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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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Não sou mulher de shoppings

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Ontem fomos ao Colombo.

Precisávamos de comprar umas coisas.

 

Entrámos na primeira loja. Estava cheia. 

Era preciso muita destreza para conseguir andar por aqueles corredores, sem encalhar, tropeçar ou esbarrar em alguém.

E com um saco a ficar cada vez mais cheio, na mão.

Fomos aos provadores. A mim, pareceram-me um verdadeiro labirinto!

 

Lá experimentámos as roupas. 

Estava um calor infernal dentro da loja.

A fila nas caixas era enorme. Valeu-nos as caixas (cerca de 10) estarem todas em fucionamento, e os funcionários serem despachados.

 

Fomos à segunda loja. 

Ainda mais cheia.

Fila para os provadores.

Segurar sacos da loja anterior, malas e casacos, e a roupa que queríamos experimentar naquela (não demos com os sacos/ cestos).

Cada pessoa só podia levar 6 peças. Dividimos pelas duas.

Não podíamos entrar as duas no mesmo provador. Lá fiquei eu cá fora, com a tralha toda, enquanto a minha filha experimentava o restante.

Fila para as caixas.

Quase toda a gente a suar, porque vinha da rua toda encasacada, e ali estava um forno.

Uma pessoa está habituada às lojinhas aqui da vila e arredores, mais pequenas, com menos pessoas, com menos confusão, e depois estranha quando se depara com estas modernices e dinânimas.

 

Enquanto isso, do lado do meu marido...

Os sofás cá fora, cheios. Não dava para se sentar à espera.

Os cafés, cheios.

Onde poderia apanhar ar fresco, estava toda a gente a fumar.

 

À saída..

Não encontrámos o carro.

Nem sequer o lugar onde o tínhamos estacionado.

Eu tinha anotado o local mas, aparentemente, não existia! Tinha quase absoluta certeza que era naquele piso, mas não o estávamos a ver.

Subimos ao outro piso. Nada.

Pedimos ajuda.

À minha filha, já lhe doíam os pés.

 

O meu marido foi com o homem à procura, enquanto nós ficámos ali mesmo, à espera.

Pousei os sacos no chão. 

A minha filha descalçou-se. Já não aguentava mais.

 

Passados alguns minutos, lá apareceu o meu marido no carro.

Afinal, sempre existia o lugar de estacionamento que tínhamos apontado, e tínhamos estado quase ao pé dele!

 

Apesar da confusão e fila para sair do estacionamento, conseguimos escapar.

 

Ir às compras em época natalícia, é para esquecer. O homem de lá disse que quase parecia que havia jogo do Benfica!

Acho que, agora, só para o ano é que lá voltamos.

Quando um parvo se mete com outro, só pode dar confusão!

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Era para ser uma viagem de autocarro como outra qualquer, da praia até casa, mas acabou por se tornar uma viagem atribulada, com direito a GNR e tudo!

 

Um homem entrou no autocarro, no terminal, e sentou-se nuns bancos atrás de nós.

Estava a falar ao telemóvel, pelo que percebi depois, com uma mulher. No início da conversa, parecia uma daquelas pessoas calmas, de bem com a vida, tudo "na paz".

Dizia ele que só o facto de estar vivo já era razão para estar bem. Depois, continuou a dizer que a outra pessoa confiava demais nos outros, e não o devia fazer, que ninguém tem que saber tudo dela, porque podem servir-se disso, enfim, uma conversa normal.

 

 

Até que, do nada, começa a gritar bem alto que ela não devia confiar em ninguém, com direito a uns quantos palavrões pelo meio.

Um homem que estava um pouco mais à nossa frente, sentiu-se incomodado, virou-se para o outro e disse-lhe para ter cuidado com a língua, que estava toda a gente a ouvir.

O dito, ou não ouviu, ou fez orelhas moucas.

Continuou a falar, a dizer que todas as mulheres são umas p*****, menos a mãe dele, e que ela era uma vagabunda, e que a mulher que estivesse ao lado dele tinha que ser discreta.  Tudo, com palavrões pelo meio.

 

 

O tal homem que estava à nossa frente estava a passar-se. Abanava a perna, movia as mãos como se as estivesse a aquecer para o combate.

Às tantas, fez aquilo que se calhar todos nós estávamos a pensar, mas não quisemos fazer: levantou-se, foi até ao outro, e voltou a chamar-lhe a atenção. Mas, talvez a forma como o fez, não tenha sido muito feliz. Mandou o homem calar-se.

O homem passou-se, começou a discutir com o outro. O primeiro disse que depois já conversavam, voltou ao seu lugar e ligou para a GNR.

O resto do caminho foi passado com o atrasado do telemóvel a reclamar, que já tinha pedido desculpa pelos palavrões, mas que o outro não era ninguém para o mandar calar, etc, etc., continuando a dizer asneiras, pelo que o arrependimento não se notou.

 

 

Estávamos a chegar ao terminal de Mafra, quando o parvo 1 pergunta se já estava ali a espera dele, ainda a provocar.

Olhei pela janela, e vi o carro da GNR, com dois agentes do lado de fora. O parvo 2 sai nessa paragem, e pede ao motorista para esperar um pouco.

O motorista, entretanto, depois de deixar entrar os passageiros, levanta-se, vira-se para trás, e pergunta se está tudo bem.

O parvo 1 vai ter com ele e, entretanto, entram os agentes no autocarro, que lhe dão uma descasca pelo comportamento pouco adequado e falta de respeito para com os outros passageiros. Depois de tomarem nota dos dados do homem, avisam-no de que, se tiverem mais alguma queixa dele, irá seguir viagem, mas noutro carro!

 

Não sei se o homem se aguentou calado até ao final da viagem, porque saímos na paragem seguinte, mas por aqui se vê que até aquelas pessoas que parecem mais calmas e tranquilas, podem virar bestas, e arranjar confusão desnecessariamente.

 

Neste caso, um parvo que não tem educação nenhuma e não sabe estar nem falar com as pessoas, com outro parvo que parecia cheio de vontade de dar umas boas peras mas que, depois, parece ter ficado com medo, ou querer evitar uma confusão maior que aquela que arranjou quando lá foi tirar satisfações.

 

Quase três horas à espera da afixação das turmas!

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Liguei ontem para a nova escola da minha filha, para ver se me sabiam informar quando seriam publicadas as turmas.

Informaram-me que seria ontem, a partir das 18 horas, e que deveria ir antes das 20, porque senão o porteiro não deixaria entrar.

 

 

A minha filha chegou lá já passava das 18.30 horas. Ainda não se sabia de nada. Os portões estavam fechados, as turmas por afixar. 

A essa hora, já estava um grande grupo à espera, desde as 18 horas.

Eu saí do trabalho, e fui ter com ela à escola. Cheguei perto das 19.30 horas. Ainda nada. Apenas a informação de que estavam para sair, e que o horário tinha sido alargado até às 21 horas.

 

 

Estava um frio de rachar, vento, já doía os pés à maioria das pessoas.

Algumas desistiram. Outras, foram chegando.

Perto do portão, um grupo de jovens a fazer adivinhar onde a minha filha se vai meter!

Sempre que saía um professor, dizia que estava quase. Que já estavam a ser afixadas.

Ah e tal, mais 20 minutos.

Já eram 20.30...

 

 

Quando, finalmente, perto das 21 horas, abriram o portão, era ver todos a correr para o local, para chegar primeiro, e conseguir ver a sua turma.

Tentámos no bloco mais vazio, mas era do 12º ano.

Voltámo-nos para o outro lado. Toda a gente ao molho, como se estivessem ali a entregar notas de 100 euros ao pessoal.

Espreitámos numa das pontas. Eram do 11º ano. Fomos à ponta contrária. Eram turmas dos cursos tecnológicos.

Para nosso azar, as turmas que queríamos estavam no centro, no meio da confusão.

 

 

Lá conseguimos furar.

Encontrei a turma de Artes. Abaixo, duas de Línguas e Humanidades. Ela não estava em nenhuma.

Estiquei-me um pouco, para ver as do lado. Lá encontrei o nome dela!

Só tive tempo de tirar uma foto, e tivemos que sair dali antes que ficássemos entaladas.

 

 

E sim, acaba por ser uma estupidez termos ido todos a correr ver as turmas ontem, quando as mesmas vão ficar ali afixadas por algum tempo, e poderíamos vê-las com mais calma, noutra altura.

É o que eu tenciono fazer.

Mas a maioria dos que ali estávamos queríamos ter a confirmação de que os nossos filhos ficavam colocados na escola escolhida.

 

 

Em casa, com calma, percebemos que não há um único aluno conhecido da minha filha na turma dela. Escola nova, colegas totalmente novos.

À partida, terá as disciplinas que escolheu. Pelo menos, aparecem lá, com a cruzinha assinalada em alguns dos alunos da turma. Provavelmente, terá essas disciplinas com alunos de outras turmas que também as tenham escolhido.

 

 

Esperemos que não seja uma saga idêntica quando saírem os horários!

Matrículas para o 10º ano

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Ontem saíram, finalmente, as notas das provas finais do 3º ciclo, e as notas finais de ano.

Houve notas mais baixas a português mas, ainda assim, menos negativas a esta disciplina, do que a matemática, cuja prova era mais fácil e na qual, a maioria, teve notas mais altas que nos testes ao longo do ano.

Aproveitámos para trazer o impresso da matrícula, e começar a preencher em casa.

 

 

Hoje fomos à escola para realização da dita matrícula.

Podíamos tê-lo feito pela internet, através do Portal das Matrículas.

Mas ainda bem que decidimos ir pessoalmente.

 

 

Aqui na escola da minha filha houve, na minha opinião, uma uma má organização de todo este processo.

Presencialmente, as matrículas eram apenas hoje, das 9 às 13 horas, sendo que 3 turmas iam para uma sala, e as restantes (o dobro), para outra sala, onde calhava a da minha filha.

Era uma fila única, mas cada director de turma chamava pelos alunos da sua turma e, se houvesse alguém que tivesse feito a matrícula online, e apenas fosse entregar os documentos, passava à frente porque era um processo mais rápido.

O que vai em sentido contrário ao que vinha nas indicações, de que quem fizesse a matrícula pela internet entregaria a documentação na nova escola.

Os restantes estavam dependentes da utilização dos computadores disponíveis, pelo que percebi, dois por turma.

 

 

Embora tivessemos uma fila enorme de pessoas à nossa frente, e de alguns, nas situações que expliquei atrás, terem passado à frente, até chegámos à sala com relativa rapidez.

Mas, dentro da sala, era um caos. Pais, alunos e professores, numa sala cheia de computadores, a darem orientações à vez, enquanto cada um de nós dava início à matrícula online.

Foi uma óptima decisão termos ido pessoalmente porque, em três ou quatro passos, surgiram dúvidas, havia truques e era preciso enganar o sistema, para conseguirmos avançar e que, só lá, sob supervisão e com ajuda, conseguíamos ultrapassar.

Em casa, sozinhas, teríamos, na certa, feito asneira.

 

 

E pronto, a matrícula está feita, com a minha filha a aguardar colocação na escola e curso pretendido.

Foram feitas as últimas despedidas dos professores presentes, e das auxiliares que a acompanharam ao longo dos 5 anos, com desejos de muita sorte e sucesso na nova etapa que a espera.

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