Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Marta - O meu canto

Guardamos tanta coisa só para nós - opiniões, sentimentos, ideias, estados de espírito, reflexões, que ficam arrumados numa gaveta fechada... Abri essas gavetas, e o resultado é este blog!

Incerteza até ao último momento

Resultado de imagem para ensino secundário

 

 

Na próxima semana saem as notas finais, e é semana de matrículas para o 10º ano.

O curso está escolhido, bem como as disciplinas pretendidas.

Mas nada está garantido. É preciso que haja alunos suficientes para o curso, e para as disciplinas específicas que ela quer. 

E é preciso que seja admitida na escola pretendida.

 

 

Nos últimos anos, esta seria a altura de encomendar os manuais escolares, que chegariam lá para Agosto, mês em que comprava o material escolar básico.

E ficava descansada até ao início do ano lectivo.

 

 

Este ano, sinto-me de pés e mãos atados, sem poder despachar tudo como queria.

Tenho que esperar que saiam as turmas, para ver se ela ficou na escola e curso que quer. E, provavelmente, tenho que esperar (não sei se através da turma dá para ver) pela publicação dos horários, no início de setembro, para saber que disciplinas vai ter e, assim, que livros comprar.

Claro que posso sempre comprá-los antes mas, depois, se for preciso trocar, é mais complicado.

Só que não gosto de deixar tudo para a última hora e, este ano, sinto que vai ser incerteza até ao último momento.

 

 

Alguém por aí já passou por uma situação semelhante? 

Quando é que se fica a saber que disciplinas vão ter (se as escolhidas, ou outras por falta de alunos)?

É arriscado comprar já os livros?

Ou setembro é mais arriscado, por estarem esgotados ou em ruptura de stock?

Deveria haver um curso de simpatia para algumas pessoas

Resultado de imagem para simpatia

 

Há um restaurante na Malveira onde gostamos de ir, pela sua especialidade - as tirinhas de porco.

Pensámos ir lá na sexta, mas queríamos confirmar se estava aberto, uma vez que já chegámos a ir um dia, e bater com o nariz na porta. O meu marido ligou para lá, mas ninguém atendeu. 

Enviou então mensagem no facebook. Foi vista, mas nunca respondida.

Arriscámos. Tivemos sorte.

 

Mas acreditem que só nos dá vontade de lá ir pelas tirinhas, porque as duas meninas que lá estão sempre, são de uma falta de simpatia, e sempre de trombas, que se déssemos uma moedinha, ainda tocavam a sineta.

Estão a atender pessoas, que lhes vão dar dinheiro a ganhar e que, por conta dessa forma como lidam com os clientes, podem nunca mais voltar.

Eu sei que muitos anos a fazer a mesma coisa é cansativo e que, com a idade, começamos a ficar mais saturados e sem paciência, mas disfarçar isso com sorrisos amarelos e falsos, e mostrar directamente o mau humor, não as favorece em nada.

Seria bom, para algumas pessoas, sobretudo as que trabalham com pessoas, haver um curso de simpatia. 

Domingo azarento

 

Ontem não foi sexta-feira 13, mas bem podia ter sido! Não houve nada que corresse bem :(

A Tica atirou com a árvore de Natal duas vezes, tentou destrui-la mais umas tantas, e as luzes avariaram.

O ferro de engomar lembrou-se de deitar água para a roupa acabadinha de secar na máquina, e tive que a pôr a secar novamente. Já para não falar que o quadro é tão fraquinho que, com apenas o ferro e a máquina ligados, disparou.

Mas pior mesmo, foi a treta (para não dizer outra coisa) da Internet que, sabe-se lá porquê, lembrou-se de ficar lenta. Mais lenta que um caracol parado! E precisamente no momento em que eu estava a fazer o exame final do curso!

Experimentei no computador da minha filha, nem sequer abria a plataforma. Bloqueava. Experimentei no do meu marido, consegui aceder ao exame. E pensei - ainda bem. Agora é concentrar-me e despachar-me para responder às 42 perguntas em 30 minutos. 

O exame era facílimo, apenas teria errado duas ou questões, o que teria dado uma nota final muito boa. E o tempo era mais que suficiente.

Mas a internet não colaborou, e pôs em causa a nota e um mês de curso. Todas as respostas dadas têm que ser por nós verificadas. Se não estiverem validadas, são consideradas não respondidas. Eu respondi a todas as perguntas. Mas no momento de verificá-las, demorei à volta de 2 minutos para cada uma. Resultado - só foram validadas 28, o que me deu uma nota final de 13 :(

Passei-me completamente - uma coisa é ter uma nota destas por ter errado as questões. Outra é ter uma nota da treta por problemas técnicos. E é ainda mais frustrante porque, muito embora todos os participantes façam os mini-testes em cada sessão, o que, juntamente com o exame final, dá uma média da disciplina, a nota que constará do certificado é, unica e exclusivamente, a do exame final. É muito injusto poder ter 17 ou 18 valores com base no que realmente sabia, e ter um básico 13.

Pior ainda, ficou o meu marido que, vendo-me naquele estado e tentando ser solidário, foi também fazer o exame. Só que apenas conseguiu validar umas 15 respostas, o que lhe deu 6 valores, e apenas terá direito a um mero certificado de frequência.

O que é feito da internet rápida quando precisamos dela?...

Sobre o curso...

 

Em primeiro lugar devo dizer que os destinatários a quem o mesmo se destina são, essencialmente, psicólogos, professores, assistentes sociais e outros profissionais que estejam ligados à área em questão. O que significa que eu não me enquadro em nenhum deles.

De qualquer forma, mesmo não exercendo nem pretendendo enveredar por nenhuma dessas especialidades, enquanto cidadã que faz parte desta sociedade em que vivemos, igualmente com deveres perante o conhecimento de situações de risco, estou a considerá-lo interessante e útil.

Sendo um curso totalmente feito pela internet, através de uma plataforma de e-learning, podemos estudar quando, onde e quanto tempo nos apetecer. Como é gratuito, não há formador disponível. Tem as suas vantagens, mas também tem desvantagens. Por exemplo, se houver alguma dúvida, não podemos esclarecê-la com quem de direito.

Por outro lado, penso que as sessões do curso não seguem a ordem que, para mim, faria mais sentido - a primeira, sobre o que é o risco, está correcta. Logo em seguida, penso que deveria abordar os factores, comportamentos e grupos de risco. Em terceiro e quarto lugar, as estratégias de prevenção e intervenção. Na quinta posição, a função e o papel dos profissionais na prevenção das situações de risco. Por fim, o acolhimento institucional e a legislação.

Outro aspecto que deveria ser adicionado e que, na minha opinião, seria muito mais produtivo, seria o responsável pelo curso propôr-nos desafios, em que tivéssemos que aplicar os conhecimentos adquiridos em cada sessão, ou no conjunto, ou seja, utilizar na prática aquilo que estudámos.

Cada sessão tem um fórum, com uma afirmação ou vídeo para comentar, o que é bom, embora poucos participantes expressem as suas opiniões.

Já no fim do curso, seria bom que nos pedissem um trabalho sobre o tema.

Mas o tempo também é curto e não dá para grandes invenções. Neste momento, faltam-me 3 sessões. Depois, é dar uma revisão a tudo e fazer o exame final, cuja nota obtida será a única a constar do certificado. 

  • Blogs Portugal

  • BP