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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Sem medo de ficar sozinhos ou com pouca paciência para investir numa relação?

(porque é que a maioria das relações terminam tão depressa como começam)

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Sinceramente, ainda não consegui perceber porque é que as relações amorosas duram, hoje em dia, tão pouco tempo.

Não sei se é porque, de há umas décadas para cá, aprendemos a apreciar mais a liberdade, a ser mais independentes, a viver melhor connosco próprios e a ser felizes sem companhia romântica, e sem a necessidade de "fazer fretes" ou estar com alguém por conveniência ou obrigação, ou se é porque, simplesmente, manter uma relação amorosa dá trabalho, requer paciência e investimento que a maioria não está disposta a empreender, só para ter alguém ao seu lado.

 

Passámos do 8 para o 80.

Do tempo em que tínhamos que aguentar tudo em nome de um casamento, e parecia mal ser uma pessoa separada, passámos para aquele em que não temos que fazer o mínimo esforço para que as coisas resultem porque, se não dá certo com a pessoa com quem se está, outras haverá que possam servir melhor.

 

E parece-me que, quanto mais velhas as pessoas ficam, mais intolerantes, impacientes e inflexíveis se tornam.

 

Ainda no outro dia, brincava com o meu marido, a propósito dos Casados à Primeira vista.

"Olha, não tivemos lua de mel, nem tempo só para nós, mas estamos a aguentar bem. Já lá vão quase 10 anos!".

E sim, passámos por muitas situações semelhantes aos que estes casais passam.

Não tivemos um "casamento à primeira vista" mas quase um "namoro à primeira vista".

Houve momentos em que quase não nos víamos nem estávamos juntos. Outros, em os ciúmes ameaçaram a relação.

Houve muitos momentos de insegurança, incerteza, e uma certa negatividade quando se falou de viver juntos. E, de um momento para o outro, e de forma inesperada, lá calhou e tivemos que nos adaptar a uma nova realidade.

Houve várias discussões, sim. E momentos em que quase batemos com a porta para seguir cada um o seu caminho.

Também cada um de nós trazia a dita "bagagem". A minha, incluía uma filha e, de certa forma, um ex marido.

Temos coisas em comum, mas outras muito diferentes, a nível de personalidade e, muitas vezes, como bons sagitarianos, chocamos um com o outro e também dá "faísca".

Lidar com a rotina, a falta de tempo, as inúmeras tarefas que se interpoem entre nós, não é fácil. E o romantismo muitas vezes falta, porque não há clima que o proporcione e porque, de certa forma, se começam a valorizar e dar importância a outras coisas.

Estamos longe de ter uma relação perfeita. Mas ainda não desistimos. Porque, no fundo, ainda permanece aquilo que nos une.

 

Não significa que vá durar para sempre. 

Apenas que, caso um dia acabe, saibamos que tentámos todas as formas possíveis para que resultasse, antes de baixar definitivamente os braços.

 

 

Como começar da pior forma um fim de semana

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Com problemas de saúde na família

Com pessoas mal educadas que se lembram de implicar logo pela manhã

Com pessoas a quererem mandar na nossa vida

Com pessoas a quererem armar confusão e discussão

Com pessoas a atrasarem a nossa vida

Com ideias impulsivas de mudar toda a nossa vida

Com uma camada de nervos em cima, e ter que pôr tudo para trás das costas, porque nos espera um almoço de aniversário

 

 

Com encontros mal combinados ou esquecidos

Com o não se conseguir contactar de forma alguma as pessoas

Com o esquecimento dos convidados, de que foram convidados

Com outros convidados à espera da aniversariante, e nem sinal dela

Com um almoço totalmente atrasado

Com uma turma de miúdos mesmo ao lado a gritarem que nem loucos

Com uma valente dor de cabeça

 

 

Valeu pelo tempo que passámos os três, pela tarde em que até cantámos, dançámos e conversámos na festa, pelos momentos com as bichanas, e pelos episódios da série que vimos.

E foi só por isso que, mesmo com a mossa que provocaram, ainda assim consegui ficar feliz por ter chegado o fim de semana, mesmo que tenha começado da pior forma. 

 

 

 

 

Começar o dia às cabeçadas!

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E não, não fui eu que andei às cabeçadas à parede, nem aos móveis, de tanto sono que tenho!

Nem tão pouco andei a lutar logo pela manhã.

Foi mesmo a D. Amora que resolveu, no momento em que me ia baixar para pegar nela, dar um impulso e saltar para a cadeira da entrada. A minha cara estava no caminho. Deu-me uma cabeçada no lado direito, entre o osso e o olho, que fiquei a ver estrelas!

E ela, coitada, também não deve ter ficado lá muito bem, com aquela cabecita pequenina a bater em mim.

Isto tudo, para subir para a cadeira e, da cadeira, para o poleiro mais alto, para estar à janela. A Amora é assim. Mal nós começamos a pegar nela, já ela dá balanço para chegar mais longe, mais alto, mais rápido!

Só que depois, por vezes, acontecem estes acidentes. No outro dia o balanço foi tal que me ia saltando dos braços para o chão.

Eu bem digo que ela acha que é um pássaro, e tem o poder de voar! 

 

 

 

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Como começar bem o fim de semana!

 

Haverá algo melhor que começar o fim de semana:

- com a Tica a ir chamar-me à cama, umas 3 ou 4 vezes, a afiar as unhas no colchão, a dar-me com a pata na cara e a puxar-me os cabelos, às 09 horas da manhã, não para lhe dar de comer, ou limpar a casa de banho, mas porque queria que eu a levasse à rua?!

- com as lâmpadas de casa a fundirem-se quando mais precisamos delas, e não ter nenhuma para substituir?

- com a máquina de lavar a não querer trabalhar, com uma luzinha vermelha, que eu não faço ideia do que seja no painel, e não conseguir pô-la a lavar ao fim de umas quantas tentativas, procurar pela casa toda onde pus o raio do livro de instruções, que nunca aparece quando é preciso e perceber, depois de ter revirado tudo, que afinal já tinha passado por ele, e achava que era da antiga televisão, descobrir que afinal a máquina tinha a função de segurança para crianças activada, e era por isso que a máquina não iniciava?

- com o rato do computador a não obedecer a nada do que eu faço?

 

E isto foi só para começar! Nem quero imaginar o que ainda estará por vir!

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