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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

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Os ciúmes e as inimizades dentro das amizades

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É mau.

É lixado.

Pode ser difícil de gerir.

Pode gerar mal estar e, em último caso, arruinar a amizade.

 

 

A "I" tem uma amiga "I", uma "B", e uma "S".

A amiga "I" tem ciúmes da amizade entre "I" e "S".

A amiga "I" não gosta da amiga "B".

E a "I", está no meio, a tentar lidar com isso, porque todas elas são suas amigas!

 

Alguém já se viu numa situação semelhante?

 

 

Por vezes, chegam amigos novos à nossa vida, mas não significa que os mais antigos tenham perdido o valor ou a importância que tinham, nem o lugar na nossa vida.

Os nossos amigos não têm que ser todos iguais.

Cada um deles, complementa, acrescenta, e traz algo diferente à amizade, com a sua própria personalidade e forma de ser.

Gostamos deles, precisamente, por essas mesmas diferenças. 

E, por isso mesmo, não há razões para ciúmes, porque cada uma tem o seu próprio valor.

 

 

Claro que não podemos obrigar as nossas amigas a gostarem, entre si, umas das outras, ou tão pouco a se tornarem amigas.

Mas, da mesma forma, nenhuma delas tem o direito de interferir na nossa amizade com uma ou com outra, só porque não se dão bem.

 

 

A melhor forma possível de lidar com isso é estarem juntas em momentos diferentes, em situações diferentes. No entanto, naquelas ocasiões em que é inevitável estarem todas juntas, é fundamental dividir a atenção e a disponibilidade, por todas e interagir, na mesma medida, com todas. 

 

 

Os problemas ou motivos para não se darem bem ou não se querem relacionar só elas saberão, e é algo que só elas deverão resolver entre si.

Meter-nos no meio, com ciúmes, chantagens, cobranças ou ultimatos, nunca trará bons resultados para ninguém.

 

 

 

 

 

Sexo não traz felicidade?

 

Segundo mais um desses estudos de origem duvidosa, nem sempre quem faz mais sexo se sente mais feliz. Pelo contrário, aumentar a actividade sexual pode ter o efeito inverso.

Por isso, se não estamos para aí virados, não nos devemos forçar a isso. 

Esse estudo, da Carnegie Mellon University, envolveu vários casais, com idades compreendidas entre os 36 e os 65 anos, divididos em dois grupos, em que num deles foram convidados a duplicarem a quantidade de sexo que faziam, e no outro a manterem a frequência.

Terminada a experiência, e quando questionados pelos investigadores se se sentiam mais felizes, os casais que duplicaram a actividade sexual, disseram que tinham perdido o desejo um pelo outro. Surpreendidos? Eu, nem por isso!

Se em vez de se focarem na quantidade, os casais se focassem antes na qualidade, incluindo criar todo um ambiente que os envolva e proporcione o despertar do desejo, demonstrar os sentimentos que os levam a desejar essa união, encarar o sexo como um de vários complementos de uma relação, e não como o mais importante, muitos dos problemas e incompatibilidades que os casais enfrentam a esse nível seriam resolvidos!

 

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