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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Devemos incluir os(as) "ex" na nova relação?

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Mais uma vez, e para que vejam o que se pode debater ao ver um programa televisivo apelidado de lixo, o "Casados à Primeira Vista" deu o mote para a discussão deste tema, através de vários concorrentes, nomeadamente, a Sónia, que convidou o ex marido para almoçar com o actual marido, do Dave, que ligou à ex para falar dos problemas que estava a atravessar com a actual mulher ou, mais recentemente, a Graça, que fez questão que o marido conhecesse pessoalmente o ex marido e pai dos seus filhos, e que pretende que haja uma convivência saudável entre eles, frequentando as casas um do outro e, inclusive, celebrando épocas festivas em conjunto. 

 

 

Pessoalmente, o único ex com quem ainda mantenho contacto é o pai da minha filha, e é apenas por ela, que esse contacto existe.

O meu actual marido cumprimenta-o, fala com ele se for preciso, tal como eu falo, sobre questões relacionadas com a nossa filha, mas não há mais convivência que essa. Não são (somos) amigos, não fazemos almoçaradas/ jantares ou festas em conjunto, nem tão pouco partilhamos natais ou aniversários.

 

 

No entanto, nem todas as pessoas são iguais e se, na maioria dos casos, com o fim da relação, vai cada um para seu lado e segue o seu caminho, noutros as pessoas até ficam amigas dos(as) "ex", e a convivência permanece.

 

 

Mas, e quando iniciamos uma nova relação?

Será aceitável continuar a incluir e partilhar a nossa vida, da mesma forma, com os(as) "ex"?

Devem os(as) actuais companheiros(as) aceitar e sujeitar-se a essa convivência, mesmo que não se sintam confortáveis com a situação?

É aconselhável essas pessoas mudarem a sua atitude, relativamente aos(às) seus(suas) "ex", porque a nova relação assim o exige?

 

 

Até que ponto o liberalismo se pode transformar em falta de respeito para com o(a) actual companheiro(a)?

Até que ponto uma pessoa que se afirma liberal, contraria esse conceito, exigindo ao outro que pense e aja como ela própria? Em que é que liberalismo se coaduna com inflexibilidade?

 

 

Eu penso que, se todos estiverem de acordo e se sentirem confortáveis, seguros e à vontade com essa convivência, sem dramas, ciúmes ou dúvidas, não haverá qualquer problema.

Não vejo nada de errado em que todos consigam ser amigos e dar-se bem.

Mas não devemos impôr algo que não agrada, ou com o qual o(a) actual companheiro(a) não se sente bem, tal como não nos devemos sujeitar a fazê-lo, porque alguém nos impõe isso.

 

 

Deve haver bom senso, alguma flexibilidade e cedência de parte a parte, e respeito pelos sentimentos da pessoa com quem actualmente partilhamos a nossa vida, e vice-versa.

 

E por aí, qual é a vossa opinião?

 

 

Óculos de sol: mais que um mero acessório

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Há quem os use para dar um toque ao visual, para dar estilo, como mero acessório.

A condizer com a roupa que se veste, com a mala, com os sapatos.

De todas as cores e feitios, tamanhos e formas.

 

Há quem compre uns pares deles nos supermercados, nas feiras, nas lojas chinesas, por meia dúzia de euros. Há quem os compre nas ópticas, de marcas bem conhecidas e a preços pouco acessíveis à maioria das carteiras.

 

Há quem os use porque assim recomendam os especialistas, para protecção da vista, dos raios UV.

Eu utilizo-os porque os meus olhos são extremamente sensíveis, não só à luz solar directa, como à claridade em geral, nomeadamente em dias nublados. E se não os colocar, não só não consigo abrir bem os olhos, como começa a vista imediatamente a chorar.

 

Por isso, sempre que virem alguém de óculos de sol, mesmo que não esteja sol, não imaginem que a pessoa é louca, ou que se está a armar, porque pode haver causas mais válidas por detrás disso. Há muito que os óculos de sol deixaram de ser usados como enfeite, para terem uma utilidade muito mais vasta.

 

Os meus, já os tenho há vários anos. Foi um investimento necessário para minha protecção e bem estar. Hoje em dia, há uns ainda melhores (e mais caros também). Mas valem a pena, pelo conforto visual que proporcionam!

 

 

 

Existe idade certa para começar a usar tampões?

 

Estamos no verão, e é normal que as meninas queiram aproveitar as férias na praia ou na piscina.

Enquanto são crianças, não há qualquer problema. Mas, quando se vêem na pré-adolescência, na puberdade, e têm que lidar com aquele visitante chato que teima em aparecer todos os meses - a menstrução, as coisas começam a complicar. Mas não é caso para isso.

Já lá vai o tempo em que ouvíamos dizer que não devíamos ir à praia com o período. Que não podíamos tomar banho porque fazia mal. Em que até dávamos um pulinho até à praia mas só nos despíamos da cintura para cima. Em que estar menstruada no verão, em plena época balnear, era um castigo!

Eu confesso que nunca segui nenhuma dessas regras, nem acreditei nesses mitos. 

Mas então, o que fazer quando a menstruação aparece e queremos ir à praia?, perguntam as meninas. É simples, vão! Existe uma solução eficaz chamada tampão.

Sim, ainda existe aquela desconfiança em relação a este método de absorção e protecção interno, e a crença de que o mesmo, quando utilizado por meninas muito novas, pode romper o hímen e fazê-las perder a virgindade. Mas não é verdade.

De qualquer forma, se os pais têm dúvidas, o melhor será esclarecê-las com o médico de família, com o pediatra, ou com um ginecologista.

 

Informações sobre o uso de tampões:

Os tampões têm por objectivo absorver o fluxo antes de sair do corpo. Alguns possuem aplicador, e são mais fáceis de colocar, mais cómodos e higiénicos.

Se houver desconforto, significa que não estará bem colocado, o que é normal acontecer nas primeiras vezes. Nesses casos, é melhor retirá-lo e inserir um novo de forma correta.

Podem ser usados em qualquer idade, a partir do primeiro período. A idade não é um fator determinante para recomendar ou não o uso de tampões.

O tampão é suficientemente fino para atravessar o orifício flexível do hímen sem o romper, tal como acontece com o fluxo menstrual, pelo que o seu uso nada tem a ver com a virgindade. Assim sendo, até mesmo as virgens podem usar sem receios.

 

Os tampões devem ser mudados periodicamente (de preferência de 4 em 4 horas), dependendo também da quantidade do fluxo.

Por esse mesmo motivo (quantidade de fluxo), existem também diferentes tipos de tampões. As mais novas devem começar pelo tamanho mais pequeno. Depois, é só ir adaptando conforme o fluxo é maior ou menor.

Posso dizer-vos que, há uns anos atrás, a minha relação com os tampões não era má, mas estava longe de ser uma amizade para a vida! Só utilizava mesmo em dias de praia, e só mesmo por 4 ou 5 horas. Nunca me senti muito confortável com eles. Mas que dão imenso jeito para estas ocasiões, lá isso dão!

Por isso, se tiverem que recorrer a eles, não tenham receio. Claro que, se tentarem utilizar o tampão e virem que não conseguem, que não se sentem seguras ou confortáveis, não devem insistir.

 

 

 

 

 

É seguro levar crianças para grandes eventos?

 

Vem esta pergunta a propósito do incidente que ocorreu em Guimarães, com um menor a assistir à agressão ao seu pai, por parte de um agente da polícia do qual, felizmente, saiu ileso.

Quando a minha filha tinha 4 anos, e porque ela nessa altura era fã do Tony Carreira e tínhamos uma oportunidade única de assistir ao concerto gratuitamente, na Baía de Cascais, levámo-la. Mais tarde, percebi que corremos um grande risco, e que pus em causa a sua segurança, ao levá-la para um espectáculo desta dimensão.

É que, além do recinto estar a abarrotar, as pessoas empurravam-se umas às outras, e até os homens discutiam para conseguir o melhor lugar. Conseguimos ficar um pouco mais que a meio, e dali não saímos até terminar. Felizmente, não houve problemas para o nosso lado, mas aquilo podia ter corrido muito mal.

Este ano, por exemplo, levei-a ao concerto da Violetta, no Meo Arena. Mas estava tudo muito bem organizado, bastante segurança no local, e como tínhamos bilhetes para a plateia, nem sequer havia filas na nossa entrada.

Se há riscos? Há sempre. Mesmo aqueles que nem sequer imaginávamos. Se é seguro. Pode ser. Mas também pode não ser. 

Existem cada vez mais programas ao ar livre, como festivais, concertos, espectáculos e até idas ao estádio, dedicados a toda a família, mas será que dá para levar crianças a eventos como esses?

Talvez seja melhor pensar duas vezes antes de se aventurar, e sujeitar as crianças a perigos desnecessários. De qualquer forma, há que ter em conta, caso optem por arriscar, alguns cuidados fundamentais.

 

A nível geral:

- verificar se o local e o evento reunem condições para receber crianças com conforto e segurança;

- ter atenção à classificação etária do evento;

- certificar-se de que existem locais na zona onde possa comprar alimentação e água (para o caso da criança ficar com fraqueza ou desidratada);

- No fim do evento, aguardar a saída das pessoas, de forma a evitar acidentes no meio da multidão;

- Certificar-se de que a criança não sai do seu lado mas, ainda assim, identificá-la para a eventualidade de a mesma se perder, com o nome e contacto dos pais, por exemplo;

- Vestir uma roupa que chame a atenção e que, desse modo, a distinga das demais;

- Combinar um ponto de encontro, como polícia ou bombeiros que estejam no recinto, para o caso de se perderem;

 

No caso de estádios:

- evitar levar crianças menores de 3 anos a estádios de futebol;

- evitar levar crianças para jogos considerados de risco, já que há grandes hipóteses de discussões e violência;

- evitar ocupar lugares ao pé das claques, pelo mesmo motivo;

 

No caso dos concertos ou festivais:

- em concertos, evitar ficar próximo do palco, preferindo lugares onde haja mais espaço e o som seja menos intenso;

 

Convém não esquecer que nem sempre os programas, apropriados para os adultos, o são também para as crianças. É preciso pensar, acima de tudo, nelas. E ter em mente que, tudo o que possa vir a acontecer aos nossos filhos, é da nossa responsabilidade. Porque eles não foram para lá sozinhos, fomos nós que os levámos!

Ténis, por que não os quero!

 

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Porque se há calçado que sempre detestei foi ténis.

Sempre fui menina e mulher de sapatos, botas e sandálias, mas nunca ténis. Esses, só para as aulas de educação física (que também odiava), nos tempos em que estudava. E bastou.

Actualmente não pratico qualquer actividade física, por isso não preciso deles. E, se me quiser sentir confortável, tenho muitas outras opções que fazem mais o meu estilo.

 

 

 

 

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