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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

10 músicas para ouvir neste Dia dos Namorados!

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Seja para quem celebra este dia ao lado da sua "cara-metade", seja para quem não tem, neste momento, qualquer relação, seja para quem ainda acredita no amor, ou para quem acabou de se magoar, aqui fica a banda sonora para passar este dia, de forma positiva e confiante!

 

 

 

 

1 - Celine Dion - "That´s The Way It Is"

Esta é para todos aqueles que ainda acreditam, ou querem acreditar, no amor, apesar de ainda não o terem encontrado: "Don't give up on your faith, Love comes to those who believe it, And that's the way it is...".

Tão simples quanto isto! Sem stress  

É uma música de que gosto muito porque é animada, positiva e deixa todos bem dispostos!

 

 

 

 

2 - Dean Lewis - Be Alright

Para todos aqueles que terminaram há pouco tempo as suas relações, custa no início mas, no fim, tudo ficará bem.

"I know you love her but it's over mate, It doesn't matter put the phone away, It's never easy to walk away, but let her go, It'll be It'll be okay. It's gonna hurt for a bit of time, So bottoms up let's forget tonight
You'll find another and you'll be just fine, let her go, it'll be alright..."

 

 

 

 

3 - Shayne Ward - Breathless

Esta música é uma verdadeira declaração de amor, ideal até para aqueles que quiserem fazer o pedido de casamento, ou reforçar tudo aquilo que os une.

"And if our love was a story book, We would meet on the very first page, The last chapter would be about, How I'm thankful for the life we've made... You leave me breathless, You're everything good in my life..."

 

 

 

 

4 - Robarte Un Beso - Carlos Vives e Sebastian Yatra

Para aqueles que se sentirem atrevidos o suficiente para dar o primeiro passo, e roubar um beijo ao seu amor!

"Déjame robarte un beso que te enamore y tú no te vayas..."

 

 

 

 

5 - Colbie Caillat - Realize

Para aqueles que estão a passar por dificuldades nas relações, ou em perceber que uma relação implica duas pessoas, e que têm de caminhar da mesma forma.

If you just realize, What I just realized, That we'd be perfect for each other, And we'll never find another... We'd never have to wonder, If we missed out on each other...If you would meet me half way, It could be the same for you..."

 

 

 

 

6 - Celine Dion - Right In Front Of You

Para todos aqueles que andam à procura do amor em todos os lados, e ainda não perceberam que ele pode estar mais perto de que imaginam, mesmo à sua frente!

"We were looking but somehow, Someway we couldn't see, That the love was always there, It's been around us everywhere, I had to fall to finally see, That you were right in front of me..."

 

 

 

 

7 - Angel Lopez - Te Sigo Amando

Para todos aqueles que cometeram erros mas estão arrependidos, e querem pedir perdão, antes que seja tarde demais.

"Que seria de mi Si me abandona, si te vas, nunca cambiaria mi manera de pensar, Pienso que mi vida nunca nunca seria fuera igual, por eso te pido otra oportunidad, que yo te sigo amando, necesitando,
Yo sigo aqui extrañandote, tan solo aqui esperandote..."

 

 

 

 

8 - Hands On Approach - Days Of Our Own

Uma música para todos aqueles que ainda vivem muito a pensar no passado, ou preocupados com o futuro, quando a única coisa que importa é o hoje.

"We ain't got time to waste, The day is on, Yesterday is fine, Now it's gone... Don't leave me hanging on, Stay by my side today..."

 

 

 

 

9 - Avril Lavigne - Things I'll Never Say

Para todos aqueles que guardam para si mesmos aquilo que sentem, em vez de o dizerem à pessoa a quem se destinam os sentimentos e pensamentos.

"These words keep slipping away, I stutter, I stumble, Like I've got nothing to say... Guess I'm wishing my life away, With these things I'll never say ..."

 

 

 

 

10 - Beyoncé - Best Thing I Never Had

Para todos aqueles que terminaram as suas relações e já superaram!

"Thank God you blew it, Thank God I dodged the bullet, I'm so over you... You turned out to be the (best thing I never had), And I'm gon' always be the (best thing you never had)..."

 

 

 

E por aí, que música acrescentariam a esta lista, para quem quer passar este dia como outro qualquer, sem essas lamechices do amor, ou para quem leva muito a sério a data, e é romântico (incondicional)?

O que faz a crise

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Aqui ao pé de casa, no recinto onde costumam fazer as festas, ainda sobraram 2 ou 3 ameixieiras, que não foram cortadas para fins festivos.

Há uns dias, reparei que estavam cheias de ameixas, das amarelas, prontas para consumo. Ontem, e antes que alguém se anticipasse, foi para lá um homem pendurar-se na árvore, com um pau para chegar aos ramos e tentar atirar as ameixas ao chão. No chão, ao lado da árvore, para além de várias ameixas, estava um balde, para ele as recolher. Não sei se muitas, com a queda, não ficarão estragadas e imprestáveis.

 

Mas em tempos de crise, e com ameixas de borla, há que aproveitar!

Os Migrantes, os Refugiados, e nós!

 

 

“Devemos estar conscientes da distinção entre imigrantes económicos, que estão a tentar escapar da pobreza extrema, e refugiados, que fogem de bombas, armas químicas, perseguição, estupro e massacres, de uma ameaça imediata às suas vidas”, por Angelina Jolie. 

 

Não sei se, com esta afirmação, Angelina quis apenas distinguir duas realidades, ou alertar para a necessidade de dar prioridade à questão dos refugiados, em detrimento dos migrantes. No entanto, tanto uns como outros têm em comum o facto de partirem em busca de um país seguro, onde possam viver em melhores condições, e sonhar com um futuro pacífico e próspero.

Se é verdade que a guerra representa um perigo de vida mais imediato, também é verdade que a pobreza e determinadas condições de vida desumanas, a médio e longo prazo, também o são.

No entanto, em conversa com o meu marido há uns dias, discutíamos dois pontos de vista legítimos, não sobre qual destes grupos deve ser ajudado primeiramente, mas sim sobre os objectivos de ambos os grupos, e a sua entrada nos países para os quais empreenderam viagens perigosas, arriscando muitas vezes a própria vida. Mais concretamente, se devemos deixá-los, ou não, entrar, e o que isso vai implicar para o nosso país, e para nós.

É verdade que sempre houve emigração e imigração, tal como sempre houve aceitação de refugiados em Portugal e noutros países. Mas agora têm sido centenas de milhares de pessoas, vindas do Oriente Médio, África e Ásia, a fazê-lo todos os dias, e cada vez mais e em maior número.

Alguns países adoptaram políticas de proibição de entrada destes migrantes e refugiados, fazendo alterações à lei em vigor até agora. A polícia patrulha as fronteiras e não hesitam em recorrer a gás, e violência física, se necessário for. 

Dizia o meu marido que estes migrantes e refugiados fazem aquilo que qualquer um de nós faria se estivesse no lugar deles, e que estão no seu direito de fugir da guerra e da pobreza. Concordo. Mas os países procurados também estão no seu direito de não os querer receber, e tomar medida para tal, sob pena de se tornar uma situação incontrolável.

Sim, se eu estivesse no lugar de qualquer um deles também gostaria de ser recebida e ajudada. É isso que eles esperam de nós.

Mas, pergunto-me eu, como é que um país que ainda está a sofrer os efeitos da crise, tem condições de receber estas pessoas? Como é que um governo que aconselha o seu povo, principalmente os jovens que são o futuro do país, a emigrar para outros países, pode agora receber povos de outros países?

Que condições é que o nosso país tem para oferecer a esses refugiados e migrantes, quando não as tem para oferecer aos portugueses?

Se não há emprego para nós, haverá para outros? Se existem tanta gente em portugal a viver em condições desumanas, como é que pode oferecer diferentes condições a quem vem de fora?

Se não existe dinheiro para proporcionar saúde e educação gratuita às nossas crianças, para oferecer melhores reformas aos nossos idosos, onde irão buscá-lo para ajudar os milhares de refugiados que vamos receber?

É óbvio que, mais uma vez, vale a bondade e o esforço da população portuguesa que, mesmo não tendo muito, ainda assim está sempre pronta a ajudar o próximo, porque o governo, apesar de "obrigado" a receber estas pessoas, pouco fará, na prática, para os ajudar e integrar.

E mais, quem nos garante que, ao aceitarmos essas pessoas cá, não estaremos a piorar ainda mais a situação que vivemos actualmente? Quem nos garante que não nos estaremos a envolver, embora sem intenção, em guerras que não são nossas?

Não tenho nada contra os migrantes e refugiados. Como disse, no seu lugar faria o mesmo. Mas, tendo em conta todos os sacrifícios a que o governo nos obrigou a fazer, por causa da crise, é justo pensar também em nós, e nas implicações que isso nos trará. 

 

O restaurante do Intermarché está em crise!

 

Apesar de até constarem da ementa menus anticrise, o restaurante do Intermarché de Mafra parece estar mesmo em crise. Porquê?

Há já algum tempo que me apetecia ir lá comer o salmão grelhado, e ontem foi o dia. Mas, ao fazer o pedido, e apesar de na ementa estar que o salmão grelhado é acompanhado por batatas, bróculos e cenoura, avisaram o meu marido que não havia legumes.

Menos mal, pensei eu. Pelo menos vem com as batatas. Engano meu. "Batatas também não temos", respondeu o funcionário. Só arroz ou salada."

E lá fui eu para a salada. Ainda estive para lhe dizer que ia num instante ao carro buscar uma batata das que tinha acabado de comprar, já que em pleno restaurante de um supermercado não conseguem arranjar batatas e legumes para cozer, mas comi e calei, literalmente!

Afinal, a crise chega a todos! 

Só faltava mesmo aprender Mandarim!

 

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Porque Portugal está a ser, aos poucos, totalmente dominado e gerido pelos chineses!

E, com esta crise, até os nossos olhos já andam há muito tempo em bico!

O Instituto Confúcio da Universidade de Aveiro, recentemente inaugurado, foi criado com a missão de contribuir para a implementação do mandarim no ensino secundário português.

Ao que parece, esta nova disciplina vai ser opcional para alunos da outras áreas que não Humanidades. Já para quem opte por essa área, vai ter mandarim como disciplina curricular, a partir do 10º ano.

Para já, o ministério está a trabalhar, apoiado pelo Hanban (o equivalente chinês ao Instituto Camões), num projecto-piloto que pretende introduzir o mandarim numa média de uma turma por escola, em cerca de 20 escolas do país.

No entanto, a questão que muitos colocam é o porquê do mandarim, com tantas línguas à escolha?

Para mim a explicação é simples: de há uns anos para cá, os chineses têm vindo a apoderar-se do nosso país. Primeiro, os restaurantes chineses. Depois, as lojas chinesas. Ultimamente, os chineses que têm comprado, negociado, investido, no nosso país. Têm-se apoderado de negócios que eram exclusivamente portugueses.

E se, antigamente, tinham que ser eles a aprender a nossa língua e a adaptarem-se ao nosso país, brevemente, será precisamente o contrário - teremos que ser nós a aprender e dominar a língua deles, e a nos adaptarmos à sua forma de trabalhar, se quisermos continuar em Portugal! 

 

(Ainda bem que no meu tempo não havia esta disciplina, senão era caso para dizer - isto para mim é chinês - literalmente!)

 

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