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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

O que têm em comum os casamentos e os livros?

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Casar à primeira vista é como começar a ler um livro sobre o qual não temos a mínima ideia do que fala. Podem acontecer várias situações:

 

- olhamos para a capa e para a sinopse, não nos diz nada e, na primeira oportunidade, oferecemos a alguém


- começamos a ler, não nos desperta interesse e pomos de lado, para nunca mais lhe tocarmos


- não parece muito entusiasmante no início, mas a determinada altura até engrenamos, e a leitura passa a ser fluída e interessante


- naquele momento não é bem o que nos apetecia, e fica em standby na prateleira, enquanto lemos outros

 

- ficamos logo presos, adoramos, e já não largamos mais

 

 

 

 

Já se casamos pelo método tradicional, é sinal de que, pelo menos a julgar por aquelas primeiras páginas que lemos, iremos gostar do que aí vem, mas pode ocorrer um destes cenários:

 

- pode-nos parecer uma coisa e, afinal, a história ser completamente diferente

 

- começa bem e parece ser o livro perfeito mas, a determinada altura, ficamos desapontados com o rumo da história

 

- até nos agradou bastante em determinada altura da nossa vida mas, entretanto, os nossos interesses mudaram, e já não nos diz nada

 

- como todas as grandes histórias, foi bom enquanto durou, mas chegou ao fim

 

- lemos uma, e outra, e outra vez, ao longo da nossa vida, nunca nos cansamos e temos sempre o mesmo sentimento de cada vez que o lemos

A mais alta versus A mais baixa

 

Estava com a minha filha a caminho da escola, quando, não sei bem a que propósito, iniciámos uma conversa sobre as vantagens de se ser alto. Dizia-me então, a minha filha:

 

Filha: "As mais altas, a jogar basquetebol, têm mais hipóteses de chegar ao cesto e marcar."

Mãe: "As mais baixas, a jogar andebol, podem furar por entre as mais altas e marcar na baliza."

 

Filha: "As mais altas, quando é para tirar fotografias de grupo, ficam atrás e mais sossegadas.

Mãe: "As mais baixas, ficam à frente e vêem-se melhor."

 

Filha: "Num concerto, as mais altas vêem melhor o palco e os artistas."

Mãe: "Às mais baixas (e menos pesadas), pegam-nas ao colo ou poem-nas às cavalitas, e tapam a visão às mais altas."

 

Filha: "As mais altas conseguem chegar a sítios que as mais baixas não chegam."

E quando a minha filha achava que eu ia dizer qua as mais baixas podiam ir buscar um banco e subir, eis que me saio com esta:

 

Mãe: "As mais baixas pedem às mais altas para lhes irem buscar as coisas, enquanto esperam descansadinhas da vida!"

 

Isto, claro, foi uma forma descontraída de encarar este debate matinal porque, na verdade, o facto de uma criança (ou adulto), ser muito alta ou, por outro lado, muito baixa traz sempre vantagens e desvantagens para cada uma delas. Mas será que o melhor é mesmo ficar no meio, entre as altas e as baixas?

 

Algum(a) de vós passou por uma destas situações?

Partilhem aqui as vossas experiências, e quais são, na vossa opinião, as vantagens e/ou desvantagens de se ser muito alto, muito baixo, ou apenas comum!

 

Amar é como andar de bicicleta - nunca se esquece!

 

O que é que nadar e andar de bicicleta têm em comum?

Uma vez que se aprende, nunca mais se esquece!

O amor também é assim: uma vez que aprendemos a amar, dificilmente deixamos de o fazer!

E mesmo que, por vezes, não sintamos a sua presença, haverá sempre algo para nos relembrar porque amamos, e porque continuaremos a amar.

 

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