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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Os professores também erram

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Os professores são seres humanos iguais a todos nós, e também eles podem errar!

Errar na sua maneira de ensinar, errar nas suas atitudes na sala de aula, errar na forma de lidar com os alunos, e até errar na correcção de uma ficha de avaliação.

E o que devem fazer os alunos, nesse caso? Deixar passar e não dizer nada, porque é irrelevante, ou porque têm medo que o professor não aceite com bons olhos esse tipo de abordagem? 

Ou, pelo contrário, não devem ter qualquer receio em conversar com os professores?

No outro dia, estive aqui em casa com a minha filha a fazer a correcção do teste de matemática. Num dos exercícios, a professora considerou quase todas as respostas erradas. A minha filha insistia que as respostas estavam certas. Fui ver ao manual, apliquei as regras que lá vinham e que se aplicavam a cada caso, e ainda conferi com a calculadora.

A mim também me parece que as respostas dadas estão correctas. E, por isso mesmo, a minha filha vai levar o teste para que a professora reveja e lhe explique porque é que considerou tudo errado.

Penso que deve haver essa confiança por parte dos alunos para expôr os seus pontos de vista, abertura da parte dos professores para os ouvir, e responsabilidade para assumir o erro, se for esse o caso.

O que é que pode acontecer? Se, realmente, o exercício estiver errado (não me parece que seja o caso da minha filha), pelo menos ficam a perceber como se faz e porque está errado. Se tiver havido engano, são mais uns pontos que se somam à nota obtida, e que podem fazer a diferença. E os professores constatam que os alunos estiveram atentos, sabem a matéria e conseguem detectar os erros.

Porque se é verdade que os alunos erram muitas vezes, também é verdade que os professores podem falhar!

Mesquinhices

 

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Se há coisa que detesto é mesquinhices. 

Pessoas que pegam em qualquer coisinha para implicar, ou que não têm mais nada para dizer além de críticas.

E isso acontece muito aqui nos blogs!

Há muito boa gente que, ao ler um texto, se limita a deixar como comentário uma correcção ortográfica. Como se, de tudo o que tivesse lido, a única coisa que interessasse do texto fosse a quantidade de erros que a pessoa dá enquanto escreve.

Uma coisa é, como já me aconteceu, comentarem o que escrevo e, em aditamento, chamarem a atenção para um erro que lá exista. Até agradeço porque, muitas vezes, estamos tão entusiasmados a escrever que nem damos por isso, ou o próprio teclado nos trama.

Mas apontar unicamente os erros, é ser picuinhas. Todos os dias leio vários posts, alguns deles estão cheios de erros. Se me preocupo com isso? Convém que quem escreva o saiba fazer minimamente. Mas se o texto me agradar, comento e pronto. O que importa é ter passado a mensagem, ter-se feito entender. Eu não sou paga para ser correctora ortográfica. 

E também há muito boa gente que se limita a dizer que tal pessoa copia outra, que tal blog não presta e que devia ser apagado. Até ameaças, se vêem por aqui!

Se o texto não vos agradou, se não vos interessou pelo que é dito, passem à frente. Se não gostam de determinado blog, não voltem. Se há repetição ou plágio, deixem que quem de direito reclame. Se a única opinião que têm a dar, é uma crítica nada construtiva, guardem-na para vocês. Há tantos outros blogs por esta blogosfera fora. É só escolherem os que mais vos agradam, e deixarem os outros em paz! 

 

Provas finais do ensino básico

 

 

A primeira fase de provas nacionais, para o 4º e 6º ano, já lá vai.

Agora é o momento da correcção, que leva muitos professores a deixar de dar aulas, para exercer a função de avaliadores.

É o caso da professora da minha filha. E, se formos ver, no caso do 4º ano, estamos a duas semanas do fim das aulas. 

Ontem, ficou em casa, tal como vai ficar na sexta-feira. Quinta-feira, é o feriado municipal. Quarta-feira, é dia de Feira da Espiga na escola. E hoje vão fazer uma visita de estudo. Uma semana em grande para descontrair da pressão das provas.

Na próxima semana (a última), mais uma visita de estudo e duas tardes sem aulas. E está o ano concluído. Pelo menos para quem não tiver que recuperar na 2ª fase.

Quanto às provas, a Associação Nacional de Professores de Matemática (APM) considerou a prova nacional do 4.º ano daquela disciplina, feita na passada quarta-feira por cerca de 110 mil alunos, “extensa e com um grau de dificuldade considerável”.

Já a Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) diz que o grau de dificuldade é “adequado” e defende que um aluno com uma preparação sólida terá uma classificação de 4 ou mais na prova.

Eu, pessoalmente, achei a prova de matemática deste ano mais difícil que a do ano passado. É verdade que tem exercícios facílimos. Mas há outros mais complicados, em que não se compreende o que é pretendido. Quanto à de Português, a professora da minha filha considerou a deste ano mais fácil que a do ano anterior. Pelo que vi, também me parece que sim. Pelo menos no que se refere aos textos e respectiva interpretação.

Agora é esperar que os professores, com os resultados destas provas na mão, façam contas à nota final que irá determinar quem está, automaticamente, aprovado, ou quem segue para a 2ª fase de provas, em pleno período de férias de verão.

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