Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Do positivismo, e da forma como nos deixamos, ou não, influenciar pelo seu oposto

ВРЕМЯ ЛЕЧИТ. ГЛАВНОЕ НЕ УМЕРЕТЬ ВО ВРЕМЯ ТАКОГО ЛЕЧЕНИЯ.: psylosk ...

 

Nem todos os dias são iguais.

Nem todos os dias estamos com o mesmo estado de espírito.

Com a mesma força.

Com a mesma energia.

Com o mesmo humor e disposição.

Com o mesmo positivismo. 

 

Quando saímos à rua, temos que ter em conta que, tal como nós, também quem nos rodeia está a encarar esse dia de acordo com o estado de espírito com que saiu de casa. Ou foi adquirindo, ao longo do dia.

Sim, porque até podemos sair de uma forma, mas tudo se transformar, por influência do meio que frequentámos, e das pessoas com quem nos cruzámos.

Dizem que os opostos se atraem mas, no que ao positivismo diz respeito, nem sempre funciona assim.

É verdade que, ao lidarmos com uma pessoa negativa, podemos tentar contrariar essa tendência. Por outro lado, perante uma pessoa super positiva, podemo-nos sentir no direito de quebrar essa sensação, com pensamentos negativos. 

Mas, por norma, positivismo atrai positivismo, e negativismo atrai negativismo.

Daí ser muito importante seleccionar as pessoas com quem queremos conviver, ter ao nosso lado, ainda que nem sempre seja possível escolher aquelas que, por qualquer motivo, teremos que lidar em diversas situações da nossa vida.

 

Mas o positivismo não depende só dos outros.

Tem que começar em nós.

Há dias em que já saímos de casa completamente equipados e protegidos, e munidos de guarda-chuva, impedindo que esta nos afecte. Podemos até ser atingidos por uns salpicos, mas depressa os sacudimos.

Estamos com imunidade total, e nada nos poderá contagiar.

Outros dias, a determinado momento, acabamos por nos esquecer dessa protecção, ou de achar que não vamos precisar dela porque, afinal, o sol está a brilhar no céu, e ninguém supõe que ao longo do dia o mesmo dê lugar à chuva.

Há também os dias em que a nossa protecção não é suficiente. Um guarda-chuva que quebra com o vento, um casaco que fica ensopado.

E aqueles em que, mesmo saindo de casa com chuva, não queremos saber, e atiramo-nos para ela, como se pensássemos "de molhados, não passamos". É quando a nossa imunidade está em baixo, e podemos ser facilmente contagiados.

 

O positivismo, depende muito, igualmente, da nossa força. Daquela que poderá ser necessária para afastar cada nuvem negra que se tente aproximar, e deixar o sol continuar a brilhar. Se ela não existir, ou não for em quantidade suficiente, as nuvens levam a melhor, e o sol desaparece.

Mas nem sempre isso tem que ser negativo. 

A vida não é feita só de sol, ou de chuva, de bom tempo, ou de tempestades. A natureza encarrega-se de ir alternando, tal como acontece connosco.

Faz parte.

Porque só assim conseguimos, de certa forma, perceber o quanto o positivismo nos faz falta, e o quanto o negativismo provoca estragos, realçando ainda mais a importância de, pelo menos, se tentar ser mais positivo em cada fase da nossa vida.

 

 

O regresso ao trabalho

93425215_2826220144159939_8800004208406298624_o.jp

 

Foi molhado!

Aliás, parece que S. Pedro escolhe os dias em que vou trabalhar, para mandar tudo a que tenho direito.

Ao longo das últimas semanas, ia alternando o trabalho presencial, em alguns dias da semana, para fazer coisas que só podiam ser feitas no local de trabalho, e o teletrabalho, nos restantes dias.

Num desses dias em que fui trabalhar, choveu toda a tarde, até granizo, e trovejou até à noite!

Da minha janela, só via os relâmpagos a avisar que o que lhes seguiria. E até faltou, momentaneamente, a luz.

No último dia em que fui, já só chovia. A cântaros, a fazer jus ao ditado "Abril, águas mil".

 

Hoje, foi dia de regresso definitivo ao trabalho e, para me dar as boas vindas, mais chuva.

Espero que este regresso molhado seja prenúncio de regresso abençoado!

 

Detesto chuva!

Resultado de imagem para chuva

 

Que belo Verão de S. Martinho aqui está. A chuva não dá tréguas.

E eu detesto chuva.

 

São as janelas que não se podem abrir. É o chão da entrada que está sempre molhado, por conta de guarda-chuvas e casacos a pingar.

É a roupa que não se pode estender, e tem que secar na máquina.

 

É não poder andar na rua à vontade, sem levar com chuva. É o calçado que não está preparado para grandes chuvadas. As calçadas estragadas que acumulam poças de água e não sabemos onde pôr os pés. E o vento, que vem sempre a acompanhar.

Detesto chuva.

 

Principalmente, quando chove mesmo nos momentos em que temos que ir à rua. Quando chove sem parar, e sem dar sinal de querer parar.  

Quando temos que andar de guarda-chuva, e ainda esperar que os carros passem, para depois passarmos nós, porque não há espaço, ou porque nos arriscamos a um banho extra.

 

Detesto chuva

Sobretudo, quando sentimos que quase não conseguimos respirar.

E quando vem o nevoeiro, que ainda torna o ambiente mais pesado.

Detesto chuva, quando me deixa de mau humor, e me leva as boas energias com ela.

 

Gosto de chuva... quando estou em casa, à noite.

Quando sei que não tenho que sair para a rua.

Quando sei que vem um aguaceiro mas, depois, dali a pouco, o sol volta a aparecer e a dar tréguas.

 

Mas hoje, agora, não.

Estou com a neura, por conta dela.

E só me apetece mandá-la a um sítio que eu cá sei!

 

Já vos disse que detesto chuva?!

Nem sempre, mas hoje sim!

 

Há 3 dias de férias, e ainda não vi o sol!

Resultado de imagem para procura se o sol

 

Alguém o viu por aí?

É que aqui deste lado, estou há 3 dias de férias, e nem sinal dele!

 

 

Na segunda, encoberto e vento.

Ontem, chuva.

Hoje, novamente encoberto e um vento gélido.

 

 

Portanto, estou há 3 dias de férias e parece-me que, em vez de gastar protector solar, vamos esgotar o stock de bebidas quentes, sentadas no sofá, com uma mantinha e as gatas ao colo para nos aquecer.

Só falta mesmo a lareira!

 

Estava no outro dia alguém admirado por me ver com um casaco de inverno, quando eu lhe respondi: "Mas já chegou o verão? É que ainda não dei por ele!"