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Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

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O Caminho da Felicidade, de Teresa Caetano

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Felicidade…

Algo que sentimos, que nos faz bem, que não sabemos bem definir, e não fazemos a mínima ideia onde encontrar.

Seria tão mais fácil se pudéssemos chegar ali ao mercado e pedir uns quilos de felicidade, como quem compra alimento quando tem fome, ou um medicamento quando está doente.

Mas não…

Algo tão precioso não poderia ser alcançado assim.

É preciso merecê-la, lutar por ela, tentar encontrá-la ou, simplesmente, estar aberto e disponível para a reconhecer, para a receber, para tirar o máximo partido dela.

 

O problema é que nem todos a vêem da mesma forma, com os mesmos olhos, pela mesma perspectiva.

E o que é a felicidade para uns, nem sempre o é para outros.

 

Eu acredito que é por as pessoas procurarem tanto e de forma tão “cega” aquele ideal de felicidade que construíram, aquela “forma” que imaginaram que, simplesmente, a felicidade pode estar mesmo ali à frente delas, e não a distinguirem naquele momento.

A felicidade é tida como algo tão grandioso e gigantesco, que se torna difícil acreditar que ela possa estar ali, em coisas tão pequenas e, aparentemente, insignificantes.

 

 

Para mim, não existe um caminho único para a felicidade.

Existem vários, uns maiores, outros mais pequenos, uns mais importantes, outros secundários, uns mais rectos, outros mais sinuosos, uns mais rápidos, outros mais demorados, que vamos percorrendo ao longo da vida, e que, juntos, complementando-se, nos levam lá, onde queremos estar, ao que queremos alcançar.

 

E custa ver as pessoas abdicarem de percorrer alguns desses caminhos, por considerarem que bastaria um deles, para chegar à felicidade com que sempre sonharam.

Ainda que, no momento, acreditem nisso, só mais tarde poderão perceber o quão enganadas estavam.

E, mais tarde, pode ser tarde demais…

 

 

Em "O Caminho da Felicidade", são-nos dadas três perspectivas diferentes do que seria o ideal de felicidade, de cada uma daquelas pessoas: a do amor, a da saúde e a do dinheiro.

Logo por aqui, a questão lógica seria "mas não se pode juntar as três"?

Por vezes é possível, outras nem tanto.

E, nesta história, Alice, Madalena e Luís fizeram as suas escolhas.

 

A que melhor compreendo e, provavelmente, quereria para mim, seria a da Alice. Penso que acaba por representar a vida dos meus pais, a forma como me criaram a mim e ao meu irmão. Nunca tivemos muito, mas nunca nos faltou nada, sobretudo, amor.

 

Já a Madalena, irritou-me profundamente. Apesar de tudo pelo que passou, ela não tinha que fazer daquilo que aconteceu com os outros, ou no passado, uma regra sem excepção para o presente. É que ela tinha ali a felicidade mesmo escarrapachada à sua frente, mas a teimosia, a crença "cega" de que apenas a saúde importava, fê-la perder a oportunidade de agarrar a felicidade, de a deixar fugir, e ser apanhada por outra.

De que adianta uma vida saudável, se for vivida sozinha. De que adianta ajudar tanta gente, se não se ajudar a si própria?

 

O Luís, fez a escolha mais lógica, tendo em conta o mundo em que cresceu. Afinal, é suposto o dinheiro comprar tudo. E, sejamos honestos, o dinheiro em si pode não ser sinónimo de felicidade e saúde, mas que ajuda, de diferentes formas, lá isso ajuda. E contribui para uma boa parte da felicidade, quando bem usado.

 

A personagem que mais me cativou foi a Maria.

Maria é uma mulher, filha de pais ricos, da chamada "alta sociedade". Seria de supor que Maria fosse uma mulher fútil, habituada a comprar tudo o que quisesse, habituada a um casamento de fachada, a manter a imagem da família perfeita.

Mas Maria é uma mulher que exige muito mais da vida. E que se preocupa com muito mais do que futilidades. Ela vai ser mãe e pai, de um filho que é rejeitado pela própria família por ser diferente, e vai fazer de tudo para proteger e apoiar o filho nas diferentes etapas, dificuldades e superações da sua vida.

 

 

O que mais me emocionou, e me fez derramar umas lágrimas (há algum tempo que um livro não me tocava assim), foi ver como algumas decisões tomadas impediram estas pessoas de ser mais felizes, a forma como ignoraram a chave para a sua felicidade e a deitaram fora, muitas vezes por puro orgulho, por teimosia, por não se predisporem a deixá-la entrar, como se não fossem merecedores dela, como se lhes pudesse fazer mais mal que bem.

Foi ver vidas adiadas por décadas e décadas, algumas com uma última oportunidade à sua espera. Outras, desperdiçadas para sempre.

Foi ver como a inflexibilidade, a frieza e a rigidez podem levar, muitas vezes, a que as pessoas fiquem sozinhas.

Como, por vezes, percebem tarde demais que erraram, e já não podem voltar atrás no tempo.

Porque a vida, e a felicidade, não esperam eternamente. 

E, no fundo, apesar de todas as decisões que tomaram, e escolhas que fizeram, acabaram juntos no mesmo sítio, unindo e interligando as suas histórias de vida.

Talvez as coisas tenham um momento certo para acontecer. Talvez tudo aconteça por uma razão. Talvez, por mais voltas que tenham dado, estivessem destinados a encontrar-se ali.

Onde tudo começou. E onde tudo, um dia, acabará.

Até lá, que possam continuar, ou começar, a ser verdadeiramente felizes, no tempo que ainda lhes resta.

 

 

Sinopse

 

"Alice, Madalena e Luís conhecem-se num lar da terceira idade e decidem contar as suas histórias de vida. Cada um deles defende que o caminho para a felicidade tem um objetivo diferente. Alice vive para o amor; Madalena tem como prioridade a saúde; Luís dá mais importância ao dinheiro.

Ao recordarem as suas experiências, entre os vinte e os oitenta anos, acabam por compreender qual o verdadeiro caminho para ser feliz.

Mais do que um turbilhão de emoções, este romance permite uma reflexão sobre as escolhas que fazemos durante a vida.

Qual será o caminho certo para a felicidade?"

 

 

 Autor: Teresa Caetano

Data de publicação: Novembro de 2019

Número de páginas: 305

ISBN: 978-989-52-7009-5

Colecção: Viagens na Ficção

Idioma: PT

 

 

 

Amigos Improváveis: a nova experiência social da SIC

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Estava com alguma curiosidade para ver este novo programa e perceber como tudo se iria desenvolver, bem como que relações sairiam dali.

Sobretudo, esperava que não fosse a palhaçada em que se tornou o "Casados à Primeira Vista".

 

 

 

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Do lado dos mais velhos, assim que ouvi a D. Fernanda, uma das "avós", como lhes apelidam no programa, abrir a boca, disse logo ao meu marido: "já não gosto desta".

Uma pessoa que acha que não tem nada a aprender com os jovens, mas apenas a ensinar, que acha que a sua forma de ver as coisas é que está correcta, que quer impôr a sua forma de estar e pensar, que tem uma mente tão fechada que não permite que mais nada lá entre, não está ali a fazer nada.

Não percebi se está apenas a representar a personagem de má, mas não será assim na realidade, ou se aquilo é mesmo genuíno.

Dizia o meu marido "ela terá tido uma educação rígida, e é assim que agora a transmite também aos outros". Ao que eu contrapus "não é por se ter uma educação rígida, da qual nunca gostámos, que temos que fazer o mesmo aos nossos filhos/ netos, podemos ser diferentes".

Por outro lado, simpatizei muito com o casal de Sacoias, João e Natália, e com a D. Maria Lina. Uma outra forma de olhar para os jovens, de encarar a experiência, e de lidar com a evolução da sociedade.

 

 

 

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Já da parte dos concorrentes, gostei muito da Catarina, do seu modo rebelde, e da sua gansa de estimação!

Achei o Hugo humilde e genuíno, mas desnecessário o drama que fizeram à volta dele e da avó. Ainda assim, comoveu.

Ao contrário da Ana que, apesar de a D. Fernanda ser perita a ler as pessoas e afirmar que ela foi sincera, a mim soou-me a discurso ensaiado e pouco natural.

Simpatizei com a Bárbara. Parece-me uma miúda ajuizada e com vontade de aprender nesta experiência, apesar de não ter achado piada à ideia de ter que subir escadas para ter rede.

O Pedro Ferreira mostrou-se bastante gabarolas e convencido mas, no fundo, acredito que seja o que mais evoluirá na experiência, até porque lhe calharam dois "avós" simpáticos e que até agradecem os vídeos no youtube para partilhar tradições.

 

E por aí, viram o primeiro programa? 

Vão acompanhar?

O que acharam?

 

 

Imagens: atelevisaosicamigosimprovaveis

Segredos de Natal, da Netflix

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Nenhuma família é perfeita.

Cada uma tem as suas diferenças, divergências, problemas, questões por resolver e, até, os seus segredos. Umas, claro, mais que outras.

Quase sempre, tudo isso acaba por vir mais ao de cima, quando essas famílias se juntam. E, em vez de ser uma reunião pacífica de toda a família, acaba por se tornar uma tempestade com consequências imprevisíveis.

 

Desilusões com aqueles que considerávamos a sua referência, protagonismo e tendência para chamar a atenção para si, ignorando aqueles que estão ao lado, exibicionismo, autoritarismo, passividade, medo de desapontar, revolta, e um pouco de loucura, tornam esta família totalmente desestruturada.

Apesar disso, continua a haver um elo que liga todas estas mulheres, de várias gerações - o amor.

É ele que, no fim, falará mais alto e permitirá deitar para fora tudo o que foi sendo guardado ao longo de vários anos, toda a raiva, frustração, receios, e desejos que ficaram sempre por se concretizar.

Esta é uma família que se junta no Natal, em busca de aprovação, redenção, acenar da bandeira branca, recuperação do tempo, e até da vida, algures, perdida.

 

É o momento de pôr os pontos nos "is" e, no meio desse turbilhão de emoções, descobrir o segredo que Eva tem a revelar à família, antes de partir.

E é essa imperfeição que torna estas famílias reais, verdadeiras, e um exemplo para todos nós.

 

 

Última leitura do ano: Ganhei Uma Vida Quando Te Perdi, de Raul Minh'alma

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, texto e ar livre

 

As pessoas entram na nossa vida quando têm que entrar, ficam enquanto tiverem que ficar, e saem quando devem sair.

Se pensássemos sempre assim, seria tão mais fácil superar o fim dos relacionamentos, das amizades, ou até a perda dos entes queridos.

Mas, na prática, nem sempre é assim...

 

Ao longo do livro, várias ferramentas são transmitidas, através das analogias que vêm pelo Sr. Artur, ou até mesmo pelo Rodrigo, fazendo pensar que Alice é uma mulher que não sabe lidar com a sua vida, no meio dos sábios, que parecem saber sempre a coisa certa a dizer e fazer.

De facto, foi aquilo que tenho a apontar de menos positivo no livro: a forma como os conhecimentos são "debitados" ou "despejados" ao leitor, que não soaram de forma natural, como seria a ideia ou intenção do autor.

 

Gostei da analogia da caixa.

A proposta era pegar em tudo o que nos caracterizasse, e colocar dentro de uma caixa. Se não coubesse, deveríamos excluir o que não fosse assim tão importante, para o resto caber lá dentro.

No entanto, o correcto era, simplesmente, não colocar nada porque, ou a outra pessoa nos aceita por inteiro ou, se temos que anular uma parte de nós, para que a outra nos aceite, não vale a pena.

 

Também adorei a analogia da fonte.

Os habitantes não queriam aceitar que a fonte fosse demolida e construída uma nova porque, afinal, de vez em quando, lá dava água.

Da mesma forma, nós vamos, muitas vezes, aceitando migalhas que nos vão dando para nos manter minimamente satisfeitos sem, no entanto, sermos realmente felizes.

No entanto, se dessem oportunidade a uma fonte nova, talvez a água já não parasse de correr.

E, se déssemos oportunidade a quem realmente merece, a quem nos dá o pão inteiro, fossemos mais felizes, do que com as migalhas que não são mais do que os restos daquilo que os outros já comeram.

 

A ampulheta

Dizia a psicóloga que a Alice consultou, que só havia duas formas de superar o final de uma relação, e de lhe custar menos.

A primeira, seria ela saber que o ex tinha outra, e já não queria saber dela. A segunda, era Alice encontrar um novo amor.

O Sr. Artur deu-lhe, por sua vez, uma terceira opção: fazê-la perder as memórias de tudo o que tinha vivido com a outra pessoa.

Caberia depois, a ela, decidir se essa perda de memórias seria para sempre, e assim viveria o resto da vida numa ilusão, ou recuperá-las, quando estivesse melhor preparada, e voltar à realidade, superando-a o melhor que conseguisse, porque nada se consegue de um dia para o outro.

A solução estaria na ampulheta que o Sr. Artur lhe deu, e nas mãos, na cabeça e no coração de Alice.

Eu confesso, por mais que me doesse, preferia a realidade à ilusão.

 

Uma nova paixão

Rodrigo surgiu na vida de Alice, ainda antes de as memórias lhe serem apagadas. Mas os melhores momentos vividos a dois, foram já nessa fase em que era suposto Alice não se apaixonar por ninguém.

E agora, ela terá uma decisão ainda mais difícil para tomar porque, ao recuperar as memórias do passado, aquilo que sente por Rodrigo pode adquirir um outro significado, ou até perder-se.

Mas, se atirar fora a ampulheta sem recuperar as memórias, tudo aquilo que viveu e poderá vir a viver com o Rodrigo, será uma farsa.

 

O segredo

Paralelamente à situação de Alice, há ainda um segredo por desvendar, que o Sr. Artur guarda a sete chaves, e que poderá mudar a vida de todos eles. 

O que une o Sr. Artur a Rodrigo e Alice, e que segredo será esse que ele esconde?

 

"Ganhei Uma Vida Quando Te Perdi" aborda ainda o divórcio, a superação e aceitação de novas relações dos ex, e a forma como os pais utilizam e prejudicam, muitas vezes, os filhos com isso.

E é, no fundo, uma história de superação: superação de traumas antigos, de perdas, de dificuldades, de sentimentos, de dor.

Porque só superando tudo isso, conseguiremos ser felizes!

 

 

SINOPSE

"Como é que se esquece alguém? Quando Alice decide esquecer Gustavo, depois de este a ter magoado, procura Artur, um homem sábio e misterioso que tem o dom de apagar, temporariamente, as memórias associadas a uma pessoa.
No entanto, Alice estava longe de imaginar as consequências que essa decisão iria trazer para a sua vida, principalmente depois de se apaixonar por Rodrigo.
Agora tinha mais uma difícil decisão em mãos: enfrentar o passado, ou viver este novo amor que, depois de ter apagado parte das suas memórias, poderia não passar de uma mera ilusão…
O autor bestseller Raul Minh’alma, líder dos tops nacionais de vendas, traz-nos um romance arrebatador onde nos explica como fazer de um fim um novo começo e de uma perda uma grande conquista."

A Rapariga Sem Nome, de Leslie Wolf

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Como podemos combater os demónios do mundo, se não conseguimos aniquilar os nossos próprios demónios?

Como podemos ajudar e salvar outras mulheres, se não nos conseguimos ajudar a nós mesmas?

E se o demónio que anda à solta, for um elo comum a todas? Incluindo, àquela que já por uma vez conseguiu escapar, e que pode agora vir a cair na sua teia novamente, sem o saber?

 

Durante anos, Tess Winnett tentou encontrar o homem que a deixou, de tal forma, traumatizada que, ainda hoje, tem ataques de pânico.

Nem o facto de pertencer ao FBI a ajudou na sua incansável busca.

Na verdade, a única coisa que foi acumulando, enquanto agente especial do FBI, foram queixas, devido à sua forma de agir, muitas vezes impulsiva, contornando as regras, mas com resultados sempre acima das expectativas.

Ela sabe o que quer, sabe onde e como procurar, é perspicaz e intuitiva, e não tem medo de arriscar.

Habituada a trabalhar sozinha, desde que o seu parceiro morreu, vai ser difícil fazer agora parte de uma equipa, e lembrar-se dela, antes de agir por si mesma.

 

O mais recente caso de que foi incumbida, é o singular assassinato de uma jovem, às mãos de um psicopata que ela acredita já ter matado antes, e estar prestes a fazê-lo novamente, se não o conseguirem descobrir e travar a tempo.

Na verdade, tudo indica que o assassino fez outras vítimas, embora as semelhanças entre os crimes sejam inconclusivas, e que talvez esteja a aperfeiçar o seu método, para o derradeiro crime.

Mas, como descobrir quem é, e como apanhá-lo, sem colocar em risco as suas carreiras e, até, a própria vida?

Conseguirá Tess evitar o pior, com a mais recente vítima ou tornar-se-á, também ela, novamente, numa vítima deste homem?

 

A história está muito boa, e prende do início ao fim.

Conseguimos sentir a frustração deles, quando não sabem o que mais fazer, ou onde procurar, e cada minuto que passa é um minuto de sofrimento e tortura para a vítima, que poderá ser fatal.

E é fáci perceber porque Tess tende a passar por cima de burocracias inúteis, para ir directa ao que reamente importa.

Penso mesmo que, mais do que a história dos crimes e das vítimas, esta é a história de Tess.

 

Apenas não acho que o título escolhido para o livro tenha sido o melhor, até porque a Rapariga Sem Nome depressa é identificada, tal como as restantes vítimas.

 

 

SINOPSE

"Os olhos azuis vidrados, o belo rosto, inerte, coberto de cintilantes grãos de areia. Os lábios entreabertos, como que para libertar um último suspiro. Quem é a bela rapariga encontrada ao amanhecer numa praia deserta? Qual é o seu segredo?
A agente especial Tess Winnett, do FBI, procura incessantemente respostas. A cada passo, a cada nova descoberta, desvenda factos perturbadores que conduzem à mesma conclusão: aquela não foi a única vítima. O assassino que procuram já matou antes.

Escondendo também um terrível segredo, a agente Tess Winnett enfrenta os seus receios mais profundos, numa emocionante corrida para apanhar o assassino, que se prepara para acabar com outra vida. Descobri-lo-á a tempo? Será capaz de o deter? A que preço?

AS REGRAS DO JOGO MUDARAM.
TAL COMO A DEFINIÇÃO DE SERIAL KILLER.
TODOS DESEJAMOS TER ALGUÉM. MAS ESTAREMOS DISPOSTOS A MORRER POR ISSO?
A agente especial Tess Winnett é apaixonada, ousada, forte e temperamental. Não hesita em arriscar a vida, numa busca incessante por toda a verdade e por um seria killer cruel que anda a tirar vidas sem piedade. Inteligente, desenvolta e teimosa, Tess levará os leitores numa memorável e aterradora investigação neste empolgante e apaixonante thriller."

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