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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Quando compramos um perfume...

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... e nos enviam uma amostra de outro perfume, que nos faz ter vontade de o comprar também!

 

Há uns tempos, estávamos num shopping e passámos por uma perfumaria que estava a promover um novo perfume. Aceitámos a fita de papel e seguimos o caminho.

Cheirava bem! Olhámos para a fita, e vinha apenas um nome "Azzaro". Mais tarde, em casa, fomos pesquisar mas havia tantos perfumes dessa marca, que desistimos e não ligámos mais.

 

Eu sou muito esquisita com perfumes. Normalmente, quando gosto de um, quero sempre comprar igual. Normalmente, sou obrigada a mudar porque todos aqueles que eu gosto deixam de existir!

Neste momento, ando a usar o Light Blue e o Escada Turquoise Summer. O primeiro está a menos de metade e, por isso, decidi comprar um novo, aproveitando uma promoção. E pensei: por este ano, está feito!

 

Quando chegou a encomenda, vi que tinham enviado amostras. Cheirei a primeira e...descobri o perfume que tinha gostado da outra vez - Mademoiselle! E fiquei mesmo com vontade de comprá-lo. Mas, dois perfumes seguidos, é um abuso. Acabei por fazer a encomenda, mas não paguei logo.

Percebi também que o Escada que eu uso já não se vende, pelo que vou ter que arranjar uma alternativa.

Andei nisto até ontem, quando fui ao site para ver se a encomenda já tinha sido anulada por falta de pagamento ou não, e me deparo com uma promoção de 20% e portes grátis. 

E foi assim que, desta vez sem dúvidas, fiz uma nova encomenda, paga no próprio dia!

 

Agora, venham as amostras que vierem, a minha carteira está encerrada até ao próximo ano!

Muito pedem os professores

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É impressionante como este ano não paro de falar dos professores. Coitados, ainda vão pensar que tenho alguma coisa contra eles!

Mas, por vezes, não compreendo estas ideias que lhes surgem, ou que lhes são impostas por superiores, mas que acabam sempre por sobrar para os pais, mais precisamente, para a carteira dos pais.

A professora de Educação Tecnológica elaborou uma lista de material que os alunos deveriam levar para a aula, para um trabalho.

Inicialmente, era para ser feito em duplas e, por isso, a minha filha e o colega dividiram entre eles o que cada um levava.

Chegados à aula, a professora mudou de ideias e passou a ser um trabalho individual, ou seja, cada um tinha que levar o material todo.

O que me faz alguma confusão é que, das duas uma: ou os professores pensam que os pais são tipo uma loja ou armazém onde existe de tudo um pouco, ou pensam que todos os pais têm disponibilidade financeira para as "brincadeiras" que se lembram de fazer.

Não vejo nenhum professor dizer "estejam descansados que eu arranjo o material necessário para todos" ou então "quem não conseguir ou não puder, que diga". O que a professora disse foi, simplesmente, onde podíamos ir comprar o material!

Ah e tal, cabides de arame - vão ao AKI ou então a uma lavandaria! A pilha, a lâmpada, o casquilho, o fio eléctrico e a fita adesiva, vai a tal loja!

E, depois, ainda é preciso clipes, um tudo de caneta e uma caixa de sapatos.

Esta brincadeira saiu cara, e ainda estou para ver se a culpa foi, em parte, da minha filha, que nem sequer trouxe o caderno para casa com a lista do material e não me soube informar o que, exactamente, era preciso, ou se foi inteiramente da professora, que não terá especificado o que eles deveriam levar. 

É que quando fui à dita loja comprar o material eléctrico, a funcionária perguntou-me que tipo de lâmpada e que tipo de pilha tinha pedido a professora. Não lhe soube responder. Assim, vendeu-me um kit que diz que anda a vender para alunos de um outro colégio, colégio esse que forneceu uma lista especificada.

A minha filha só me disse que era preciso uma lâmpada média, um casquilho, e uma pilha rectangular. Já lhe tinha comprado tudo isso, mas depois tive que gastar mais dinheiro porque o que ela vai precisar, afinal, não é nada daquilo que eu tinha comprado antes!

E o pior é que não é apenas numa ou outra disciplina. Ao longo do ano, e para que os nossos filhos não tenham faltas de material ou fiquem prejudicados, é só comprar isto e aquilo. Porque é preciso. Porque o professor pediu!

E quem não tem nem material nem dinheiro, como é que faz? Seria bom pensarem nisso antes de pedirem mais alguma coisa!

 

 

Um azar nunca vem só...

 

Sabem tão bem estes feriados a meio de uma semana de trabalho! E o dia correu tão bem!

Esteve cá o irmão do meu marido a passar o dia connosco. Fomos às compras, almoçámos, brincámos e a tarde foi de praia, com direito aos primeiros mergulhos do ano!

Depois, sabe sempre bem um banhinho e um bom jantar. Enquanto o meu marido foi levar o irmão a casa, fiquei a arrumar tudo e a despachar-me a mim, afinal, amanhã é dia de acordar cedo. Deveria ter sido uma viagem rápida...mas não foi!

Ao ir a umas bombas de gasolina com o padrasto - único sítio onde saiu do carro - deve ter deixado cair a carteira e o telemóvel sem dar por isso. O que vale é que a carteira não tinha dinheiro e o telemóvel ficou sem bateria e já andava meio avariado. Mas não evita a despesa extra que vai ter por ter ficado sem documentos nenhuns - cartão de cidadão, carta de condução - e o trabalho que dá ligar para os bancos a cancelar cartões. 

Ainda assim, depois do choque e desespero inicial, seria uma questão fácil de ultrapassar (que remédio). O problema é que, a juntar a tudo isto, o carro avariou (mais uma vez)!

E eu, que sempre fui uma acérrima defensora do nosso "boguinhas", começo a achar que foi um mau negócio. Em pouco mais de 2 anos, já gastou mais dinheiro a arranjá-lo do que aquele que o carro vale.

Sem carro, resta-lhe ir para o trabalho (como se a motivação fosse grande), em transportes públicos, que também não lhe facilitam, de todo, a vida.

Resta saber se vamos ter dinheiro para mandar arranjar o carro (se é que tem arranjo), ou se vai ter que ficar parado à porta. E ainda faltam uns bons meses para acabar de o pagar...

Mais um contratempo para ultrapassarmos juntos. O que não nos derruba, torna-nos mais fortes!

 

 

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