Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Não sou mulher de shoppings

Resultado de imagem para visitantes colombo 2019

 

Ontem fomos ao Colombo.

Precisávamos de comprar umas coisas.

 

Entrámos na primeira loja. Estava cheia. 

Era preciso muita destreza para conseguir andar por aqueles corredores, sem encalhar, tropeçar ou esbarrar em alguém.

E com um saco a ficar cada vez mais cheio, na mão.

Fomos aos provadores. A mim, pareceram-me um verdadeiro labirinto!

 

Lá experimentámos as roupas. 

Estava um calor infernal dentro da loja.

A fila nas caixas era enorme. Valeu-nos as caixas (cerca de 10) estarem todas em fucionamento, e os funcionários serem despachados.

 

Fomos à segunda loja. 

Ainda mais cheia.

Fila para os provadores.

Segurar sacos da loja anterior, malas e casacos, e a roupa que queríamos experimentar naquela (não demos com os sacos/ cestos).

Cada pessoa só podia levar 6 peças. Dividimos pelas duas.

Não podíamos entrar as duas no mesmo provador. Lá fiquei eu cá fora, com a tralha toda, enquanto a minha filha experimentava o restante.

Fila para as caixas.

Quase toda a gente a suar, porque vinha da rua toda encasacada, e ali estava um forno.

Uma pessoa está habituada às lojinhas aqui da vila e arredores, mais pequenas, com menos pessoas, com menos confusão, e depois estranha quando se depara com estas modernices e dinânimas.

 

Enquanto isso, do lado do meu marido...

Os sofás cá fora, cheios. Não dava para se sentar à espera.

Os cafés, cheios.

Onde poderia apanhar ar fresco, estava toda a gente a fumar.

 

À saída..

Não encontrámos o carro.

Nem sequer o lugar onde o tínhamos estacionado.

Eu tinha anotado o local mas, aparentemente, não existia! Tinha quase absoluta certeza que era naquele piso, mas não o estávamos a ver.

Subimos ao outro piso. Nada.

Pedimos ajuda.

À minha filha, já lhe doíam os pés.

 

O meu marido foi com o homem à procura, enquanto nós ficámos ali mesmo, à espera.

Pousei os sacos no chão. 

A minha filha descalçou-se. Já não aguentava mais.

 

Passados alguns minutos, lá apareceu o meu marido no carro.

Afinal, sempre existia o lugar de estacionamento que tínhamos apontado, e tínhamos estado quase ao pé dele!

 

Apesar da confusão e fila para sair do estacionamento, conseguimos escapar.

 

Ir às compras em época natalícia, é para esquecer. O homem de lá disse que quase parecia que havia jogo do Benfica!

Acho que, agora, só para o ano é que lá voltamos.

Balanço de um fim de semana prolongado

E lá se foi um fim de semana prolongado, em que pouco se fez, e ainda menos se aproveitou.

Por entre compras de material escolar, arrumações e uma celebração do aniversário do meu pai diferente do habitual, com o meu sobrinho a recuperar de uma cirurgia, com o tempo a não ajudar à praia nem a grandes passeios, lá houve tempo para ver um filme, e para uma saída imprevista, que deu para desanuviar.

 

 

IMG_7863.JPG

Na quinta-feira, comprámos o material escolar para o novo ano lectivo, como sempre, sujeito à aprovação da D. Becas.

O resto do tempo foi aproveitado para descansar e estar com as bichanas.

 

Sexta-feira, dia de férias com o qual não estava a contar, fomos comprar as coisas que faltavam e, à tarde, tirar tudo o que era do ano passado, para colocar a jeito o que vai ser para este ano.

O mais difícil é tentar arranjar mais espaço de um lado, sem ocupar do outro, trocando o sítio das coisas, mas mantendo-as todas na mesma!

 

68905989_1164195410458055_123241324894748672_n.jpg

Foi por entre arrumações, ao tocar sem querer na placa alisadora da minha filha, que ganhei de presente esta queimadura!

 

 

Resultado de imagem para juntos para sempre 2

No sábado, vimos o filme "Juntos Para Sempre 2", a continuação da história do cão Bailey, que agora terá como missão tomar conta da pequena CJ, privada de estar com os avós, por uma mãe que pouco ou nada quer saber da filha.

Até ao dia em que o destino o juntar definitivamente ao seu companheiro Ethan.

E, depois de uma cena ao género "E Se Fosse Consigo", demos um saltinho à Ericeira, onde esperámos em vão, por um fogo de artifício que chegou tarde, e acabámos por não ver.

Para finalizar, um domingo entre televisão e lides domésticas, com a promessa de uma semana de férias não muito melhor.

 

Dos grandes descontos que usufrui ontem... ou quase!

Imagem relacionada

 

 

Costumo comprar líquido para as lentes de contacto sempre na mesma óptica, aqui na vila.

Eles têm um que é barato, e a que já estou habituada. Há anos que o compro.

No mês passado, estava esgotado o tamanho grande. Levei um pequeno para desenrascar, e ficaram de ligar assim que viesse o grande.

Mas não gosto de ser apanhada desprevenida e, duas semanas depois, sem me dizerem nada, voltei à óptica. Continua esgotado.

Disse-lhe que levava outro, de outra marca, porque não podia arriscar.

Quando perguntei o preço, a funcionária disse-me que assim fazia-me o desconto, por ser cliente habitual, e comprar sempre lá os produtos. 

Achei eu que ia fazer o mesmo preço do outro.

Quando ela me diz o preço, pensei "onde será que está o desconto?". Ao sair da loja, olhei então para o talão, e percebi: o líquido custava 17 euros, e eu paguei € 15,30. O que costumo levar custa 11,50! Não foi mau mas, ainda assim, ficaram a ganhar.

 

 

A seguir fui à farmácia. O funcionário pergunta-me se quero descontar os 2 euros que tenho no cartão. Digo que sim. Tinha feito as contas que os produtos dariam mais de 15 euros. Sempre era uma ajuda.

Mas... Ah e tal, estamos hoje com uma campanha para arredondar o valor da despesa, no seu caso, a conta é 14,74, arrendondava para 15.

Concordei, mas lá se foi o desconto na íntegra!

Super Chefs Gang dos Frescos - uma aposta de sucesso!

Resultado de imagem para super chefs gang dos frescos

 

Há campanhas que chegam, conquistam e fazem sucesso, voltando a cada ano, com novidades e mais fortes que nunca.

É o caso desta campanha do Lidl, do Gang dos Frescos.

 

Este ano, os peluches estão de volta ao Lidl, e vêm com muitas receitas para cozinhar com toda a família.

São 6 peluches e 120 cartas, onde cada Super Chef tem a sua especialidade: pequenos-almoços (João Ameixão), entradas (Marie Fleur), almoços (Simão Lima), lanches (Ana Naz), jantares (Lady Pumpkin) e sobremesas (Pedro Melancia). Cada carta traz uma receita saudável e fácil de fazer, para que toda a família se divirta a cozinhar com a ajuda dos Super Chefs.

 

No entanto, a euforia dos mais pequenos é, por vezes, a dor de cabeça dos adultos.

Para quem tem crianças, é difícil não lhes fazer a vontade e tentar conseguir nem que seja um peluche. Se elas acompanham os pais às compras, é ainda pior.

Há quem até nem faça muitas compras no Lidl, mas vá de propósito nestas alturas, só para tentar a sua sorte.

Há quem leve mais qualquer coisita que até nem precisava, só para dar para levar mais um ponto.

Há quem tente pedir aos clientes que não querem, se podem ficar com esses pontos.

Há quem fique triste porque não vai conseguir.

 

Se virmos bem, para cada peluche é preciso juntar 15 pontos. Dão um ponto por cada 10 euros, o que significa que é preciso gastar 150 euros em compras. A esse valor acresce 2,99 euros, que tem que ser pago adicionalmente. Ou seja, um único peluche custa, a cada família, 152,99 euros. Para se conseguir a colecção completa - 6 peluches e 120 cartas de receitas - será preciso gastar cerca de 918 euros!

 

É muito dinheiro?! Sem dúvida!

Mas há quem esteja disposto a gastá-lo só para ver os filhos, os sobrinhos ou os netos felizes.

E o Lidl agradece!

 

 

Há coisas piores!

Resultado de imagem para confuso

 

No fim de semana fui às compras com a minha filha. 

Enquanto eu andava à procura de alguns produtos, a minha filha foi pesar a fruta mas, quando passou do cesto para o carrinho, percebeu que ainda faltava pesar o nabo e disse-me para ir lá eu, que ela não queria ir lá outra vez. Aproveitei e fui buscar também umas peras, que me tinha esquecido.

 

Novamente na fila, atende-me o mesmo rapaz que a tinha atendido a ela. 

Peço desculpa por estar ali de novo, mas que me aquelas duas coisas tinham ficado esquecidas.

Responde-me ele "deixe lá, há coisas piores".

"Pois há", digo eu. Eu ter estendido a roupa e ter-se molhado toda com esta chuvada que está a cair agora."

E ele volta a dizer "Há coisas piores....  (e passado uns segundos calado) Ir acampar e esquecer a almofada, o saco cama, a tenda".

Digo-lhe eu "Então, pode ser uma boa desculpa para ir dormir num hotel!"

 

Ao que ele prontamente contrapõe: "Hotel? Mas eu fiz mal a alguém?"

E eu, já com a fruta pesada e de saída, respondo-lhe:

 

"Deixe lá, há coisas piores"! 

  • Blogs Portugal

  • BP