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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Procurar trabalho estando a trabalhar

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Sem horário definido, podendo estar hoje num sítio, amanhã noutro, sem folgas e a trabalhar 10 a 12 horas por dia, é complicado arranjar um novo trabalho.

É quase como a pescadinha de rabo na boca.

A pessoa está farta daquele trabalho/ horário, e quer mudar. Por isso, candidata-se a outros trabalhos, uma vez que só poderá sair de onde está, com garantia de novo trabalho. Mas, como está a trabalhar e nunca sabe o seu horário, ou porque está a fazer as tais 10/12 horas, quando lhe marcam as entrevistas, ou não consegue confirmar, ou simplesmente não pode ir, anulando qualquer hipótese, o que a faz ter que se aguentar com o que tem. 

Ou, então, toma a atitude drástica de sair do actual trabalho, sem qualquer garantia, porque só assim terá tempo para poder procurar algo melhor. Mas terá que se mentalizar que, no final do mês, o ordenado habitual não estará lá, e a sua situação vai ficar pior do que estava, mesmo não recebendo o ordenado justo pelo trabalho que faz.

 

Haverá vida depois da morte?

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A morte sempre foi um tema sobre o qual evito falar, ou sequer pensar, porque senão começo a imaginar cenários nada animadores.

Sendo eu uma pessoa céptica, acredito que quando morremos, o nosso corpo fica debaixo da terra a ser comido pelos bichos, e acabou.

 

 

Deixamos de existir, de sentir, de pensar, de ser. É uma sensação muito estranha saber que, mais cedo ou mais tarde, será esse o nosso inevitável destino. E nada restará do que fomos, ou do que vivemos.

 

No entanto, ultimamente, tenho-me deparado algumas vezes com a teoria da reencarnação. Tanto na leitura, com o livro "Maldito Karma", em que a personagem principal morre e reencarna numa formiga, devido às acções que teve em vida, e que a condenaram a renascer nesse novo corpo, como no filme que tenciono ver brevemente "Juntos para Sempre", que também existe em livro, com o título "Teu Para Sempre", em que um cão morre e reencarna noutros cães, sempre com uma missão diferente, tentando descobrir o objectivo de todas essas etapas, e da própria vida.

 

 

 

Pelo que pude perceber, em cada nova vida, a figura reencarnada lembra-se das suas anteriores vidas, e daqueles que delas fizeram parte, como se apenas o corpo fosse diferente.

Mas será que, a haver mesmo este processo, isto será verdade? Ou, pelo contrário, a pessoa reencarnada será uma nova pessoa, sem qualquer memória do passado?

 

Seremos nós, também, pessoas reencarnadas? Teremos vivido já outras vidas? Será a reencarnação parte integrante do ciclo da vida?

E as outras pessoas, com quem convivemos? Conseguirão, de alguma forma, perceber quem fomos, quem somos? Ou não farão a mínima ideia que, um dia, já fizemos parte das suas vidas?

 

Tanto nos livros como no filme, as personagens vivem, em determinadas vidas, em locais totalmente diferentes, mas conseguem, noutras, contactar com os seus entes queridos, e enviar sinais, embora não podendo explicar directamente quem são.

 

E porque este filme é sobre animais, é impossível não pensar na nossa Tica. Será que também ela reencarnou noutra gata, e estará hoje por aí, com uma outra família? 

Conseguirá, à semelhança de Bailey, um dia voltar para nós?

 

Dialeto - Diogo Piçarra

 

 

Diogo Piçarra lança hoje um novo single inédito - "Dialeto".

Com letra e música da sua autoria, o tema foi produzido pelos Karetus e marca o início de um novo ciclo na sua carreira.

 

 

Diogo Piçarra tem-se afirmado de forma surpreendente no panorama musical português, desde a edição de "Espelho", em 2014, e ultrapassado todas as fasquias que o posicionam agora como um dos mais requisitados e multifacetados artistas nacionais.

“Espelho” atingiu o galardão de Ouro, os seus vídeoclips foram vistos mais de 15 milhões de vezes, percorreu o país e ilhas com dezenas de concertos, onde actuou perante centenas de milhares de pessoas.

 

 

 

A estreia de “Dialeto” é acompanhada por um videoclip, lançado em todas as plataformas digitais. 

 

 


2016 Universal Music Portugal, S. A.

www.universalmusic.pt

Começámos o ano em grande!

 

O marido esteve a trabalhar na passagem de ano! (pelo 5º ano consecutivo)

A filha, com amigdalite, adormeceu pouco depois das 22h.

E eu, entrei no novo ano sentada no sofá com a Tica ao colo e a Inês a dormir encostada a mim!

Lá fora, para igualar a véspera de Natal, chuva.

Não houve espumante, nem passas, nem panelas a bater...Foi uma noite como tantas outras, igual a muitas outras.

E assim foi, também, o primeiro dia do ano. Salvo pelo computador que está em fase terminal e a precisar de ser substituído (logo agora que tinha resolvido poupar), e por uma boneca que, há muitos anos em estado vegetativo, resolveu suicidar-se! Tenho 3 bonecas de porcelana, há vários anos, em cima do roupeiro. Ninguém lhes mexeu. O meu marido estava a ver televisão na sala, a Tica a dormir ao pé dele e eu na cozinha. Ouvimos um barulho. Fui ver onde era e descobri uma das bonecas no chão do quarto, de cabeça partida. Caiu, assim, do nada. Mistério... 

 

É verdade que mais um ano terminou e um novo recomeçou. Enterra-se o passado e renova-se a esperança. Fecha-se um ciclo e abre-se outro. Temos uma oportunidade (ou assim queremos acreditar), de fazer nos próximos doze meses o que não fizemos nos anteriores. 

Mas, na verdade, continua a ser e a estar tudo como antes.

Continua a haver fome, guerra, violência, pobreza, mortes...Continua a haver corrupção, intrigas, conspirações...Continua a haver ricos, milionários e bilionários...Continuam a escassear valores a muitas pessoas...

Até mesmo algumas das nossas resoluções e decisões caiem, por vezes, em saco roto. Claro que, outras há que, com persistência, se concretizam. Mas, de uma forma geral, as mudanças que planeamos, ou esperamos, com a entrada no novo ano são mais uma ilusão do que uma realidade. Excepto, como é óbvio, aquelas que sabemos que nos aguardam todos os anos por esta altura - os aumentos!

 

Até agora, não me sinto mais diferente em 2014 do que me sentia em 2013. Simplesmente, a vida continua!

 

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