Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Se eu acreditasse em bruxas...

Imagem relacionada

 

... e em feitiços, então acreditaria que, de facto, estamos a ser vítimas de algum trabalhinho:

 

"Se você está tendo problemas de má sorte, doenças, coisas que quebram, pesadelos, argumentos, acidentes, e você também tem uma praga de moscas, formigas ou mosquitos, então você pode ter certeza de que está sob um ataque espiritual."

 

Na mesma altura da invasão de moscas, o carro avariou, e teve que ir para a oficina, depois de já lá ter estado no mês anterior.

Mas foi apenas coincidência, claro.

 

Se eu acreditasse em bruxas, acreditaria que o incenso, que o meu marido acendeu, nos trouxe má sorte e más energias.

No dia seguinte a ele ter acendido lá em casa, a máquina de secar roupa avariou, e a tomada da sala e a extensão queimaram.

E ontem, depois de ele ter voltado a acender no trabalho dele, queimou-se outra tomada lá em casa, que nos deixou umas horas sem electricidade, até o piquete da EDP nos desenrascar provisoriamente.

Mas, como não pode deixar de ser, foram meras coincidências - a máquina já há muito andava a dar sinais; quanto ao resto, humidade e tomadas velhas, a precisarem de ser substituídas.

 

Felizmente, não houve mortos nem feridos, nem grandes estragos com estes problemas eléctricos. Apenas gastos com electricista e material.

 

Ainda assim, poderia ser pior.

E tudo se há-de resolver.

Inclusão social e aprendizagem ao mesmo tempo!

Resultado de imagem para inclusão escolar

 

 

O espanhol está cada vez mais na moda, e tem vindo a substituir o francês e o alemão nas escolas portuguesas, nas preferências dos alunos quanto à aprendizagem de uma segunda língua estrangeira.

Para tal (no caso da minha filha foi uma grande influência) contribuíram as séries infantojuvenis Violetta e Soy Luna.

Mais recentemente, as várias séries espanholas que têm vindo a passar na Netflix e, como não poderia deixar de ser, lá em casa, a série colombiana La Reina del Flow.

 

Tal como acontece com o português e o inglês, também o espanhol não é igual em todas as regiões, e percebemos essa diferença entre o espanhol de Espanha, e o espanhol da Colômbia. Ainda no outro dia trocávamos impressões sobre isso, porque houve palavras que a minha filha aprendeu na aula, com um significado, e que na série tinham outro significado.

 

Por coincidência, no início deste segundo período, a turma da minha filha ganhou mais uma aluna, de nacionalidade colombiana!

Segundo me disse a minha filha, ela percebe o português mas fala, maioritariamente, espanhol.

Assim, mencionei à minha filha que poderia aproveitar a chegada desta nova aluna para desenvolver os seus dotes para a inclusão social e escolar, conversando com ela, ajudando-a a integrar-se na turma, a sentir-se bem recebida. 

Ao mesmo tempo, disse-lhe que era uma boa oportunidade, já que tem tanto jeito e gosta da língua, de ela aprender a falar ainda melhor espanhol, afinal, uma das melhores formas de aprender, é falar, e ouvir.

 

Parece que está a correr bem e têm, inclusive, um trabalho de grupo para fazer juntas.

Em português!

 

A minha filha tem os mesmos professores que eu!

Resultado de imagem para professora

 

Mais de duas décadas separam os tempos em que eu andava no ciclo, dos dias de hoje, em que é a minha filha que lá está.

Ainda assim, mais de duas décadas depois, a minha filha vai ter como professora de português, a mesma que eu, naquela altura, também tive - a professora Ofélia! E como professor de história, o mesmo que já foi meu - Carlos Bernardo!

Sim, estes professores, à semelhança de outros que também foram meus professores na altura, continuam a dar aulas nesta mesma escola. 

Quando vou buscar ou levar a minha filha, vejo algumas vezes o meu professor de matemática do 5º ano, ou a minha professora de inglês. E estes professores, que já tinha comentado com a minha filha que tinha sido meus.

Agora, cerca de 25 anos depois, e numa coicidência que não deixa de ser engraçada, vai ser a minha filha a ter aulas com eles!