - deve ter deixado cair a carteira e o telemóvel sem dar por isso. O que vale é que a carteira não tinha dinheiro e o telemóvel ficou sem bateria e já andava meio avariado. Mas não evita a despesa extra que vai ter por ter ficado sem documentos nenhuns - cartão de cidadão, carta de condução - e o trabalho que dá ligar para os bancos a cancelar cartões. 

Ainda assim, depois do choque e desespero inicial, seria uma questão fácil de ultrapassar (que remédio). O problema é que, a juntar a tudo isto, o carro avariou (mais uma vez)!

E eu, que sempre fui uma acérrima defensora do nosso "boguinhas", começo a achar que foi um mau negócio. Em pouco mais de 2 anos, já gastou mais dinheiro a arranjá-lo do que aquele que o carro vale.

Sem carro, resta-lhe ir para o trabalho (como se a motivação fosse grande), em transportes públicos, que também não lhe facilitam, de todo, a vida.

Resta saber se vamos ter dinheiro para mandar arranjar o carro (se é que tem arranjo), ou se vai ter que ficar parado à porta. E ainda faltam uns bons meses para acabar de o pagar...

Mais um contratempo para ultrapassarmos juntos. O que não nos derruba, torna-nos mais fortes!

 

 

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