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Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Isto não é sobre escrita...

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Pode parecer mais fácil pegar em algo que já está escrito, e fazer apenas ajustes, do que criar algo novo.

 

No entanto, o problema de querermos corrigir algo que já está escrito é que, de tanto escrevermos por cima, anotarmos, riscarmos, acrescentarmos ou mudarmos as palavras, frases ou excertos, chegamos a um ponto em que perdemos o fio à meada.

Em que olhamos para aquele emaranhado, e não percebemos nada do que está escrito.

Porque é demasiado confuso. Ou parece não fazer sentido nenhum.

 

Por outro lado, pegando numa folha em branco, para criar uma nova história, podemos escrever aquilo que queremos, do início ao fim, da forma como queremos.

Só que também, perante ela, muitas vezes, nos perdemos.

Porque não fazemos a mínima ideia do que escrever. De como começar. 

Que história contar.

Bloqueamos.

Limitamo-nos a olhar, e deixamo-la ali, sem saber o que fazer com ela. 

 

Coisas que me irritam

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Pessoas que corrigem palavras ditas/ escritas por outras pessoas, mas elas próprias corrigem de forma errada!

 

No outro dia, vi um comentário de um senhor que falava acerca de "reenscrever a história".

Veio logo uma senhora corrigir "Reinscrever s.f.f.".

 

Oh minha senhora, não é que me importe muito, porque percebe-se perfeitamente o comentário mas, caso não saiba, a palavra correcta é rescrever, ou reescrever!

 

Alguém me explique...

 

 

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...(como se eu fosse muito burra) porque é que alguém que é criticado e condenado por agir de forma errada, é igualmente condenado por, atempadamente, corrigir o erro?

Um árbitro num jogo de futebol (ou outro qualquer) é como um juiz num tribunal - é ele sobre ele que recai a responsabilidade de decidir, e decidir bem!

Mas, como humanos, têm falhas. Nem sempre é possível ver os lances da mesma forma que os vêem quem está sentado em frente ao ecrã. Nem sempre os auxiliares esclarecem as dúvidas e o árbitro não pode esperar, nem hesitar, tem que decidir e continuar o jogo.

Muitas vezes, são justos. Outras, cometem erros. E, quando isso acontece, têm contra eles os treinadores, os adeptos, os jogadores, e todos aqueles que se sentem, de alguma forma, prejudicados por essas decisões. E podem, inclusivé, ser alvo de processo, se assim o entenderem as entidades reguladoras.

No entanto, o que aconteceu ao árbitro German Delfino é, no mínimo, absurdo!

Num desafio do campeonato argentino, entre o Velez Sarsfield e o Arsenal, o árbitro tomou uma decisão errada mas, informado por um dos assistentes com acesso a imagens televisivas, do seu engano, o árbitro alterou a decisão tomada, e pediu publicamente desculpas pelo erro. 

Ora, não será precisamente isto que se espera de alguém? Que assuma e desfaça o seu erro de imediato, enquanto ainda é tempo?

Então por que raio se coloca a possibilidade de o dito árbitro vir a ser suspenso de toda a actividade, por ter tomado uma decisão certa?