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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O último livro da saga Bedwyn já chegou

Wook.pt - Ligeiramente Perigoso
 
 
SINOPSE

"Wulfric Bedwyn, duque de Bewcastle, é um lobo solitário. A única coisa que o leva a aceitar o convite para uma festa privada é a expectativa de uma noite calma entre velhos amigos. Não contava encontrar mulheres, a grande maioria à caça de… um duque. E contava muito menos que o seu olhar se detivesse na única que não manifesta qualquer interesse por ele.

Christine Derrick é viúva e não tem paciência para jogos. Além disso, não está minimamente interessada em ser amante do gélido Wulfric. Mas as circunstâncias acabam por juntá-los em várias ocasiões, e a verdade é que a atração entre ambos é inegável. A personalidade efervescente e ousada de Christine surpreende o duque, e desperta nele um sentimento inédito. Agora, apenas o amor satisfará a ânsia que o consome…

O derradeiro volume da inesquecível saga Bedwyn é uma imperdível história de desencanto, amor e redenção. O desfecho perfeito para uma série inesquecível!"

 

 

Mais alguém por aí tem a colecção?

Júlia: Afinal, Existem Príncipes Encantados!

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Quando recebi o convite para o lançamento deste livro, e vi a respectiva sinopse, pensei logo "Tenho que o ler!". Já tinha saudades de um bom romance e, porque não, um romance no feminino, e bem português?

Foi assim que, três dias depois, o livro veio parar às minhas mãos! E não podia estar mais feliz com a minha escolha.

À medida que ia lendo as primeiras páginas, as surpresas iam surgindo, e a sensação de estar a viver uma história bem próxima de mim, acentuava-se. 

A protagonista, imaginem, mora em Mafra. Poderia até ser minha vizinha! O protagonista, vive na Ericeira! E costuma surfar na mesma praia que frequento desde criança. Seria muito fácil cruzarmo-nos por lá.

Para completar, uma das melhores amigas da protagonista chama-se Marta! 

Só por isso, já teria aqui bons motivos para ler este romance. Mas há muito mais a dizer sobre ele, e que o torna um livro indispensável na biblioteca de qualquer apreciador(a) de romances. 

 

A história: 

Tudo começa quando Júlia, jornalista de profissão, se atrasa para a entrevista que ia fazer ao Dr. Seringa, sobre o trabalho dos Drs. Palhaços, num hospital em Lisboa, devido a vários contratempos que, naquele dia, resolveram acontecer, como se o universo tivesse decidido conspirar contra ela.

Tinha combinado com o Dr. Seringa encontrarem-se na recepção e, quando lá chegou e viu um médico encostado ao balcão, deduziu que fosse o próprio e dirigiu-se até ele. Se Júlia não tivesse atrasada e preocupada em começar logo o seu trabalho, tudo poderia ser diferente.

Mas depois de tudo o que já lhe tinha acontecido, desde o atraso pelo facto de o despertador não ter tocado, ao ter perdido o autocarro, e quase não apanhar um táxi, que se tornaram naquele dia o transporte alternativo e tinham desaparecido da praça devido à greve dos transportes públicos, Júlia já só queria começar logo a entrevista, e a visita ao hospital pelo que, aquilo que lhe saiu ao interpelar o médico não foi, certamente, pensado, nem tão pouco intencional mas, ainda assim, deixou-a mais atrapalhada do que já estava.

Afinal, tinha acabado de chamar palhaço ao homem! E ele aproveitou-se desse facto para brincar com Júlia, fingindo-se ofendido por semelhante interpelação, embora ela não lhe tenha achado muita graça.

Este homem não era o Dr. Seringa, mas sim Miguel Souto, director do hospital, que insistiu em acompanhá-la na busca pelo Dr. Seringa, e ir provocando um pouco mais aquela mulher que, apesar de não fazer minimamente o seu género, tinha mexido com ele, nem ele sabia porquê.

Por isso mesmo, ao invés de ir para casa, e desculpando-se com motivos que nada tinham a ver com a sua permanência no hospital, foi ficando por ali. Miguel era conhecido por ser muito brincalhão, e nesse dia mostrou o melhor (ou o pior) dessa sua faceta.

Se é muito fácil sentirmos uma afinidade quase imediata com a Júlia, também nesse dia foi muito fácil ficar solidária com ela, e profundamente irritada com as acções de Miguel, que de tudo fez para que Júlia o acompanhasse onde ele queria, servindo-se dao facto de lhe ter apanhado o telemóvel, e não o devolver enquanto ela não lhe satisfizesse a vontade. Sinceramente, não fosse o facto de, no fundo, Júlia até ter gostado dele, penso que se estivesse no lugar dela tinha preferido ficar sem telemóvel, a ceder aos caprichos daquele homem!

Mas Júlia percebeu que, para além de brincalhão, Miguel era também uma excelente pessoa, um óptimo profissional, e extremamente atraente, tornando-o o sonho de qualquer mulher. Se ela ainda pudesse ter alguma dúvida sobre o facto de existirem ou não príncipes encantados, os seis meses seguintes deram-lhe a certeza disso!

Esta felicidade era partilhada com as suas três grandes amigas, sobretudo nos já habituais jantares de sábado à noite. Marta era enfermeira. Leonor, relações públicas de uma multinacional. E Rita, advogada. Tinham uma grande amizade e eram muito unidas. E Júlia viria a precisar muito do apoio e ajuda de todas elas porque, se estava provado que existem príncipes encantados, também é verdade que, como em qualquer conto de fadas, também existem as bruxas más.

Neste romance, esse papel coube a Isaurinha, mãe de Miguel, que nunca aceitou o facto de o filho namorar com uma jornalista que não tinha qualquer estatuto social nem o "sangue azul" que procurava naquela que viria a ser sua nora. E a Laura, ex-namorada de Miguel, e que Isaurinha sonhava ver casada com o seu filho.

Tudo acontece após a ida de Miguel para a República Centro-Africana, como voluntário da organização Médicos Sem Fronteiras. Ao cair numa emboscada, sofre um acidente e regressa a Lisboa, fora de perigo, mas sem memória.

Isaurinha viu aí a oportunidade perfeita para afastar de vez Júlia, fazendo o filho acreditar que a sua namorada era Laura. E, uma vez que o médico aconselhou Júlia a esperar uns dias para desfazer o mal entendido, sob pena de prejudicar o estado psicológico de Miguel, Júlia viu-se de pés e mãos atadas, sem qualquer hipótese de recuperar o seu amor. É uma mistura de frustração e impotência, lutar contra a própria família do namorado e não poder fazer nada para que ele se lembre dela. 

Mesmo depois de contar a verdade, é normal que Miguel tenha optado por acreditar na sua mãe, ao invés de uma estranha que lhe diz que eram namorados, e que a sua família o está a enganar. Nem quando confrontado com o seu melhor amigo, Santiago, do qual também não se recorda, ele se convence do contrário.

Assim, Isaurinha apressa-se a planear uma festa de noivado, e o casamento de Miguel com Laura. E Júlia vê-se numa corrida contra o tempo para recuperar Miguel, ou perdê-lo para sempre.

Santiago vai ajudá-la, e elabora um plano duvidoso, mas que é a última esperança que ambos têm de que Miguel caia em si e desista daquela festa. E, na verdade, a festa acaba numa cena de pancadaria, com Miguel com um golpe no lábio a precisar de pontos, e Santiago na sobrancelha. Mas nada de recuperar a memória. Pelo contrário, Miguel expulsa Júlia e Santiago da festa, com um terrível ódio e desprezo pelos dois.

Júlia volta então para casa onde decide ficar, apesar dos protestos, sozinha em casa. No hospital, Miguel espera da sua vez de ser atendido. Aproveitando um momento em que a mâe o deixa sozinho, deita-se nas cadeiras e fecha os olhos...

Será que, para além de príncipes encantados e bruxas más, Júlia e Miguel ainda terâo direito a um final feliz, e fazer jus à expressão "e viveram felizes para sempre"? Será que Miguel vai recuperar a memória antes de perder Júlia para sempre? Ou será que Isaurinha e Laura vão levar a melhor?

Têm mesmo que ler o livro para ficar a saber como tudo vai terminar! 

 

Boas razões para não perder a colecção: 

Este livro é o primeiro de uma colecção de quatro romances, em que cada um conta a história de cada uma das quatro amigas. Neste, foi a história da Júlia.

Mas também pudemos ficar a perceber que a história aqui começada entre Marta e Santiago, não ficou resolvida. Já Rita, que nesta história conheceu o chef Lorenzo, pode vir a viver um romance com este numa das próximas histórias. Quanto a Leonor, ainda não sabemos como será a sua história.

Ficam então aqui três razões adicionais para não perder esta magnífica colecção intitulada "Amor, Amigas e Garrafas de Vinho" que, no fundo, poderiam ser as histórias de todas nós!  

 

E não percam, ainda esta semana, a entrevista com a autora Natalie K. Lynn!

 

 

 

Coerência

 

Um dia, no supermercado, comprei este livro para a minha filha.

Há já algum tempo que ela andava a pedir para lhe comprar um livro da colecção Uma Aventura e calhou este. É o único que tem.

Agora, vários meses depois, ao querer comprar-lhe um livro no único sítio onde podia ir em horário de expediente - os Correios, adivinhem que livro lhe comprei: Uma Aventura na Casa da Lagoa!

Tinham lá vários desta colecção, estive com um na mão para trazer - Uma Aventura na Cidade - mas, no último momento, acabei por deixá-lo e pegar no outro, porque achei que ela ia gostar mais. 

Pelo menos não me podem acusar de não ser coerente! O meu pensamento é sempre o mesmo: comprei o que acho que ela mais gosta. Só que desta vez o resultado não foi o melhor, já que ficou com dois livros iguais, e sem livro novo para ler!

Lá terei que trocá-lo e ir buscar a primeira opção. 

 

 

Rendemo-nos a Augusto Cury!

 

 

Aqui por casa, quase toda a família se rendeu a Augusto Cury!

Tudo começou comigo quando, por acaso, "tropecei" no livro Armadilhas da Mente, que mais tarde li e adorei.

De tanto falar dele ao meu marido, ele entusiasmou-se e, numa ida às compras, comprou um livro deste autor para ler. Também ele adorou e até comprou mais um.

Já eu, comecei a tocar no assunto com o meu pai, que disse que o autor era bom e tinha bons livros. E foi assim que, também para ele, para lhe oferecer no aniversário, comprei um livro deste autor brasileiro mais lido na última década.

Os seus livros são para todos os gostos. 

No meu caso, por exemplo, gosto das histórias em que ele transmite o seu conhecimento e ensinamentos através de histórias e dramas da actualidade, romances, e da personagem do psiquiatra Marco Polo, presente em livros como A Saga de Um Pensador, A Ditadura da Beleza ou Armadilhas da Mente, dos quais já anteriormente falei.

O meu marido prefere livros que juntam a vertente psicológica com a religiosa, como no livro O Mestre do Amor.

O meu pai, gosta de outro género, mais complexo, como O Código da Inteligência ou Inteligência Multifocal. 

Mas variedade é o que não falta a este autor! Desde livros para pais e filhos, professores e alunos, mulheres ou casais, a livros sobre Jesus e Maria. Desde livros sobre a felicidade e amor, a livros sobre o nosso "Eu", há de tudo um pouco na extensa colecção de Augusto Cury!

 

E, para quem não o conhece ou nunca ouviu falar, Augusto Cury é médico, psiquiatra, psicoterapeuta e escritor. É, também, diretor do Instituto Augusto Cury Cursos, através do qual promove o treinamento de psicólogos, educadores e outros profissionais. Desenvolveu o projecto Escola da Inteligência, que tem como principal objetivo a formação de pensadores através do ensino das funções intelectuais e emocionais mais importantes para crianças e adolescentes, tais como, o pensar antes de reagir, a proteção de sua emoção, o colocar-se no lugar dos outros, expôr e não impôr as suas ideias. Também elaborou o Programa Freemind para contribuir, em conjunto com as casas de acolhimento ao usuário de drogas, clínicas, ambulatórios e escolas, no desenvolvimento de uma emoção saudável para a prevenção e tratamento da dependência de drogas.

 

 

 

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