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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Ainda vale a pena ajudar alguém nos dias que correm?

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Apesar de continuar a fazê-lo sinto que é, cada vez mais, necessário ter cuidado com as pessoas a quem ajudamos, porque podem servir-se da nossa ajuda para seu próprio benefício.

Quem ajuda, fá-lo porque é a sua natureza, porque acha que é o correcto, aquilo que deve fazer, ou até aquilo que gostava que, algum dia, fizessem por si.

Mas, se há quem reconheça, quem agradeça, quem saiba guardar para si essa ajuda, sem qualquer outra intenção, também há quem se sirva de palavras de apoio, de compreensão, de gestos, para deturpar tudo da forma que lhe é mais conveniente, pensando apenas em si mesmo, utilizando essa ajuda como arma de luta contra outros, ou como forma de atingir terceiros.

E, quando damos por isso, estamos no meio de um fogo cruzado que nada tem a ver connosco directamente, mas em que acabámos envolvidos e do qual, com sorte, ainda saímos atingidos como dano colateral.

Ou tornamo-nos um meio para as pessoas atingirem os seus fins, atirando-nos depois aos "lobos", como alguém a quem damos a mão para depois no-la pisar, quando já não precisar, ou alguém a quem ajudamos a escalar para, depois, nos atirar lá para baixo.

Se ainda assim, vale a pena ajudar alguém nos dias que correm?

Penso que e algo tão natural e inato que, quem sempre o fez, continuará a fazer, mas talvez com mais precaução. Just in case...

 

Trabalho repetido, cuidado diminuído

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Sabem quando nos pedem para fazer algo, e nós fazemo-lo com gosto, e sai bem?

Depois, uns dias mais tarde, pedem-nos o mesmo favor, e voltamos a fazê-lo, com o mesmo empenho.

Mas, se isso se começar a tornar uma rotina, em que começamos a ter que fazer o mesmo uma, duas, três vezes por dia, dia após dia, então começamos a fazê-lo por obrigação, sem gosto, sem empenho, em modo automático, sem prestar muita atenção, sem grande cuidado nem perfeição, porque já estamos fartos de fazer o mesmo.

Sim, nem sempre as repetições levam à perfeição. Por vezes, têm o efeito precisamente contrário, e é preciso fazer uma pausa para voltar a sentir o mesmo agrado da primeira vez, ou corremos o risco de, com trabalho repetido, o cuidado ser diminuído, e não sair nada de jeito.

Como ficar com a boca destruída em pouco tempo

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Sobre os advogados que são atribuídos às pessoas que pedem apoio judiciário à Segurança Social, há aquela ideia generalizada de que, como são mal pagos, não querem saber dos clientes e nada fazem para defender os seus interesses como fariam se, em vez de serem pagos pelo instituto competente, a baixo custo, fosse o cliente a pagar o valor justo pelo serviço.

A verdade é que os advogados só trabalham nesta modalidade se se inscreverem para tal. Ninguém os obriga. E nem todos são iguais.

 

No entanto, e no que diz respeito aos dentistas, começo a concordar com essa opinião generalizada. Ninguém os obriga a aderir a programas de saúde dentária, como é o caso do "cheque dentista". Mas, se aderiram, só têm que fazer o mesmo trabalho que fariam se fosse eu a pagar do meu bolso.

Em Agosto marquei consulta na clínica para a minha filha, supostamente, para a mesma médica onde tinha ido antes. Afinal era outra, com o mesmo nome.

Estávamos na sala de espera quando sai de lá uma adolescente a queixar-se da boca. Chamaram a minha filha.

Ia apenas fazer uma destartarização, e pôr selante em alguns dentes.

Saiu de lá com os lábios todos feridos e inchados, e assim continuaram por uns 3 ou 4 dias, gretados, a sangrar.

O meu marido está farto de fazer destartarizações, numa outra clínica, e nunca ficou assim.

 

Tanto a outra adolescente, como a minha filha, tinham lá ido no âmbito do "cheque dentista".

Não sei se é a médica que não tem mesmo jeito nenhum, ou nem se preocupou em ter cuidado porque não está a ser bem paga para isso.

Tinha que marcar mais duas consultas, uma para setembro e outra para outubro, para completar os tratamentos, porque senão não tenho direito aos próximos.

Mas se ela, com uma simples destartarização, já ficou com os lábios naquele estado, nem quero imaginar o que poderá acontecer quando for lá novamente. Ainda por cima a médica falou que se calhar teria que usar a broca...

 

Acho que me vou esquecer dos cheques dentista e, quando precisar, pago do meu bolso. Pode ser que seja melhor tratada! 

 

Transcendence: A Nova Inteligência

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Um filme que tem fantasia a mais para o meu gosto, mas que nos faz pensar em algumas coisas como:

- ter cuidado com aquilo que desejamos porque, um dia, quem sabe, isso pode vir a ser concretizado, e tornar-se mais assustador do que benéfico

- a ciência é espectacular, mas há certas coisas que devem permanecer como estão, e deixar a natureza seguir o seu curso, sem interferir

- por muito boas que sejam as intenções de alguém, quando se lança nestas experiências, até que ponto a capacidade de controlar tudo e todos, e o próprio mundo, não desviarão alguém do seu carácter, e a sede de poder não a levará a actos abomináveis?

- poderá uma máquina substituir um humano a todos os níveis, e ser vista pelos demais como se fosse a pessoa, e não a máquina, que ali está à sua frente?

 

 

 

Sinopse:

"Will Caster é um dos mais importantes investigadores no campo da Inteligência Artificial, dedicando toda a sua vida a criar uma máquina capaz de pensar e sentir por si mesma. As suas experiências e criações controversas tornaram-no famoso na sua área de estudo, mas transformaram-no também num dos principais alvos dos grupos extremistas antitecnologia. Com o projecto quase concluído, Will é atacado por um grupo terrorista e deixado gravemente ferido. Antes que ele morra, Evelyn, a sua mulher, insere no seu cérebro um protótipo que lhe retira a consciência e a transfere para um supercomputador. Evelyn verifica que a mente de Will ressuscitou no processador da máquina e que continua a funcionar na perfeição. Porém, Caster revela uma vontade de adquirir conhecimento que parece ter perdido qualquer noção dos limites. Decidido a ganhar poder e controlar o mundo, ele tem um objectivo muito específico: tentar convencer a mulher a ligá-lo à internet para que ele se possa propagar por todos os computadores existentes e criar uma inteligência colectiva. Apesar de isso significar o sucesso de décadas de estudo e total dedicação, Evelyn percebe o impacto que poderá ter não apenas na sua vida, mas na de toda a Humanidade." 

Sabem aquele momento...

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...em que tentamos passar despercebidas, e acabamos por chamar a atenção de todos sem querer?!

 

Não foi bem esse o caso, mas quase!

Já por uma ou duas vezes tentei abrir uma saqueta de bolachas com muito cuidado, para não haver acidentes.

E o que é que aconteceu? 

Quando dei por isso, a saqueta abriu demais, as bolachas saltaram todas do pacote, e fiquei com pedaços de bolacha partida do chão à minha volta!

 

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